Carros 2020 com Vidro elétrico a Flex Não blindado

A nova geração do BMW X6 já está disponível no Brasil, segundo divulgou a marca nesta quarta-feira (4). O SUV é oferecido no país em uma única versão, xDrive40i M Sport, com tração integral e potência máxima de 340 cavalos.

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O motor é o novo TwinPower Turbo 3.0, de seis cilindros. São 34 cv a mais de potência em relação ao modelo anterior, e ela é alcançada entre as 5.500 rpm e 6500 rpm. O torque máximo é de 46 kgfm, disponível entre 1.500 rpm e 5.200 rpm.

Já a transmissão do novo BMW X6 é automática de oito velocidades. Para chegar aos 100 km/h, o utilitário esportivo precisa de 5,5 segundos, e pode alcançar 250 km/h.

Preço

O preço sugerido para o X6 xDrive40i M Sport é de R$ 514.950.

Carros 2020 com Vidro elétrico a Flex Não blindadoSUV com estilo de cupê da BMW é vendido em versão única no Brasil

Tecnologia do BMW X6

  • Em relação à tecnologia e conectividade, o modelo oferece itens como o Intelligent Personal Assistant, Driving Assistant Professional, Parking Assistant Plus, Display Key e BMW Live Cockpit Professional.
  • Cada pacote inclui um conjunto de tecnologias de assistência à direção para facilitar a vida de quem está ao volante do BMW X6, o que tem se tornado uma tendência entre carros de todo tipo.
  • Entre elas, estão alerta de mudança de faixa, alerta de tráfego em cruzamento dianteiro e traseiro, assistente de mudança de faixa com sistema ativo de proteção lateral, e alerta de evasão.

Carros 2020 com Vidro elétrico a Flex Não blindado

  1. Por meio do sistema Reversing Assist, é possível refazer os 50 últimos metros percorridos em marcha a ré, facilitando a saída de locais ou vias estreitas onde não é possível realizar manobras.
  2. O sistema Parking Assistant Plus do BMW X6, por sua vez, oferece câmera de ré e sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, que medem os espaços para estacionar automaticamente através das câmeras e sensores do veículo.
  3. Até mesmo a chave do SUV é tecnológica, com uma tela sensível ao toque que traz informações sobre o veículo e permite o controle de algumas funções.

Cabine e central multimídia

  • No interior, não faltam mimos, e até os passageiros traseiros dispõem de um sistema de infotenimento com duas telas de 10,2 polegadas.
  • Na dianteira, a central multimídia permite controle de funções por gestos e espelhamento de iPhones com Apple CarPlay.
  • A cabine do BMW X6 também conta com bancos em couro Vernasca, painel de instrumentos em couro Walknappa, acabamento interno em alumínio Tetragon e revestimento do teto em BMW Individual Anthracite Preto.

Carros 2020 com Vidro elétrico a Flex Não blindado

Já os assentos traseiros podem ser rebatíveis na proporção 40:20:20, aumentando a capacidade do porta-malas de 580 litros para 1.530 litros.

Outros mimos incluem cortinas para vidros laterais traseiros; porta-copos com refrigeração e aquecimento; bancos dianteiros ventilados, com aquecimento e ajustes elétricos; ar-condicionado automático digital com controle de quatro zonas; Head-up Display, teto solar elétrico panorâmico; retrovisores externos com aquecimento e rebatimento, velocímetro com leitura de quilômetros e sistema de som Surround Harman Kardon com 16 alto-falantes.

Dimensões do BMW X6

A nova geração do BMW X6 ficou maior. Cresceu 2,6 centímetros no comprimento, 4,2 cm no entre-eixos e 1,5 na largura. Confira como ficaram as dimensões do SUV-cupê:

  • 4,9 m de comprimento
  • 1,70 m de entre-eixos
  • 2 m de largura
  • 580 litros de porta-malas

Design exterior do X6 2020

A nove geração do SUV é iluminada. Grade e teto solar se acendem com o travamento ou destravamento do veículo. De acordo com a marca, o efeito garante mais brilho à aparência do BMW X6. Para os mais discretos, há opção de desligar manualmente a função.

Na dianteira, o para-choque tem aberturas maiores. Na traseira, o SUV adota lanternas grandes e fendas nas extremidades do para-choque. São elas as responsáveis por garantir a saída do ar quente da caixa de roda.

Galeria de fotos

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Fotos BMW | Divulgação

SOBRE

Carros com kit GNV ganham desconto no valor do IPVA?

