Carros Chevrolet em São Paulo cor Prata a Gasolina com final da placa 9,0

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    Plantão de polícia – Bem Paraná

    • Carros Chevrolet em São Paulo cor Prata a Gasolina com final da placa 9,0 Carros Chevrolet em São Paulo cor Prata a Gasolina com final da placa 9,0 A arma apreendida (Foto: Divulgação / PM) Um homem foi preso neste domingo (18) depois que admitiu à Polícia Militar ter uma arma ilegal em casa, em Curitiba. Ele foi abordado no bairro Cidade Industrial de Curitiba (CIC) e com ele os policiais acharam munições.
      Policiais militares faziam patrulhamento pela Cidade Industrial quando abordaram o motorista de um VW Jetta. Na abordagem, segundo os PMs, o motorista demonstrou nervosismo. Na busca feito no veículo, os policiais encontraram seis munições de calibre .38, intactas.
      Questionado sobre a procedência e o motivo para a posse das munições, o homem afirmou possuir um revólver de calibre .38 em casa. Os policiais se deslocaram até o endereço, no bairro Campo do Santana. E encontraram a arma sobre o guarda roupas da mãe dele – que disse que não sabia da arma em casa. O revólver não tinha registro e a numeração de série estava suprimida. Os policiais encaminharam o homem e a arma para uma delegacia.
    • A Polícia Militar prendeu um homem e apreendeu três adolescentes, todos com 17 anos, nesta segunda-feira (18), por tráfico de drogas. A ação policial foi executada em Apucarana, no Norte do Paraná.
      A ação foi na rua XV de Novembro, no bairro Vila Regina. Policiais militares receberam informações anônimas que um adulto e mais três menores de idade estavam traficando drogas nessa rua. Quando fez a abordagem, as quatro pessoas jogaram vários objetos no chão e tentaram fugir.
      Após perseguição a pé, os policiais capturaram um rapaz de 19 anos e três adolescentes de 17 anos. Segundo a PM, os quatro  indivíduos já tinham passagem na polícia por crime de tráfico de drogas. Com eles, os policiais encontraram R$ 8,50 em dinheiro e um celular.
      Em seguida, as drogas que foram jogadas ao chão acabaram encontradas. Havia 15 porções de  maconha enroladas em papéis plásticos, com 72 gramas ao todo, e uma porção de haxixe enroladas também em plástico, com 23 gramas. O material e as quatro pessoas foram para uma delegacia.
    • Armamento Carros Chevrolet em São Paulo cor Prata a Gasolina com final da placa 9,0 Carros Chevrolet em São Paulo cor Prata a Gasolina com final da placa 9,0 (Foto: Divulgação/PRF) PRF
      • Em Santa Terezinha do Itaipu (Oeste do PR), na BR-277, por volta das 11h30 deste domingo (18), policiais rodoviários federais abordaram um ônibus que fazia a linha Foz do Iguaçu – Goiânia (GO).
      • Durante a vistoria, encontraram e apreenderam duas pistolas, dois revólveres e seis carregadores.
      • Uma passageira foi presa pela posse irregular de arma de fogo de uso permitido e a ocorrência encaminhada à Delegacia da Polícia Civil local para o registro do crime.
    • No interior do Estado

      Carros Chevrolet em São Paulo cor Prata a Gasolina com final da placa 9,0 Carros Chevrolet em São Paulo cor Prata a Gasolina com final da placa 9,0 (Foto: Divulgação/PMPR)

      Da Redação Bem Paraná com PMPR

      Três homens foram presos no sábado (17), suspeitos de planejarem atirar drogas e aparelhos celulares para dentro de uma penitenciária em Londrina, no Norte do Paraná. Os três foram detidos quando ainda estavam dentro do carro.

      Segundo informações da Polícia, os homens estavam em um Kadett cor prata, que circulou algumas vezes no entorno da penitenciária, no Jardim Acapulco, levantando suspeitas da guarda local.

      Uma patrulha então abordou o veículo e encontrou uma bolsa, com vários aparelhos celulares, maconha e carregadores. Os homens acabaram confessando que iriam jogá-los para dentro da penitenciária, foi então dada a voz de prisão aos três.

