Carros 2016 em São Paulo Quilometragem Até 88,000 km com Limpador traseiro, Volante com regulagem de altura

O carro que registava, em 2012, 4,8 milhões de quilómetros não é nada mais, nada menos, que um Volvo P1800 Coupé que data da década de 60 (1966) e que pertence a Irv Gordon, um professor americano que goza a idade da reforma. Em perspetiva, há quatro anos atrás a dupla teria percorrido o equivalente a dar a volta ao mundo 120 vezes!

Em 2012 Gordon já tinha conquistado, por três anos consecutivos, um lugar no Guinness World Records (antigo Guinness Book of Records) pelo número imbatível de quilómetros que o seu Volvo P1800 debitava no painel. Assusta-nos pensar que se os dois ainda estiverem “de boa saúde”, o número será ainda mais astronómico…

Segundo o proprietário, a única avaria dita “grave” que teve com o seu Volvo P1800 foi há cerca de 20 anos atrás, quando o mesmo acusava 132 000 km no mostrador.

 Ao volante do seu bourdeaux sueco, Gordon gastou a maioria dos (incontáveis) pneus a percorrer o asfalto dos Estados Unidos, Canadá e México, tendo visitado terras lusas quando se aventurou pela Europa — Reino Unido, Suécia, Dinamarca, Alemanha, França e Holanda.

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A filosofia do professor americano é bastante distinta: ele não quer ficar milionário para poder viajar. No máximo ele viaja para ser milionário. Resumindo: o único valor que aceita pela venda do seu Volvo P1800 equivale a 1 dólar americano (0,9073 €) por cada quilómetro percorrido.

O curioso aqui é que quando o assunto foi notícia, Ivr Gordon tinha 70 anos, o seu fiel companheiro já acusava os ditos 4 800 000 km e não existiam potenciais adversários para ocuparem o seu lugar no Guinness World Records. Em 2013  o cenário manteve-se, mas desde então que o assunto foi descontinuado. Aceitam-se apostas: conhecem algum outro carro com mais quilometragem?

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Bloodhound SSC: o veículo terrestre que quer chegar a 1.600 km/h

Ampliar (Fonte da imagem: Divulgação/Bloodhound SSC)

Você provavelmente já viu, ao menos pela televisão, um carro de corrida em ação. E, se alguns modelos já impressionam por alcançar mais de 400 km/h, o veículo Bloodhound SSC é capaz de deixar qualquer um de queixo caído — em especial os amantes da velocidade.

Isso porque este projeto de automóvel supersônico pretende alcançar a marca de 1.600 km/h, ultrapassando a barreira do som e batendo o recorde mundial que perdura desde a década de 90.

E, como você deve imaginar, para atingir tal feito de maneira eficiente e segura muita tecnologia está envolvida. Aperte os cintos e prepare-se para conhecer um pouco mais sobre os objetivos desta iniciativa, a constituição física do carro e vários fatos curiosos que o cercam.

O projeto

O Bloodhound é um projeto surgido em 2008 e que está sendo conduzido por um conglomerado de empresas, instituições de ensino e o governo inglês, incluindo o exército do país e a respeitada Força Aérea Real (RAF).

Embora a ideia central desse programa seja quebrar o recorde mundial de velocidade atingida por um veículo terrestre, ele visa também promover o desenvolvimento de novas tecnologias e o interesse de jovens estudantes pela física, matemática e engenharia.

O planejamento da equipe responsável pelo Bloodhound SSC, como foi batizado o carro, é finalizar a construção dele até o final de 2014, iniciando os primeiros testes já no ano que vem ainda na Inglaterra. Depois de aferições e possíveis ajustes, o veículo será levado para o Deserto de Hakskeenpan, na África do Sul.

O local foi escolhido a dedo com base em análises de imagens capturadas por satélites levando em consideração sua extensão e formação sedimentar. Contudo, a quebra do recorde está, a princípio, planejada para ocorrer oficialmente apenas em 2016.

A aposta de que o projeto tem grandes chances de ser concluído com sucesso é a presença de profissionais experientes no assunto.

