Browsing articles tagged with " Sorriso"

Tempos de escola…

Apr 26, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

Educacao

Esqueça, por enquanto, os indicadores e o esforço das políticas nacionais em criar mecanismos de avaliações para medir a qualidade da educação neste amplo território.

Jogue fora, depois você pode até revirar a lata de lixo procurando os métodos de ensino de apostilas, até porque você será cobrado exatamente por isso, os “conhecimentos” condicionantes para o vestibular, quantos alunos entraram na Universidade de São Paulo é o que vale para definir o que é uma boa escola. Mas na verdade não é isso. Alguém inteligente pode nem ter diploma.

Essas técnicas de nada servem quando seus chamados alunos chegam com perguntas acerca da vida, sexualidade, existência… posso ver, em infinitas situações, as indagações dos educandos barradas para que o cronograma, o programa, as imposições de treinamentos, as violências neoliberalistas, para encaixar o sujeito nas normas já estabelecidas, sejam cumpridas, sanadas.

Nem é disso que mais lembramos como coisas boas no ambiente escolar. Tá, o chato às vezes é necessário. Mas tem mesmo que ser a única e insistente opção?

O que é mais importante, se relacionar com as pessoas a sua volta ou os conteúdos que devem ser aplicados?

Lembre-se de como você mesmo era na escola. Hoje, os comportamentos cobrados eram exatamente os que você preservava em seu coração em abundância. Poxa, virou professor e se esqueceu de como você era quando aluno? Leia mais >>

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Velhos e novos sons

Feb 21, 2014   //   by Jean Mello   //   Blog, Músicas  //  No Comments

Música e literatura transformaram-se, nos últimos cinco anos, em minhas maiores expressões de vida. Em diversas de minhas produções compartilho esses conteúdos. Agora, ao organizar minhas músicas, aglutinei todas em apenas um lugar que, para variar, estão disponíveis de graça. Clique na imagem e seja direcionado. Ajude a divulgar…

Jean Tocando

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Uma criança sorriu pra mim

May 23, 2013   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  2 Comments

Estava lendo um livro técnico dentro do metrô, estação da Luz. Fui surpreendido por um sorriso genuíno, uma criança. Ela me olhava, não resisti, correspondi tentando devolver com a mesma empolgação.

Não tinha mais como continuar a leitura, aquele acontecimento era bem mais importante que qualquer início de pesquisa para melhorar a qualidade de meus textos em determinados assuntos que sou um tanto quanto limitado, sem conhecimento ou repertório para bancar a responsabilidade de comunicar, fazer de conteúdos utópicos, como os que construo, recheados de informações e conhecimentos.

É, mas minha missão teve que parar apenas nos planos momentâneos, alguém estava me olhando. Desceu do colo da mãe e veio brincar comigo, ainda com um sorriso no rosto, tentando verbalizar algumas palavras. Não tive como resistir… Acho que um dia – que tinha tudo para ser como outro qualquer – passou a ser especial naquele exato momento. No restante do meu percurso do não tão vazio metrô de Sampa, fui agraciado. Até a estação Jabaquara uma criança, batendo em minhas mãos, pegando na alça de minha mochila, ainda falando palavras que um adulto ignorante como eu não conseguia entender, era apenas a linguagem dela, mas, ao mesmo tempo, em meio a todas aquelas pessoas, ela queria se comunicar comigo. Não sou especial, ela que é. Porém me senti especial, por um momento esqueci-me de qualquer problema, parece que o tempo parou, sem exagero.

Nem tudo está perdido, ainda existe alguma faísca acesa de amor. Às vezes penso que em meio a tantas desmotivações existentes nesse mundo – principalmente as que são voltadas às criações delirantes dos adultos gananciosos – ser surpreendido por um olhar infantil, que trouxe, pelo menos naquele instante, o Reino dos Céus para bem perto, é uma das coisas que mantém alguma esperança viva, sentimento constante e forte. Não se trata de reducionismo acerca de questões complexas. Apenas uma maneira simples de ver algo que poucas pessoas percebem, um sorriso puro e que transmite algo inenarrável.

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A ilusão da ostentação

Apr 27, 2013   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

O problema da ostentação é justamente a exaltação exagerada do consumo. Poder em que o que é caro pode calar vozes que antes tinham o que dizer. Irmãos e irmãs ajoelhados diante das ilusões enfiadas goela abaixo.

Calma, deixe-me explicar meu singelo ponto de vista. Demorou para chegar nas mãos dos mais pobres o direito capitalista de consumir – em quantas parcelas for necessário – aquilo que antes era impossível a população de baixa renda ter acesso. Os efeitos disso não são imediatos, as parcelas são longas e ainda sem entrada. Como tudo, vai demorar muito tempo para que percebam. Até lá inventam outra coisa.