Publicado em 05 de dezembro de 2018

A instalação do GNV em veículos é cada vez mais comum no Brasil, principalmente por trazer diversas vantagens aos motoristas. A economia de combustível é um dos grandes benefícios que o gás natural veicular traz à rotina de quem roda muito com o carro.

De acordo com o G1, o GNV é 50% mais econômico que o etanol e a gasolina.

Uma dúvida que muitas pessoas têm é: veículos que possuem o kit gás instalado ganham desconto no valor do IPVA? Seria este mais um benefício da conversão GNV?

O IPVA é um fator que interfere diretamente no controle de gastos dos motoristas, mesmo que seja cobrado anualmente.

Por isso, a Rede CSV preparou este artigo para sanar as dúvidas dos proprietários dos veículos com kit gás.

Descubra se o valor do IPVA realmente sofre desconto para quem possui o GNV no carro, além de outras informações. Atente-se às nossas dicas e aproveite a leitura!

Saiba tudo sobre valor do IPVA para carros com Kit GNV

Entenda o que é IPVA

O IPVA (sigla de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) é um imposto cobrado aos proprietários de veículos terrestres. Donos de automóveis, motocicletas, caminhões, ônibus e outros veículos de todos os tipos devem pagar o IPVA. O valor do IPVA é cobrado anualmente por cada estado do país e o Distrito Federal.

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O objetivo do imposto é arrecadar dinheiro para o próprio estado e para o município onde o veículo foi registrado. Portanto, o valor arrecadado do IPVA não é usado para conservação de ruas e estradas, diferentemente do que muitos pensam.

Cálculo do IPVA

Carros 2020 com Vidro elétrico a Flex Não blindado

A alíquota do IPVA, que é o percentual ou valor fixo que será aplicado para o cálculo do valor, varia em cada Estado. Ela é determinada de acordo com os critérios de cada governo estadual. A alíquota é cobrada sobre o valor venal dos veículos, ou seja, seu preço médio de venda no mercado atual. Os preços das alíquotas variam, inclusive, de acordo com o tipo de veículo e combustível.

O pagamento do IPVA sempre ocorre no início do ano, e os motoristas devem estar atentos ao cálculo do imposto. Para isso, você deve consultar o modelo exato e o ano de fabricação do seu veículo.

Depois, é só multiplicar o valor venal do veículo pela alíquota referente a ele e dividir o valor por 100. O resultado encontrado é o valor do IPVA que você deve pagar. As informações sobre valor venal e taxa de alíquota dos veículos são encontradas no Diário Oficial do Estado.

O IPVA pode ser pago em cota única ou em três parcelas mensais de igual valor, sucessivamente.

O valor do IPVA para veículos com GNV

Carros 2020 com Vidro elétrico a Flex Não blindado

As alíquotas do IPVA variam de 1% a 6%, de acordo com o tipo de veículo e o combustível utilizado. Por exemplo, para carros do tipo flex (movidos à gasolina e etanol), a alíquota referente é de 4% no Rio de Janeiro. Os veículos adaptados para pessoas com deficiência estão isentos do pagamento do IPVA, assim como veículos de aluguel e reboque.

Segundo a Secretaria da Fazenda, veículos movidos a gás natural veicular (GNV) ou energia elétrica possuem alíquota de 1,5%.

Então, respondendo à pergunta no título do nosso artigo: sim, carros com Kit GNV ganham desconto no valor do IPVA! Para obter o benefício, é necessário instalar o GNV e, depois, realizar a inspeção veicular com uma empresa acreditada pelo Inmetro para obter o CSV (Certificado de Segurança Veicular). De posse do CSV, o veículo pode ser levado ao DETRAN para inclusão do GNV em seu documento.

Inspeção veicular é com a Rede CSV!

Para realizar a vistoria do seu Kit GNV, conte com a Rede CSV! Somos uma empresa especializada em inspeção veicular de GNV no Rio de Janeiro.

Nossos profissionais são qualificados para verificar todos os itens de segurança do seu veículo, assim como toda a instalação e condições de funcionamento do Kit GNV.

Somos acreditados pelo Inmetro e atuamos com vistoria de GNV, inspeção de blindados, emissão de laudos de inspeção técnica etc. Entre em contato conosco e conheça mais sobre os nossos serviços.

Prius – Toyota

1 Base de preços: Brasília. O Preço público sugerido pode variar de acordo com a tributação e alíquotas específicas de cada Estado.

