Browsing articles tagged with "Arquivo de Sorriso - Jean Mello"

Metáforas do Caminho (extraído do livro “Intocado”)

Set 9, 2017   //   by Jean Mello   //   Blog, Intocado, Poesias  //  No Comments
Foto: Johannes Plenio

Foto: Johannes Plenio

Para saber mais sobre o livro “Intocado”, clique aqui.

 

passos guiados

pelas ruas insanas

na beleza do porvir

 

sofrimento calado

em um mundo que se põe

a girar sem parar

estamos nas mãos dos deuses? Leia mais >>

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Filosofia atemporal (extraído do livro “Intocado”)

Ago 16, 2017   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Intocado, Poesias  //  No Comments

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A poesia atravessa o mundo, ou seria a alma do poeta em versos e estrofes, prosas sem fim?

Sempre que penso nas técnicas avançadas de escrita, deduzo que elas só se aplicam aos poemas se antes o poeta se preocupar em colocar a alma no papel. Se assim não for, as técnicas servirão apenas para a forma ou norma culta da escrita, para o escritor se contentar com o fato de sua escrita caber em uma forma (como as de bolo), em prol do simples formato aceito por grupos que determinam o que é ou não culto. Leia mais >>

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“Liberdade para todas as idades”

Abr 18, 2017   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

parque-da-independencia_aerea_helio-nobre (1)

às margens plácidas
do nosso Brasil colonial
hoje escrevo mais que poesia ou prosa
construo minha própria história
Parque da Independência

(“Hasteando a Bandeira”, Jean Mello)

Desde pequeno adoro parques, está no escopo de minha educação familiar. Saídas com meu pai e meu irmão, com uma bola de futebol debaixo dos braços, era sinônimo de um dia inteiro cercado de árvores, diversão à beça, crianças e adultos em um só espaço, todos com apenas um objetivo, liberdade. Leia mais >>

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Auri Verde Chácara – Sarau

Nov 24, 2015   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Músicas  //  No Comments

Auri

Essa ONG chamo carinhosamente de Auri. São amigos, parceiros de um ano de muitas conquistas. Sim… Estarei divulgando e vendendo meus livros nesse evento. Para muitos esse lugar é longe, mas vale à pena. Posso contar com sua presença?

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FLINKSAMPA – Festa do Conhecimento, Literatura e Cultura Negra

Out 9, 2015   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  2 Comments
Luciano Ogura

Luciano Ogura

O lançamento do meu novo livro, Exalando Esperança, aconteceu de maneira inesperada na Casa das Rosas em um evento simplesmente mágico, a Feira de Publicações Independentes.

Agora, novo passo. Em novembro, mês da Consciência Negra, exatamente nos dias 13 e 14, farei duas palestras na FLINKSAMPAFesta do Conhecimento, Literatura e Cultura Negra, no Memorial da América Latina.

Quem acompanha meu trabalho sabe que finalizarei 2015 com duas publicações. Uma delas, ainda não citada por aqui, Fim de Tarde, estará disponível para venda na primeira semana de novembro.

Falarei sobre o processo de produção de ambas, o quanto estão ligadas à educação de crianças, jovens e adultos, inspiração e pesquisa para conceber os contos e crônicas que grafo no papel e nas mídias sociais desde 2008, tudo em forma de diálogo e não apenas de modo expositivo. Finalizarei com a tarde de autógrafos.

Inspirador participar de um evento em que o homenageado será o cantor, compositor e escritor, Martinho da Vila.

Ficarei ainda mais feliz se puder contar com sua presença.

Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda, São Paulo – SP.

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Resenha do livro de autoria de Jean Mello, Crônicas Perdidas

Abr 16, 2015   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

PERDIDAS, PORÉM ACHÁVEL.
Por: Germano Gonçalves.