    • Vacinas erradas

    • Teste: novo Chevrolet Tracker Premier 1.2 dribla limitações do Onix

      SUV compacto tem faróis estreitos que com elementos internos que prolongam a grade Christian Castanho/Quatro Rodas

      Semelhanças entre o Onix e a nova geração do Chevrolet Tracker são inevitáveis, até porque ambos são baseados na plataforma GEM, desenvolvida na China em parceria com a SAIC.

      Mas o SUV compacto estreia agora com sistemas, equipamentos e até motor exclusivo – e inédito.

      Nosso primeiro contato com o novo Tracker ocorreu justamente com a versão topo de linha, Premier 1.2, de exatos R$ 112.000, que concentra tudo que há de exclusivo no SUV compacto.

      Agora as lanternas traseiras são horizontais e ficam na base do vidro traseiro Christian Castanho/Quatro Rodas

      O principal é o novo motor três-cilindros 1.2 turbo da família CSS Prime. Por fora ele é praticamente igual ao 1.0 de 116 cv e 16,8 kgfm que estreou no Onix, e que também está nas versões mais em conta do Tracker.

      Vinco que começa na lanterna deixa o Tracker com aspecto musculoso Christian Castanho/Quatro Rodas

      Mas o virabrequim modificado para aumentar o curso dos pistões (que também são maiores), o cabeçote próprio e o turbocompressor exclusivo ajudaram a alcançar os 133 cv e 21,4 kgfm com etanol e 132 cv e 19,4 kgfm com gasolina.

      Isso mesmo mantendo o sistema de injeção multiponto convencional – a injeção direta ficou no passado, com o motor 1.4 turbo de 153 cv agora restrito ao Cruze.

      Por fora o novo motor 1.2 é praticamente igual ao 1.0 Christian Castanho/Quatro Rodas

      Coxins e suportes do motor também parecem iguais, mas seu material (ou a pressão do fluido, no caso dos coxins hidráulicos) muda para lidar com as vibrações específicas do motor com deslocamento maior.

      Essa preocupação mostra seu valor principalmente nas saídas, quando o Tracker 1.2 se revela sensivelmente mais suave que um Onix. E olha que o câmbio automático de seis marchas é comum aos dois.

      Painel tem console central voltado para o motorista Christian Castanho/Quatro Rodas

      Significa também que não foi desta vez que o SUV compacto ganhou borboletas para trocas sequenciais e que os botões na alavanca de câmbio perderam esta função.

      Agora, servem apenas para limitar o número de marchas que podem ser usadas em modo L – útil para usar o freio-motor em longas descidas, por exemplo, mas que não serve para o motorista impôr suas vontade nas trocas de marcha.

      Volante é o mesmo do Onix, mas painel de porta do Tracker tem alça Christian Castanho/Quatro Rodas

      A sensação de sobra de potência que se sentia no antigo Tracker passou. Mas o motor 1.2 turbo tem o mérito de fazer o SUV embalar sem grande esforço.

      O câmbio responde rápido nas retomadas e consegue explorar o motor até além das 6.000 rpm, se necessário, sem sofrimento.

      No Tracker, central MyLink tem tela de 8 polegadas Christian Castanho/Quatro Rodas

      O pique do 1.2 diminui um pouco conforme a velocidade avança além dos três dígitos. Frente aos rivais com motores aspirados na faixa de potência, porém, a disposição extra proporcionada pelo turbo faz uma boa diferença.

      Bancos dianteiros são grandes e confortáveis; carona não tem ajuste de altura do cinto de segurança Christian Castanho/Quatro Rodas

      Em nossos testes de pista, sempre abastecido com gasolina, o Tracker Premier chegou aos 100 km/h em 10,1 s, contra os 9,4 s do Tracker antigo com motor 1.4 turbo. O consumo ficou em 11,5 km/l em ciclo urbano e 13,8 km/l no rodoviário, o que representa melhora apenas na cidade, onde o antigo Tracker fazia 10,3 km/l.

      Na estrada, praticamente empatava, com 14 km/l. A nova geração tem o peso a seu favor: com 1.271 kg é 142 kg mais leve na comparação entre as versões Premier.

      Também houve um esforço para manter a aerodinâmica no mesmo patamar. O novo Tracker não está 5 cm mais baixo apenas para ficar mais invocado, mas para romper o ar com mais facilidade.