Preço do veículo sugerido ao público em reais (R$) para pintura sólida, à vista e com frete incluso. Pinturas metálica e perolizada disponíveis com custo adicional.

Preço sujeito a alteração sem aviso prévio, prevalecendo o que estiver em vigor na data do faturamento do veículo.

2 Por questões de segurança, as imagens da TV digital e do DVD player não serão exibidas enquanto o veículo estiver em movimento. O funcionamento do GPS depende da disponibilidade de sinal da região, visão desobstruída do céu etc.

A recepção do sinal pode ser interrompida facilmente por películas protetoras nos vidros, telefones móveis ou dispositivos eletrônicos, rastreadores próximos ao GPS, existência de árvores, edifícios ou fiação elétrica. Área de cobertura do mapa limitada.

Recomenda-se que, ao deixar o veículo, o condutor mantenha o SD Card em local não visível a fim de evitar que seja furtado.

3 Somente para aparelhos smartphones com tecnologia de recarga sem fio (wireless). O carregamento deve ser feito com o aparelho sem capa protetora ou com capa protetora própria para carregamento de bateria sem fio (wireless). Consulte as especificações técnicas de seu aparelho no manual do usuário.

 
4 Dados disponíveis no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular 2019, do Inmetro. Mais informações: www.inmetro.gov.br.

5 Automaticamente válida para veículos híbridos e registrados na base de dados do Detran do Estado de São Paulo. Conforme Lei Municipal nº 15.997/14 e Decreto nº 57.209/2016, limitada ao município de São Paulo.

O benefício prevê a devolução de 40% correspondente ao valor repassado ao município, já descontado o percentual destinado ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB, e é de responsabilidade da Prefeitura de São Paulo.

Informações no site https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/inspecao_veicularold/index.php?p=246711_

6 1,5% de IPVA sobre veículos híbridos no estado do RJ de acordo com a Lei Estadual 7.068/2015.

7 Além do período de cobertura básica (descrito no Manual do Proprietário), a Toyota do Brasil oferece cobertura diferenciada da garantia, estendida por 36 (trinta e seis) meses, contra defeitos de fabricação e montagem para alguns componentes do sistema híbrido (Bateria Híbrida, Módulo de controle da bateria híbrida, Módulo de controle de energia, Inversor/conversor), totalizando 8 (oito) anos de garantia, desde que realizadas todas as revisões periódicas na rede de concessionárias autorizadas Toyota. O período adicional de cobertura da garantia contra defeitos de fabricação ou montagem de alguns componentes do sistema híbrido é de 8 (oito) anos ou 200.000 (duzentos mil) quilômetros, o que primeiro ocorrer.

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8 A Toyota do Brasil Ltda.

garante seus veículos em condições normais de utilização contra defeitos de fabricação de peças ou de montagem, desde que todas as manutenções (preventivas, corretivas e emergenciais) sejam realizadas na sua rede de concessionárias autorizadas Toyota, por um período total de cobertura básica de 60 (sessenta) meses contados a partir da data de entrega do veículo zero-quilômetro, tendo por destinatário o primeiro proprietário. Essa cobertura aplica-se exclusivamente aos veículos utilizados para fins particulares, cuja emissão da respectiva nota fiscal tenha como destinatário uma pessoa física. Condição de garantia: a cobertura mencionada não será aplicada para veículos utilizados para fins comerciais (locação de veículos, compartilhamento de veículos, táxis, uso por motoristas de aplicativos ou frotistas) ou para veículos cuja nota fiscal tenha como destinatário uma pessoa jurídica. Nesses casos, a garantia ficará limitada ao período de 60 (sessenta) meses ou 100.000 km (cem mil quilômetros), prevalecendo o que primeiro ocorrer.

Os 5 anos de garantia são válidos a partir do ano/modelo 2020.

No trânsito, sua responsabilidade salva vidas.

Mitsubishi ASX 2.0 16V AWD: um SUV verdadeiro, mas restrito

Barras cromadas em zigue-zague são destaques da terceira reestilização do ASX Fernando Pires/Quatro Rodas

Houve um tempo em que a Mitsubishi era referência entre os SUVs, com amplo portfólio e ícones da história como a família Pajero. Novos rivais apareceram, e a concorrência que já disputava com ela no passado se modernizou. Os modelos da marca viram o tempo passar sem atualizações significantes – o ASX, por exemplo, é praticamente o mesmo há sete anos.

