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Voando e ainda mantendo acesa a chama da esperança!

Out 13, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Músicas, Vídeos  //  No Comments

Voar Luther

Para quem ainda se lembra, um pouco depois de lançar meu novo disco, inaugurei em meu site uma série de escritos contando faixa por faixa as histórias das composições e como a inspiração poética me invade.

Trampo resgatar tudo isso na memória. Mas, falta apenas essa faixa, “Vou Voar, e a última, “Único e Soberano”.

 

***

 

Talvez seja o reflexo maior daquilo que muitos consideram pura utopia, inclusive em meio aos cristãos descrentes. Seria uma contradição cristãos descrentes em Cristo? Sim, mas, com cautela quando olhamos, vemos aos montes. Leia mais >>

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Ao longe a solidão e a falta de amor…

Jul 29, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Músicas, Vídeos  //  1 Comment

Infinito

Infinito, som de arrebentar. Fazia dois ou três anos que eu não conseguia compor nada. Estava triste, desamparado, a inspiração havia me abandonado.

Hoje em dia sei que não foi nada disso… Algum tipo de experiência estava se organizando, vaidade que deixava de existir em parte de meu ser.

Olhei para alma, verdades deixaram de ser absolutas! Sentimentos, únicos, mesclaram-se com a vontade muito grande de compor uma nova música. Estava eu em minha casa, sábado, preparando-me para uma pregação para jovens no dia seguinte. Peguei o violão que estava encostado no canto e, logo de pronto, chegaram as palavras:

Olhei para o infinito e vi
Ao longe a solidão,
A falta de amor tão sem razão.
O tempo passou e não senti…

Não demorou nada para as próximas frases serem engatadas. Infinito, em meus dias, tornou-se um hino de vida. Sim, desabafo preso no peito e que, em poucos minutos de som, se soltou em forma de música poética.

Tanto é que no dia seguinte ao da composição, naquele culto que eu disse que ia pregar, mostrei a música para galera. Quem lá estava chorou de emoção.

PS – Para baixar o disco completo, clique aqui.

 

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Ainda vejo o mundo regredir…

Abr 6, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

Lógico que a urgência emerge em meio às palavras dos poetas. Sorrisos e lágrimas em palavras nas entrelinhas ou com uma força que a alma alienada, anestesiada, não aguenta.

Vejo, assim como as palavras do poeta, o mundo regredir entre a fé, ou a falta de fé, e o dinheiro. Algumas das minhas reflexões por aqui ressaltam exatamente estes pensamentos. Não tenho longe de mim qualquer espinho na carne.

As palavras que te cercam querem apenas te enganar. Ouça, antes de tudo, a força daquilo que sua consciência diz. Não queira atravessar o deserto mais de uma vez por falta de discernimento.

muro

Determinação, lutas sem fim em dias de chuva não de milagres. Vivendo, ao mesmo tempo, o sonho e o pesadelo. Enxergando a regressão dos sonhos estúpidos, mas que salvaria até o mais miserável dos homens. No chão fica apenas quem não se encontra.

Muita gente sente saudades de um tempo que demorava mais para passar. Geralmente isso acontece em uma das melhores fases da vida, infância. Lá mora a raiz de nossa memória, as ricas lembranças. Tudo é mais puro, apesar de em nenhum momento de nossa existência existir completa pureza. Mora também, em nossas origens infantis, nas raízes da infância, o começo das grandes realizações.

Podemos nos tornar pessoas tristes ou alegres, dependendo do quanto de ciência temos. Não necessariamente estrutura emocional define a fortaleza para enxergar a realidade, distinguir não o certo ou errado, mas que o impossível é só questão de opinião. Leia mais >>

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Uma criança sorriu pra mim

Mai 23, 2013   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  2 Comments

Estava lendo um livro técnico dentro do metrô, estação da Luz. Fui surpreendido por um sorriso genuíno, uma criança. Ela me olhava, não resisti, correspondi tentando devolver com a mesma empolgação.

Não tinha mais como continuar a leitura, aquele acontecimento era bem mais importante que qualquer início de pesquisa para melhorar a qualidade de meus textos em determinados assuntos que sou um tanto quanto limitado, sem conhecimento ou repertório para bancar a responsabilidade de comunicar, fazer de conteúdos utópicos, como os que construo, recheados de informações e conhecimentos.

É, mas minha missão teve que parar apenas nos planos momentâneos, alguém estava me olhando. Desceu do colo da mãe e veio brincar comigo, ainda com um sorriso no rosto, tentando verbalizar algumas palavras. Não tive como resistir… Acho que um dia – que tinha tudo para ser como outro qualquer – passou a ser especial naquele exato momento. No restante do meu percurso do não tão vazio metrô de Sampa, fui agraciado. Até a estação Jabaquara uma criança, batendo em minhas mãos, pegando na alça de minha mochila, ainda falando palavras que um adulto ignorante como eu não conseguia entender, era apenas a linguagem dela, mas, ao mesmo tempo, em meio a todas aquelas pessoas, ela queria se comunicar comigo. Não sou especial, ela que é. Porém me senti especial, por um momento esqueci-me de qualquer problema, parece que o tempo parou, sem exagero.

Nem tudo está perdido, ainda existe alguma faísca acesa de amor. Às vezes penso que em meio a tantas desmotivações existentes nesse mundo – principalmente as que são voltadas às criações delirantes dos adultos gananciosos – ser surpreendido por um olhar infantil, que trouxe, pelo menos naquele instante, o Reino dos Céus para bem perto, é uma das coisas que mantém alguma esperança viva, sentimento constante e forte. Não se trata de reducionismo acerca de questões complexas. Apenas uma maneira simples de ver algo que poucas pessoas percebem, um sorriso puro e que transmite algo inenarrável.

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