Richard Noble, diretor geral do Bloodhound, Ron Ayres, engenheiro aeroespacial, e Andy Green, piloto e oficial da RAF, trabalharam no ThrustSSC, primeiro supersônico terrestre a quebrar a barreira do som no ano de 1997.

Os 1.228 km/h alcançados por ele garantem o título de carro mais veloz do mundo até hoje.

Ampliar (Fonte da imagem: Divulgação/Bloodhound SSC)

As especificações

Para uma proposta tão ambiciosa, o Bloodhound SSC não poderia contar com uma configuração nada menos do que surpreendente.

A sua propulsão é garantida por um sistema híbrido constituído de uma turbina de jatos Rolls-Royce EJ200, um foguete Falcon Hybrid — que possui 4 metros de comprimento e uma saída com 18 polegadas de diâmetro — e um motor Cosworth CA2010 (18 mil rpm) usado por carros da F1 responsável por bombear o combustível para o foguete.

A combinação de tudo isso atuando em conjunto resulta em 135 mil cavalos de potência, os quais, em teoria, seriam capazes de levar esse automóvel de 7.786 kg à velocidade máxima de 1.680 km/h.

Para alimentar tanto poderio de propulsão, o Bloodhound SSC possui um tanque que armazena 800 litros de High Test Peroxide (HTP), uma solução concentrada de peróxido de hidrogênio — componente básico da popular água oxigenada.

Apesar de parecer uma quantia enorme de combustível, ela consegue manter o foguete acionado por somente 20 segundos, isso devido ao consumo de 40 litros por segundo apresentado por esse componente.

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Após chegar a uma velocidade tão alta, a hora de parar pode ser um problema.

Para evitar isso, a frenagem do carro será realizada por um sistema aerodinâmico combinado com paraquedas e freios a disco de carbono.

A segurança do piloto é garantida por uma célula de sobrevivência pensada especialmente para o Bloodhound SSC. Enquanto sua parte frontal é fabricada de fibra de carbono, a parte traseira dessa estrutura é constituída de um conjunto de ligas metálicas. Assim, essa espécie de cockpit chega a ser mais resistente que os usados na F1 e bastante similar com a de um avião de combate militar.

O veículo que pretende ultrapassar a barreira do som possui 13,47 metros de comprimento, 2,28 metros de largura e 3 metros de altura. Outra peculiaridade dele é o uso de rodas forjadas com um metal extremamente resistente e que pesam 95 kg cada.

Ampliar (Fonte da imagem: Divulgação/Bloodhound SSC)

Fatos curiosos

Não é preciso ser um engenheiro ou físico para saber que ultrapassar os 1.600 km/h traz uma série de consequências, ainda mais quando o veículo responsável pelo feito atinge tal velocidade em apenas 55 segundos. Se levarmos em conta a sua aceleração, o Bloodhound SSC chega a ser mais rápido que um projétil disparado por uma Magnum .367.

Alcançar essa velocidade também implica em uma pressão aerodinâmica de 20 toneladas e um ruído de 185 decibéis — o mesmo valor causado pela decolagem de um Boeing 747. Nesse momento, as rodas do supersônico chegam a dar 10.200 voltas por minuto e gera cerca de 50.000 de força g. Com isso, se você colocasse um cubo de açúcar dentro de uma delas, ele pesaria o equivalente a 160 kg.

Aguentar a pressão criada dentro do Bloodhound SSC também não é fácil. O piloto estará submetido a uma variação que vai de 2 g e -3 g durante a aceleração e a desaceleração, respectivamente. E, logo atrás dele, o foguete propulsor estará expelindo fogo a uma temperatura interna de 3.000 °C.

Ao quebrar a barreira do som, o Bloodhound SSC não deixa somente os carros comerciais mais rápidos do planeta comendo poeira, como o Bugatti SuperVeyron que pode chegar aos 460 km/h. Este supersônico é mais veloz que diversos jatos executivos, incluindo o Gulfstream G650 — que beira os 1.000 km/h.

Bloodhound SSC tentará atingir velocidade de 1.600 km/h

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Bloodhound SSC (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

Bloodhound SSC (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

Sucessor do famoso Thust SSC, que atingiu 1.

228 km/h em 1997 e se tornou o primeiro veículo terrestre a romper a barreira do som, o Bloodhound é um projeto que surgiu há sete anos e está pronto para tentar bater um novo recorde de velocidade.