Reestilizado pela terceira vez desde que chegou ao Brasil, em 2010, é a porta de entrada para quem quer um utilitário com o símbolo dos diamantes. Mas será que compensa?

Avaliamos a versão topo de linha do modelo. O carro das fotos, equipado com faróis de xenônio e teto solar panorâmico, custa R$ 128.490. Mas há outras cinco configurações, que se alternam entre câmbio manual ou automático, tração 4×2 ou 4×4 e visual convencional ou aventureiro (versões Outdoor). Os preços começam em R$ 99.990 (câmbio manual e tração 4×2).

Traseira segue inalterada desde 2010, quando o modelo chegou ao Brasil Fernando Pires/Quatro Rodas

Por fora, o ASX dispensa delongas. A reestilização apresentada no Salão de São Paulo, em 2016, atinge apenas a dianteira do modelo com novos frisos cromados que fazem uma espécie de ziguezague entre os faróis principais e os de neblina. A traseira não muda desde 2010 e, na versão mais cara, as rodas são de 18 polegadas.

No papel, sua motorização fica na média do segmento: um 2.0 16V a gasolina de 160 cv e 20,1 mkgf, com opção de câmbio manual de cinco marchas ou automático CVT – este último, presente na configuração avaliada.

Painel tem materiais plásticos de toque rígido – os rivais de hoje apostam em superfícies forradas e acolchoadas Divulgação/Divulgação

Apesar dos bons números de potência e torque, o motor tem trabalho para carregar os 1.480 kg (mais pesado que um Jeep Renegade), em parte por responsabilidade do funcionamento anestesiado do câmbio de relação contínua. Pressionando o acelerador até o fundo, a rotação do motor sobe rápido – assim como o forte ruído que invade a cabine –, mas ainda falta fôlego.

Para ir de 0 a 100 km/h, o ASX levou 12,2 s – mais lento que um Honda HR-V (11,0 s), mas à frente de um Renegade flex (14,4 s). Nas retomadas de 80 a 120 km/h, foram 9,1 segundos, contra 7,4 s do HR-V e 10,4 s do Renegade flex.

Para embalar no trânsito ou na estrada, o motorista sente a necessidade de pisar mais forte e por mais vezes no acelerador. Daí surge mais um porém: o consumo bem elevado.

Nos testes de QUATRO RODAS, o ASX automático com tração nas quatro rodas registrou a média de 6,9 km/l em ciclo urbano e 9,8 no rodoviário (o HR-V faz 10,4 km/l e 13,1 km/l, e mesmo o Renegade é mais econômico, com 9,6 km/l e 12 km/l, respectivamente)

A suspensão firme, mesmo passando grande parte das imperfeições do solo para a cabine, proporciona um rodar com boas sensações de segurança e robustez.

Comandos dos vidros não têm iluminação. Apenas o do motorista tem função de um toque Fernando Pires/Quatro Rodas

Por dentro, o ASX também sente a idade. Dificilmente você encontrará um SUV compacto com acabamento tão simples na mesma faixa de preço. Todo o painel é composto por materiais de toque rígido e aparência condizente com hatches compactos de entrada – à noite, apenas o botão do vidro do motorista é iluminado.

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Os toques de requinte são poucos e austeros: comandos cromados do ar-condicionado e nos apliques em cinza no volante e no console central. O quadro de instrumentos apresenta quase tudo o que é necessário de forma prática, com computador de bordo no centro. Só faltou um mostrador digital de velocidade.

A central multimídia é completa: tem Bluetooth, GPS, rádio AM/FM, USB e streaming de áudio. No entanto, além da aparência espartana, tem manuseio complicado. Encontrar a entrada USB é praticamente um desafio – ela fica na extremidade direita do fundo do porta-luvas escondida por uma tampa (ufa!), onde a luz e as mãos (do motorista) não chegam.

Central multimídia, mesmo completa, tem aspecto simplório. Ar-condicionado é automático, mas não digital Fernando Pires/Quatro Rodas

Entre os equipamentos, a versão topo de linha traz ar-condicionado automático (mas não digital), bancos dianteiros com aquecimento, piloto automático, controles de estabilidade e tração, sensores de estacionamento traseiros (sem câmera de ré), faróis de xenônio com acendimento e regulagem de altura automáticos, sensores de chuva, rebatimento elétrico dos retrovisores, sete airbags (frontais, laterais, de cortina e de joelho), chave presencial com partida do motor por botão, assistente de partida em rampas e Isofix.