      Isso também explica a existência de pequenos defletores nas molduras das caixas de roda traseiras e grandes direcionadores de ar à frente das rodas dianteiras – que reduzem o vão livre a 15,7 cm.

      Banco traseiro é confortável e o espaço para as pernas cresceu bastante Christian Castanho/Quatro Rodas

      O acerto dinâmico representa uma evolução e tanto. O Tracker que vinha do México não era ruim de curvas, mas a suspensão tinha pouco curso, não filtrava tão bem as imperfeições do piso e batia seco ao passar por buracos.

      • Agora nacional, o Tracker filtra boa parte das imperfeições e o conjunto tem curso suficiente para não bater seco ao passar por lombadas, por exemplo.
      • Se sai até melhor que o Onix, que sofre um pouco com a pressão de 35 psi (mesma do Tracker) em seus pneus aro 16.
      • O lado bom é que esse compromisso com conforto não comprometeu o comportamento em curvas: a carroceria continua inclinando pouco e segue bem controlada mesmo no limite.

      Teto solar panorâmico com abertura elétrica é de série no Tracker Premier Christian Castanho/Quatro Rodas

      Dois itens exclusivos do Tracker merecem crédito por isso. Um é mecânico, o subchassi dianteiro com mais pontos de fixação e uma barra de amarração à frente do conjunto para aumentar sua rigidez – e a precisão ao volante.

      O outro é eletrônico, o bloqueio eletrônico do diferencial dianteiro, que a GM chama de Torque Vectoring by Brake, que atua nos freios para ajustar a distribuição de torque nas rodas dianteiras com o objetivo corrigir a trajetória no limite da aderência. Também funciona para adiar a entrada do controle de estabilidade.

      Há uma porta USB dianteira e duas traseiras, como nos Onix. Christian Castanho/Quatro Rodas

      A habitabilidade melhorou e o conforto também. Os balanços dianteiro e traseiro parecem grandes, mas o comprimento do carro aumentou meros 2 cm, chegando a 4,27 m.

      Quase todo esse ganho foi repassado ao entre-eixos, que cresceu 1,5 cm na comparação com o antigo Tracker e é 1,9 cm maior que o do Onix, mas na prática o aumento de espaço para as pernas no banco traseiro foi de bons 7,4 cm.

      Christian Castanho/Quatro Rodas

      O porta-malas de 306 litros era acanhado, mas passou a 393 l contando com o compartimento de 36 l que existe para deixar o porta-malas plano quando a segunda fileira for rebatida – o que aumenta a capacidade a 1.278 litros.

      Faróis full-led também são exclusivos da versão topo de linha Christian Castanho/Quatro Rodas

      A habitabilidade melhorou e o conforto também. Os bancos dianteiros do Tracker parecem poltronas perto dos do Onix. Além de ter encosto de cabeça com ajuste de altura, tem assento mais comprido, com suporte melhor para as pernas e encosto mais largo.

      Na versão Premier, o vinil que reveste os bancos tem tom de azul, que também aparece em grande área das portas e na faixa central do painel, que acaba sendo a única superfície com toque macio em meio aos plásticos rígidos.

      Leds no para-choque têm função de seta na versão mais cara do Tracker Christian Castanho/Quatro Rodas

      O console central do Tracker não é simétrico como no Onix, mas levemente voltado para o motorista. Em destaque no topo, a central MyLink tem tela maior, de oito polegadas e não sete, como no resto da família de compactos.

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      As saídas de ar centrais também são maiores. Para completar, o trilho do câmbio é emoldurado por acabamento em preto brilhante.

      A placa desceu da tampa do porta-malas para o para-choque Christian Castanho/Quatro Rodas

      Volante e mostradores analógicos do quadro de instrumentos vieram do Onix, mas o Tracker Premier tem tela colorida para o computador de bordo. Isso pode soar moderno, mas a peça parece arcaica perto de rivais que possuem quadros mais atuais e com resolução melhor, sejam parcial ou totalmente digitais.

      Há outros equipamentos exclusivos da versão topo de linha, caso do indicador de distância para o carro da frente, da frenagem autônoma de emergência em baixa velocidade e do sistema de monitoramento de pressão dos pneus.