O objetivo agora é o de ultrapassar impressionante a marca de 1.600 km/h. E, como acontece na Fórmula 1, também tem a expectativa de criar o desenvolvimento de novas tecnologias.

O protótipo abriga um motor a jato “Eurojet EJ200”, da Rolls Royce, que pode chegar a 2.765 kgfm (quando reaquecido), e que foi desenvolvido para o caça Eurofighter. Esse motor é responsável por levar o conceito aos 480 km/h iniciais.

A partir dali, entra em ação um foguete híbrido projetado pela Indústria Militar norueguesa “Nammo”, que é impulsionado ainda por um motor 5.0 V8 de 550 cv do Jaguar F-Type. Só que ele não está ali para mover o carro. O veoitão é responsável por injetar 800 litros de uma substância chamada de “HTP Oxidser” no foguete, por cerca de 20 segundos.

Somados, os três motores chegam a produzir 135 mil cavalos de força, o que equivale a 180 carros de Fórmula 1!

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Bloodhound SSC (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

Bloodhound SSC (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

O BLOODHOUND SSC, sigla para SuperSonic Car, é uma mistura de carro com foguete que foi concebido não “apenas” para superar a velocidade do som (supersônico), mas para chegar a velocidade de 1.

609 km/h, o que significa que o supersônico irá percorrer a distância de 1.

600 metros, ou uma milha, em apenas 3,6 segundos! Para você ter ideia do que estamos falando, um avião de passageiros tem velocidade média de cruzeiro de 878 a 926 km/h. Tá bom pra você?

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Bloodhound SSC (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

Bloodhound SSC (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

O modelo tem aproximadamente 13.4 metros de comprimento, e pesa 7,5 toneladas. Para chegar ao objetivo surreal, seu design tem uma mistura de carro com avião de alta tecnologia.

A dianteira é composta por um monocoque de fibra de carbono, comum em carros de corrida, e a parte traseira possui um quadro e painéis metálicos, como em uma aeronave.

As duas rodas dianteiras são posicionadas no interior da carenagem, enquanto as duas traseiras são montadas externamente, também dentro da carenagem.

O Bloodhound será testado na região de East Wintergarden, em Canary Wharf, na Inglaterra, no próximo dia 25 de setembro.

O evento tem entrada gratuita e quem comparecer ao local, terá ainda a oportunidade não só de ver e ouvir aquele carro/jato voando baixo, mas também poderá entrar no veículo para tirar uma foto e levar uma recordação para casa. Confira um vídeo com uma pojeção do modelo com todos os seus propulsores em ação:

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Avaliação do Fiesta: manutenção, revenda e consumo

O compacto da Ford lançado no Brasil da década de 1990 já era produzido na Europa desde 1978, se destacava do concorrente 147 (Fiat) por seu maior comprimento.

É o terceiro modelo da Ford com maior número de unidades vendidas, ultrapassando a marca de 16 milhões de veículos, atrás apenas do Escort e das picapes da série F.

No Brasil, o Fiesta foi apresentado pela primeira vez na sua terceira versão, o MK3. Essa edição do modelo foi a de produção mais duradoura da fabricante americana, e desde 1995 circula nas ruas brasileiras com bastante sucesso de vendas.

Competindo diretamente contra Coras (Chevrolet), Uno (Fiat), e Gol (Volkswagen), o Fiesta chegou por aqui importado da Espanha, em carrocerias com 2 ou 4 portas e motor Endura-E 1.3l, injeção eletrônica monoponto e acabamento no mesmo nível dos outros modelos do segmento.

Logo no ano seguinte a Ford iniciou a produção da geração MK4 do Fiesta no país substituindo o Escort na linha de compactos da marca.

A quarta geração do modelo contava com motores Endura 1.3l EFI ou Zetec-SE 1.4 16V EFI. O acabamento interno – superior ao dos concorrentes – era uma compensação justa pelo exterior sem grandes atrativos.

Em 1998 o Fiesta recebe a opção para airbags em todas as suas versões, que já vinham com direção hidráulica de série. 1999 viu o fim da linha popular do Fiesta, substituída pela versão Class com motor 1.0l, além de um redesign da frente do veículo, que se torna mais arrojado.