Espaço é bom e teto panorâmico ajuda na paisagem, mas bancos são duros Fernando Pires/Quatro Rodas

Na convivência, o ASX oferece bom espaço para todos os ocupantes e uma ótima sensação proporcionada pelo teto de vidro (que pode ser “fechado” por uma persiana elétrica), mas os bancos de couro são duros e, o porta-malas, mesmo com 415 litros de capacidade (maior do que o de Renegade, 273, Tracker, 306, e Vitara, 375), é estreito verticalmente pela altura do compartimento.

Sem grandes atrativos capazes de seduzir o consumidor numa análise racional, o ASX acaba tendo como trunfo a força da marca, ainda bem vinculada à robustez e valentia no off-road. As versões com tração 4×4, como a avaliada, o sistema atua sob demanda, sem intervenção do motorista. Mesmo quando o sistema está acionado, a força do motor é enviada ao eixo dianteiro.

Dimensões são de SUV compacto, mas preço está acima da média. Rodas são de 18 polegadas Fernando Pires/Quatro Rodas

Conforme o tipo de piso e a incidência de deslizamento das rodas, o eixo traseiro entra em ação. Mas também é possível efetuar o bloqueio da distribuição de torque por meio de um botão, recurso que mantém a distribuição de tração em 50% entre os eixos.

Mesmo sem as capacidades do antigo TR4, o ASX mostra desenvoltura em trechos enlameados, poças e de pequenos atoleiros. A suspensão traseira do tipo multilink é eficaz, porém tem curso curto – e não tolera a mistura de pisos ruins com velocidade elevada. Mas garante segurança em curvas rápidas e fechadas.

MÚLTIPLA ESCOLHA

Na faixa acima dos R$ 100.000, o ASX tem fortes concorrentes mesmo entre os que fazem questão de tração integral. Recém-chegado ao Brasil, a nova geração do Suzuki Vitara é tabelada em R$ 107.

990 em sua configuração topo de linha, 4Sport, com motor 1.4 turbo de 146 cv e 23,5 mkgf, além de tração 4×4. O desempenho e o consumo são bem superiores, mas o espaço interno é o menor do segmento.

Teto solar panorâmico é exclusivo da versão topo de linha e garante sensação agradável à cabine Fernando Pires/Quatro Rodas

Se você quiser estar na moda, porém, há duas opções na Jeep. Segundo SUV mais vendido do país, o Compass tem a versão Limited (com motor 2.0 flex de até 166 cv, tração dianteira e câmbio automático de seis marchas) por R$ 136.990.

Com um pouco mais, por R$ 131.990, é possível levar para casa um Renegade Trailhawk, a versão mais cara do jipinho com motor 2.0 turbodiesel e câmbio automático de nove marchas. Mais equipado e refinado que o ASX, além do visual atraente, o Renegade também vence no desempenho e no consumo.

VEREDICTO

Apesar da inegável qualidade do conjunto mecânico e do público ainda fiel, a defasagem e o desequilíbrio na relação custo-benefício tornam o ASX uma opção dificilmente justificada entre tantas outras alternativas mais modernas.

Teste de pista (com gasolina) – Mitsubishi ASX 2.0 16V CVT AWD

  • Aceleração de 0 a 100 km/h: 12,2 s
  • Aceleração de 0 a 1.000 m: 33,7 s – 156,8 km/h
  • Retomada de 40 a 80 km/h (em D): 5,5 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 6,8 s
  • Retomada de 80 a 120 km/h (em D): 9,1 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 16,6 / 29,4 / 68,2 m
  • Consumo urbano: 6,9 km/l
  • Consumo rodoviário: 9,8 km/l

Ficha técnica – Mitsubishi ASX 2.0 16V CVT AWD

  • Preço: R$ 128.490
  • Motor: gas., diant., transv., 4 cil., 16V, 1.998 cm3, 160 cv a 6.000 rpm, 25,5 mkgf a 4.200 rpm
  • Câmbio: automatico, 6 marchas, tração integral
  • Suspensão: McPherson(diant.) / multilink (tras.)
  • Freios: discos ventilados (diant.) / discos sólidos (tras.)
  • Direção: elétrica
  • Rodas e pneus: 225/55 R18
  • Dimensões: comp., 436 cm; largura, 178 cm; altura, 163,5 cm; entre-eixos, 267 cm; peso, 1.480 kg; tanque, 60 l; porta-malas, 415 l

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