Capa

Conheço Jean Mello e sua obra, procurarei aqui não falar do amigo que é, e toda minha consideração a sua pessoa…

Vou aqui apresentar os fundamentos de sua obra e toda sua maneira de entender ou interpretar as coisas, com integridade. Serei breve como manda uma boa resenha.

As coisas devem ser encontradas e, entre pessoas ou coisas, no meio em que vivemos é preciso recriar o mundo. Em “Crônicas Perdidas”, Mello quer nos direcionar, ou melhor, nos atentar a ver e examinar cuidadosamente as coisas do mundo, os afetos das pessoas, o grau de formalidade ou de intimidade entre os transeuntes de uma cidade, uma vez que o autor nos revela a sua capacidade de notar um vazio nas pessoas  ̶ o desinteresse por uma cultura digna; as pessoas se mostrando apressadas; o orgulho de quem anda de carrão e passa do nada para o nada, como o autor menciona em sua primeira crônica “O pouco que vejo em minha cidade…” (p.15), de onde extraio essa parte do texto: “Foi angustiante ver os carros passando, no trânsito da vida, com pressa, ou nem tanto assim, em direção ao nada que os esperam”. Podemos notar que a humanidade está cada vez mais em um pensamento próprio, diria egoísta, pensando em seu próprio umbigo, porém, vale lembrar, nas palavras do autor, que todos nós vamos para o mesmo lugar, e que desta vida nada se leva.

Esta obra muito espetacular, tanto na qualidade como no conteúdo onde Mello nos relata fatos sociais com firmeza e coerência de atitudes, e com um grande domínio de si mesmo, podemos perceber, caro leitor, a grandeza e a qualidade ou estado de proeminência que as palavras ali escritas junto com os relatos reais do dia-a-dia, vão te impressionar e fazer com que se tenha outra visão de mundo, apresentada pelo autor.

Ele nos mostra, em seus relatos, um processo ligado essencialmente à ação, à consciência e à situação dos homens, pelo qual se oculta ou se falsifica essa ligação de modo que apareça o processo (e seus produtos) como indiferente, independente ou superior aos homens, seus criadores. É no decorrer das descrições que podemos notar um estado de espírito, em que encontramos um Marx (ver marxismo), nas situações resultantes dos fatores materiais dominantes da sociedade, sobretudo no sistema capitalista, em que o trabalho do homem se processa de modo que produza coisas que imediatamente são separadas dos interesses e do alcance de quem as produziu, para se transformarem, indistintamente, em mercadorias. Ou até mesmo um Hegel (ver hegelianismo), no processo essencial à consciência, em que para o observador ingênuo o mundo parece constituído de coisas independentes umas das outras, e indiferentes à consciência. Ao valorizar essas teorias, posso afirmar que tudo isso foi pensado por Mello, o que nos remete a rever educadores, que fazem a diferença em um ensino mais qualificado para o lado social, sem repressão e com mais humanidade, dando toda importância para a escola, um lugar que o autor destaca no capítulo: “A importância da comunidade escolar…” (p.24), colocando os professores como verdadeiros heróis e aborda o papel das instituições não governamentais, os terceiros setores, mas não se esquece da criança que vai para a escola por causa da merenda…

Esse escritor está me saindo um belo educador, e é só você, leitor, que ao ler essa obra vai concordar comigo. Leva-nos a retomar a escola de gaiola, muito comentada pelos professores do ensino universitário, em referência ao grande Rubem Alves! E Mello nos torna grandes também porque é entendedor de uma educação mais humanitária, com a participação da família, escola, estado todos em comum acordo para termos um ensino de qualidade.