      Só a versão Premier tem lanternas com assinatura de leds Christian Castanho/Quatro Rodas

      O Tracker Premier também é o único com teto solar panorâmico com abertura elétrica, rodas aro 17 diamantadas (de cinco furos, diga-se), lanternas de leds e os faróis full-led, que integram as luzes diurnas e as luzes de conversão em manobras.

      Estas não ficam em peças à parte no conjunto óptico dianteiro, como em outros carros, mas sim localizado na área interna dos faróis, e têm foco direcionado para as laterais do carro.

      Já as linhas de led verticais para-choque, que são as luzes diurnas nas outras versões, assumem a função de seta no Premier. A cor Azul Power das fotos também é exclusiva da versão, mas custa tanto quanto as outras metálicas: R$ 1.600.

      Porta-malas tem capacidade de 393 litros Christian Castanho/Quatro Rodas

      Se com o Onix a estratégia da Chevrolet foi apostar em pacote de equipamentos farto e preço abaixo da maioria dos concorrentes, o Tracker tem proposta mais ousada.

      A lista de equipamentos até é interessante, como você verá a seguir. Contudo, o degrau de preços entre as versões é maior e cada uma delas está perfeitamente alinhada com as versões mais badaladas de Jeep Renegade e Volkswagen T-Cross, os SUVs compactos mais vendidos do Brasil nos últimos tempos.

      É possível guardar o tampão no compartimento inferior de 36 litros Christian Castanho/Quatro Rodas

      Os alvos não foram escolhidos por acaso: a Chevrolet prevê que até o final do ano a fábrica de São Caetano do Sul (SP) terá capacidade suficiente para alçar seu SUV compacto ao pódio do segmento.

      Se a estratégia da GM for acertada, desta vez o Tracker não será mero coadjuvante.

      Teste – Chevrolet Tracker Premier 1.2 AT

      Aceleração
      0 a 100 km/h: 10,1 s

      0 a 1.000 m: 31,4 s – 165,4 km/h

      Ford Mustang Mach 1 chega ao Brasil por R$ 499.000,00

      A Ford inicia nesta sexta-feira (16) no Brasil a pré-venda do Mustang Mach 1, um dos ícones da indústria mundial e considerado o Mustang V8 5.0 mais preparado para as pistas de todos os tempos.

      Produzido em edição limitada, o Mach 1 começa a ser vendido por R$ 499.000,00 (que pode variar com os impostos estaduais) para entrega a partir de junho. Os pedidos de reserva foram abertos um dia antes do 57º aniversário do modelo (comemorado em 17 de abril).

      O modelo vai substituir a versão Black Shadow no país.

      Feito para as pistas, o Mustang Mach 1  é equipado com o motor Coyote V8 5.0 e transmissão automática de dez velocidades e conta com uma calibração exclusiva que gera um ganho de 17 cv, entregando a potência de 483 cv (a 7.250 rpm) e torque máximo de 56,69 kgfm (a 4.900 rpm).

      O cupê esportivo acelera de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos, tem velocidade máxima de 250 km/h, limitada eletronicamente. Traz também um novo conversor de torque, com trocas mais rápidas, e componentes de alta performance. Entre eles, estão a barra antitorção e o sistema de indução de ar “open air box” do Mustang Bullitt.

      O modelo oferece sete modos de direção – Normal, Esportivo, Esportivo+, Pista, Drag, Neve/Molhado e My Mode.

      Além do motor mais potente, a quarta geração do Mach 1 traz design exclusivo, aerodinâmica refinada e várias peças dos icônicos modelos Bullitt, Shelby GT350 e Shelby GT500. O coletor de admissão, o corpo de borboletas maior, o sistema de arrefecimento do motor e o radiador da transmissão vêm do Shelby® GT350.

      Já o escapamento, o difusor traseiro, o conjunto de braços e buchas da suspensão traseira e o sistema de arrefecimento do diferencial traseiro são compartilhados com o Shelby® GT500.

      A suspensão adaptativa MagneRide, com fluido eletromagnético viscoso, também conta com uma calibração exclusiva que aumenta a performance na pista.

      Também é o primeiro Mustang conectado, com o aplicativo FordPass Connect para acesso remoto a funções do veículo.