Neste ano o Fiesta também recebeu nova motorização Zetec RoCam com 1.0l ou 1.6l.

  • A quinta geração do Fiesta foi lançada em 2002 e, até hoje, foi a de maior sucesso de vendas da linha.
  • O design seguindo o conceito New-Edge da Ford agradou ao público brasileiro em 2003, quando a nova encarnação chegou às concessionárias do país.
  • A MK5 sofreu uma pequena alteração visual em 2007, que deixou a frente ainda mais robusta e trocou as lentes da lanterna traseira, além de melhorar consideravelmente o acabamento interno do carro.
  • Por aqui, esta versão foi vendida pela Ford como Fiesta RoCam.
  • Em 2007 a fabricante americana apresentou o conceito Verve na Alemanha e no ano seguinte este entrou em produção como a sexta geração do modelo, chamada New Fiesta, que passou a ser importado para o Brasil na versão sedã – vinda do México – enquanto a configuração hatch começa a ser produzida em São Bernardo do Campo, interior de São Paulo.
  • Em 2013 o New Fiesta hatch passa por mais uma reestilização na Fábrica paulista e a versão sedan continua vindo do México para as ruas brasileiras.

New Fiesta Ecoboost

A família EcoBoost conta com cinco motores, dentre eles está o 1.0, o segundo que chegou há pouco tempo no mercado brasileiro.

O primeiro EcoBoost brasileiro é o 2.0, presente no Ford Fusion.

O EcoBoost 1.0 é um motor muito famoso e bem reconhecido na Europa.

Por conta da grande crise financeira que ronda o nosso país, este motor chegou em terras brasileiras apenas para a versão topo de linha do Fiesta, a Titanium Plus.

Porém, a Ford não esqueceu dos motoristas mais conservadores e manteve a versão 1.6 de 16 válvulas, aspirado e de 4 cilindros.

Já o motor 1.5 aspirado, que equipava a versão de entrada do Fiesta, saiu de linha juntamente com a versão S, de entrada do modelo.

O modelo é mais conservador devido a sua troca de marchas. Muitas vezes não é possível reduzir quando está acima de 4.000 giros, o que acaba prejudicando uma condução mais esportiva do modelo.

Por conta da quantidade de giros e velocidade da troca de marchas, é possível perceber que a Ford escolheu ter um carro mais esperto do que econômico.

Tecnologia é a palavra chave para descrever o motor EcoBoost.

Equipado com injeção direta, é capaz de eliminar o desperdício. Além disso, possui duplo comando variável de válvulas.

O coração do motor é o turbo compressor quase sem nenhum turbo lag.

Um dos pontos positivos do motor é a manutenção, que pode ser dispensada por conta da correia banhada a óleo, durando toda a vida útil do veículo.

Quanto ao desempenho do motor EcoBoost 1.0, é possível comparar ao 1.6 tradicional, sendo igual ou superior.

  1. As duas únicas mudanças no visual para o restante das versões é o sensor de presença localizado na maçaneta da porta, que possibilita destravar o carro apenas com a chave no bolso, a etiqueta EcoBoost presente na traseira do Fiesta.
  2. O New Fiesta Hatch mede 4 m de comprimento com distância entre os eixos de 2,5 m, 2 m de largura incluindo espelhos retrovisores externos e 1,5 m de altura.
  3. Já a configuração sedã mede 4,4 m de comprimento e tem as outras medidas iguais à versão mais curta.
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São duas opções de motor, sendo o mais básico o 1.5l Sigma, que entrega até 112 cv com etanol ou 107 cv com gasolina, e o mais potente Sigma 1.6l TiVCT, gerando 128 cv no etanol ou 125 cv na gasolina.

A transmissão pode ser manual com 5 velocidades ou automática de 6 marchas sequenciais.

Todas as versões – hatch ou sedã – contam com direção elétrica, freios ABS e airbag duplo frontal.