As “Crônicas Perdidas”, caro leitor, deixo-as para você ler, e afirmo será de grande importância, não apenas por mencionar Mello como educador, que suas crônicas servem só para professores, mas entendamos que o autor é um ser humano, que sabe muito bem como escritor colocar as dificuldades de uma sociedade e de quem as pertence, pois menciona em seus relatos, a juventude, os problemas sociais, tendências do pensamento, ou modos de pensar em que se dá grande importância à noção da existência de raças humanas distintas. Em se tratando do racismo, encontramos em seu texto: “Racismo ao contrário: pura hipocrisia” (p. 39), o racismo como uma impostura, fingimento, simulação, falsidade e, entre as funções de exprimir a falta de informação sobre determinado fato, a inversão da ordem de valores de uma sociedade. Conseguiremos nos salvar ou estamos mesmo perdidos à nossa própria sorte ou às crônicas da vida real?

Não deixem de ler esta obra, pois não pode ficar no anonimato os ideais deste autor, que nos leva à reflexão da vida, das causas sociais, que afligem com a afetação duma virtude, dum sentimento louvável que não se tem, e que para tanto como ele afirma em: “Continue a escrever o livro da vida” (p. 50), para que não vivamos à deriva. Nesse texto, vamos dizer assim, ele traz menções bíblicas, para nos alertar perante a qualidade do que é vão, ilusório, instável ou pouco duradouro: viver todos os dias como o último e, ao mesmo tempo, o primeiro, porque a vida é só uma, não se tem segunda chance, então, façamos o melhor (p.51).

Diferente de muitos jovens, pois o autor é jovem, mas possui a consciência de que o tempo passa, e esse atributo não é só para com ele, pois quer chegar à velhice e poder dizer, o racismo acabou, não existe mais injustiças, mas que fique bem claro em forma de reflexão, como ele mesmo afirma: “Estou propondo, aqui, apenas uma reflexão, uma junção de realidade… para diminuir as discrepâncias” (p. 64), e ele se preocupa também com o que irá dizer aos seus filhos!

Chegando ao fim dessas maravilhosas páginas, tenho que mencionar: “Feliz dia das Mães” (p.68), em que o autor agradece por ainda poder dar feliz dia das mães e nos atenta para que todos tentem compreender a situação das crianças que são abandonadas, e respeitem todas as mães, independente das situações familiares em que se encontram. Eu gostei muito deste texto, Mello está de parabéns!

E por falar em terminar esses relatos, no começo disse que não iria falar do amigo escritor, e não vou falar. Não que não mereça, pois teria que lhe direcionar uma biografia, para falar desse grande ser humano, que diz não ao sistema, e quer estar fora dele, e não quer contribuir para construir um… Pois bem, só quero caro leitor, dizer que este autor, que eu digo não querer falar dele… Ele falou de minha pessoa, me fez uma homenagem nessa obra, com um conto que escrevi “O homem que queria todas as coisas” (p. 80). Aqui, quero agradecer por mencionar em sua obra minhas palavras!

E assim termino esse relato, mas não sem antes dizer que Mello também é um escritor periférico, gente da gente, sente em seu coração que tem por obrigação fazer algo pelo social e, como se pode notar aqui nesses escritos, mais ainda pela educação, que ele tanto clama por justiça, as “Crônicas Perdidas”. Mas que fique a dica, tudo pode se encontrar como diz um provérbio português: “Até as pedras se encontram”. Estaremos perdidos entre as crônicas de Mello, mas porém acháveis.

 

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Saudade Poética!

Jan 2, 2015   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Músicas, Vídeos  //  No Comments

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Saudade também é gatilho para inspiração. Essa é minha trilha sonora de agora.

Podemos sentir saudade do ontem. Sentir saudade do que nunca existiu. Temos essa única chance de ser quem somos ou aprimorar nosso ser.

Quase ia me esquecendo. Podemos simplesmente ter saudade de existir como humanos.

Palavras podem desencadear saudade. Imagens, fotografias de um tempo bom.

Pode existir também saudade do presente ou do porvir. Como é possível saudade de algo que acontece nesse momento ou de algo que ainda nem aconteceu? Simples, saudade é sensação, dentre outras coisas.

Existe a saudade poética. Essa apenas os poetas sentem. Não por exclusividade, mas pela diferença no sentir…

 

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