       O primeiro Mach 1 foi lançado em 1969, teve duas atualizações em 1974 e 2003 e volta agora, 17 anos depois, como modelo 2021. O nome Mach 1 (Mach One, em inglês) é uma referência à velocidade do som, que é atingida a 1.

      236 km/h e provoca uma onda de choque e um estrondo sônico.  Ele se tornou um ícone ao quebrar 295 recordes de velocidade.  

      Design

      No visual, a frente do Mach 1 traz uma nova grade, com o emblema do cavalo no centro e dois grafismos redondos que remetem aos faróis auxiliares do modelo 1969.

      O para-choque também tem desenho exclusivo, com um novo difusor inferior e duas entradas de ar laterais para suprir os novos radiadores.

       Segundo a Ford, o defletor inferior na parte dianteira ajuda no resfriamento dos freios e aprimora o downforce em 25%, o que favorece as respostas ao volante em velocidades mais elevadas.

      Na lateral, os grafismos nas portas e na região inferior da carroceria se conectam com o carro original, complementados pelo emblema Mach 1 no paralama dianteiro. As rodas de 19 polegadas com acabamento cinza brilhante deixam à mostra os poderosos freios Brembo. Os pneus são 255/40 R19 na dianteira e 275/40 R19 na traseira.

      Na traseira, chamam a atenção o novo aerofólio, o difusor com recortes triangulares e as quatro ponteiras de escapamento integradas, trazidos do Shelby® GT500.

      As lanternas são interligadas por uma faixa preta, com a assinatura Mach 1 no centro.

      O novo assoalho  tem uma função aerodinâmica importante: ajuda a direcionar o fluxo de ar para refrigeração do motor, da transmissão e dos freios quando o carro trabalha no limite.

      O Mustang Mach 1 é disponível em oito combinações de cores exclusivas. O cinza Dover traz faixas pretas com contorno laranja. Nos modelos branco Ártico, preto Astúrias e prata Orvalho, esse contorno é vermelho. Já no azul Indianápolis, laranja Astana, vermelho Arizona e amarelo Talladega o contraste é feito com o branco.

      Interior

      O Mach 1 tem um interior esportivo e requintado, com cores e materiais de acabamento especialmente selecionados. A placa afixada no painel com o número de identificação de cada veículo reforça a sua exclusividade.

        A cabine em estilo cockpit, com forte influência aeronáutica, é focada na ergonomia.

      Os comandos na direção e no painel, o painel de instrumentos digital, o câmbio e o console central contribuem para essa sensação de fuselagem de avião, inspirados em velocidade.

      Os bancos fazem um tributo ao Mach 1 original, com recortes horizontais e um detalhe de cor contrastante no encosto – laranja na versão cinza Dover e em tom claro nas demais. O revestimento em couro perfurado serve também ao sistema de aquecimento e resfriamento, outro item de conforto.

      Detalhes de metal polido e escurecido ajudam a criar um ambiente de esportividade. A soleira das portas traz um desenho com a assinatura Mach 1 e iluminação que pode ser personalizada em sete cores. A luz de aproximação dos retrovisores externos com a projeção do ícone do cavalo no chão é um charme extra.  

      Traz painel de instrumentos digital de 12 polegadas, central multimídia  SYNC 3 completa, sistema de som premium da Bang& Olufseb com 1.000 W ,12 alto-falantes e subwoofer de 8 polegadas,  sistema de telemática FordPass Connect, que dá acesso a informações e comandos do veículo pelo celular.

      Segurança

      No quesito segurança, ele tem freios dianteiros Brembo® de 15” com pinças de alumínio, seis pistões de 36 mm e pastilhas desenvolvidas para as pistas, alerta de colisão com detecção de pedestres e frenagem de emergência, assistente de permanência em faixa e alerta de fadiga.

      Tem ainda oito airbags (frontais, de cortina, joelhos e tórax), controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, câmera de ré com sensor de estacionamento, farol alto automático, sensor de chuva e monitoramento individual de pressão dos pneus.  O escapamento permite variar a intensidade do ruído emitido (Silencioso, Normal, Esportivo e Pista) por meio de uma válvula ativa, que foi melhorada na versão Mach 1.

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