Versões doFord Fiesta

  • Assim como outras linhas da Ford, o New Fiesta (Hatch e Sedã) é dividido em linhas que vão do mais básico ao mais completo.
  • Em ordem, para a configuração curta as versões são batizadas como S, SE, Sport e Titanium, enquanto para a carroceria sedã estão disponíveis apenas as linhas SE e Titanium, porém com a possibilidade de complementar o veículo com o pacote Plus, que aumenta a segurança com a inclusão de 5 outros airbags (lateral, cortina e para os joelhos do motorista) na linha SE e adiciona teto solar elétrico ao Titanium.
  • A linha básica S do New Fiesta Hatch vem equipada com ar condicionado, alarme antifurto, ajuste de altura e profundidade do volante, faróis com temporizador, ajuste elétrico dos retrovisores externos, travamento elétrico e automático das portas, computador de bordo, sistema My Connection com rádio AM/FM, bluetooth e entradas auxiliar e USB.

Já a sequência SE é a primeira a poder receber o motor 1.6l TiVCT e a transmissão automática e conta com faróis com máscara negra em todos os veículos, além de ar condicionado digital e automático, controle de estabilidade e tração AdvanceTrac, assistente de partida em rampas HLA, chave programável My Key, sensor de estacionamento traseiro, SYNC Media System com rádio AM/FM, CD player, bluetooth e entradas USB e auxiliar, com suporte a comandos de voz para áudio e telefonia, tela multifunção de 3,5”, AppLink e volante com controles de áudio nas versões de motorização mais potente.

O New Fiesta Sedan pode receber o pacote Plus de segurança, com 7 airbags no total.

A linha Sport do New Fiesta Hatch vem equipada com câmbio manual de 5 marchas e motor 1.

6 TiVCT, faróis escurecidos, AdvanceTrac, farol de neblina dianteiro, brake-light, retrovisores externos com indicador de direção, SYNC Media System, e possibilidade de ler e enviar mensagens SMS pela central multimídia quando há celular conectado e o Kit Sport, com aerofólio traseiro, saias laterais, dianteiras e traseiras e rodas de liga leve aro 16”.

No topo da linha está a versão Titanium, tanto no hatch quanto no sedã, que além dos itens das outras versões, oferece sistema de partida sem chave, bancos revestidos em couro, 7 airbags frontais, laterais, cortina, e para o joelho do motorista, sensor de chuva para ativação automática dos limpadores de para-brisa, acendimento automático dos faróis, piloto automático, e rodas de liga leve aro 16”.

Com  pacote Plus, a versão sedã também inclui luz ambiente personalizável, sistema MyFord Touch adicional ao SYNC Media System com navegação e tela de 6,5” sensível a toques e câmera de ré.

Ford Fiesta Titanium Plus EcoBoost 2017

Todos os itens do Titanium Plus 1.6 e mais o motor 1.0 turbo a gasolina, de 125 cv e 17,3 kgfm, entregues entre 1.400 e 4.000 rpm.

O motor 1.5l da Ford percorre até 7,6 km/l urbanos e 9,4 km/l rodoviários com etanol no tanque ou 10,7 km/l na cidade e 13,4 km/l em rodovias com gasolina.

Já o motor 1.6l TiVCT chega até 7,5 km/l em ruas e 9,5 km/l em estradas com etanol ou 10,6 km/l em ambiente urbano e 13,8 km/l fora da cidade quando abastecido com gasolina.

  1. A longa historia da Ford no mercado nacional garante ao New Fiesta uma rede de amparo excelente, com facilidade para encontrar serviço autorizado ou oficial e peças de reposição.
  2. A construção do carro também favorece o acesso às partes que eventualmente precisam de manutenção, diminuindo o custo de serviços.
  3. Ainda assim, manter um desses carros com o equipamento em ordem não é tão barato quanto se espera, em parte devido às peças importadas, em parte por causa da tecnologia envolvida no reparo do veículo.
  4. Ao menos em termos de manutenção, portanto, o New Fiesta perde para alguns de seus concorrentes no segmento de compactos premium, como o HB20 (Hyundai).
  5. Perdendo até 13,4% do valor do novo após passar um ano rodando pelas vias brasileiras, o New Fiesta não consegue segurar seu valor tão bem quanto outros compactos da mesma categoria.
  6. Continue com a gente e encontre em todo o Brasil as melhores oportunidades do carro Ford Fiesta.

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