Problema nenhum quem nada tinha ter o direito de ter, desde que o produto não se transforme no deus nosso de cada dia. Sim, parece que os carrões que vemos circulando nas quebradas, os celulares com mais músicas que as baladas, os computadores, as motos etc., serviram como algo paliativo para diminuir ainda mais a possibilidade de percepção de que ainda falta educação de qualidade, uma saúde que realmente atenda as necessidades das pessoas que mais precisam, a falta ou sucateamento de espaços para promoção da cultura das e nas periferias do Brasil.

Pode parecer demagogia, quem não quer ter o melhor? Quem não quer impressionar? A resposta é simples: o que mais vale não é o que queremos, e sim o que realmente precisamos. Quais coisas almejamos realmente? O que nos impulsionaria a ter ligação não apenas com os bens simbólicos, e sim com o poder de mudar a realidade? Não precisa se esconder e nem colocar debaixo do tapete a sua resposta. Se coloque para que possamos ouvir o que realmente pensa, sem máscaras, sem qualquer maquiagem. Cansei de falsos sorrisos quando o que realmente precisamos é de sinceridade.

Excesso de motos, carros, desejo, perdição, ostentação. Antes não tínhamos nada disso, agora temos. Legal, mas estão nos negando outra coisa maior.

Estão nos entretendo, não mais apenas com as histórias colossais novelísticas ou do amplo mercado cinematográfico. Não mais apenas com as drogas mais pesadas e com alto poder destrutivo. Multiplicou-se o foco ilusório aos quais estamos submetidos. Sim, duro admitir, mesmo com novidades que podem ser comemoradas sem nenhum tipo de culpa, arrogância ou exagero: nossas quebradas estão quebradas. Ainda estamos divididos na percepção ou não percepção. Ainda, infelizmente, iludidos.

Retratos alienados, mentes vazias ou ocupadas apenas pelo desejo de ter mais. No meu entendimento estamos cercados de artifícios que não permitem que realmente tenhamos a chance de saber o que está a nossa volta. Nossos sonhos estão quebrados, em detrimento do exacerbado consumo. “Pobre é o diabo, eu odeio ostentação”, diz Mano Brown. Não odeio quem ostenta, apenas não gosto do que tentam imprimir na multidão enquanto prioridade, acima de tudo e de todos. Quem não quer ter? Isso vale mais que os seres humanos?

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Só não quero correr o risco de desistir de lutar

Mar 17, 2013   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Poesias  //  No Comments

Risco de ganhar

Risco de perder

Risco de viver

Risco de morrer

Risco de não lembrar o nome dela

Risco de abraçar quem se ama

Risco de correr do afeto a todo tempo

Risco de não confiar mais em ninguém

Risco de deixar de lado oportunidades únicas

Risco de abraçar algo e ir até o fim

Riscos que não quero correr

Riscos que tenho a obrigação de correr

Risco de sonhar de modo exagerado

Riscos utópicos

Risco da falta de fé

Risco de contrair alguma fé alienante ou doentia

Risco de perder tudo

Risco de não entender as palavras mais importantes

Sei que todos nós corremos o risco de ir em direção ao nada

Risco de se perder nos labirintos da existência

Alguns riscos vale a pena correr

Outros, porém, é bem melhor deixar de lado

Só não quero correr o risco de desistir de lutar

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Coração livre do egoísmo

Mar 16, 2013   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

Com amor nas mãos e o sentimento de um sujeito inacabado nesse miserável coração. Em busca do inalcançável. Em sinergia com o medo atual que invade cada sentimento impuro.

Multiplicando o que pode gerar vida. Com as mãos estendidas para dar vazão ao que brota em uma mente antes infértil. Agindo, repartindo, com a vontade plena de viver a comunhão genuína, amorosa. Desejoso em ver o que não pode ser visto sem os olhos da fé.

Confiança alienada não é confiança, consiste em ilusão. Doença dos nossos dias, cegueira extrema. Mantenha os olhos abertos e as atitudes em completa coerência. Não consigo pensar um ser humano agradável que não alinhe discurso com prática.

Dureza em não ouvir quando necessário. Quando será que assumiremos nossos escandalosos erros? Horripilante o terreno pavoroso que estamos pisando sem saber. Desejamos, alcançamos e depois jogamos fora, sem qualquer arrependimento.

Palavras, não as que são jogadas ao vento, em terra arenosa ou campo rochoso. Sem saber o que me espera e o que espera as pessoas que amo. Sabendo, sei que posso dizer que sei, que mesmo na tribulação existe paz.

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Segunda dose… Mais alguns sons pra você!

Feb 23, 2013   //   by Jean Mello   //   Blog, Músicas, Vídeos  //  No Comments

Mais sons, esses não ouvi no final da tarde. Foi em um horário qualquer… Algumas mensagens de família… Outras delas sobre coisas da vida! Repetindo a recomendação, se ligue na mensagem, nada mais que as palavras, deixando de lado o preconceito que é responsável por muitas barreiras que já vimos. Está preparado para repetir a dose?

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