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Teaser Não Tive Medo (Clipe)

Aug 14, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Músicas, Vídeos  //  1 Comment

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O Rock é Negro

Jun 8, 2012   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Músicas  //  6 Comments

Nunca entendi os olhares acusatórios quando falo que sou adepto do bom rock. Palavras ainda mais duras me são ditas quando mostro que sou vocalista e compositor desse estilo musical.

Acredito que a maioria das pessoas não sabem que o rock é negro. Sim, com raiz de negritude, suas origens consistem no blues, talvez até remonte outras épocas, distintas formas, sem as distorções conhecidas, os longos e lisos cabelos de quem promove o som hoje em dia e, lógico, bem longe desse rótulo de rebeldia exacerbada que os artistas contemporâneos e os mais antigos se submeteram. O bom rock não é nada disso.

Pode ser que ele tenha alguma ligação com as brisas que estimulam a criatividade. Mas isso não dá o direito de dizer que ele está em sinergia completa com o uso de substância ilícitas ou lícitas. É, sobretudo, a derivação da dor de indivíduos que viam a realidade de forma diferente, ou sofriam preconceitos, discriminações ou investidas de racistas, que expressavam seus sentimentos através da arte. Escravizados que estavam a todo tempo mostrando que aquilo era uma condição imposta, e não a realidade que mereciam viver ou gostariam de estar.

Seres humanos como qualquer pessoa. Não eram santos, gostavam de algo qualquer que surgiu em uma plantação de algum país e sofreu as alterações humanas para, através da venda proibida, transformarem em alucinógenos. Sem contar a ‘cagibrina’, uma bebida ou outra, para combater o frio e a dor de perpetuar as mensagens pelas ruas. Pelo asfalto bem depois de “livrarem-se” da escravidão norte-americana. Artifícios para anestesiar a dor. Leia mais >>

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Qual é o sentido da vida?

Feb 5, 2012   //   by Jean Mello   //   Blog, Poesias  //  No Comments

 

Olhei para o infinito e vi

Ao longe a solidão,

A falta de amor tão sem razão.

O tempo passou e não senti…

Parei pra refletir e descobrir,

Qual seria o caminho a seguir?

As pedras tocavam meus pés,

Quando você chegou e me restaurou…

Qual o sentido da vida?

Eu pensei em te encontrar no caminho

E descobrir uma saída, de paz e de amor

Em que a gente (humanidade) se transformou?

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Aos diversos cronistas…

Oct 10, 2011   //   by Jean Mello   //   Blog, Crônicas, Músicas  //  2 Comments

Um amigo meu, pessoa que me ajudou a enxergar de forma diferente o conteúdo do livro que estou escrevendo, me disse que minhas crônicas mudam de assunto repentinamente e não aprofundo algumas coisas sérias que abordo. Dentre outras contribuições, das quais, todas elas, sem exceção, apreciei com muito carinho, a que mais chamou atenção foi essa que aponta quanto a forma que levanto os aspectos da sociedade que falo em meus escritos.

De modo algum discordei, mas, pensando durante vários dias e pesquisando outras pessoas que também considero cronistas [quem se entrega a esse “ofício” de descrever a realidade de modo mais livre e às vezes até “descompromissado”, através da escrita ou de outros tipos de arte que envolve uma maneira mais poética de se dizer aquilo que se vê, é cronista, essa é minha forma de ver], pessoas pelas quais aprendi a ter muito respeito, cheguei a conclusão de que muitas manifestações artísticas têm seu tema central e depois disso o discorrer em cima do tema ou de vários temas. Sim, eu sei que na origem etimológica e prática as crônicas tinham outro objetivo e sentido. Usando a definição de Konder, uma das que considero que mais faz sentido, a palavra crônica deriva do Latim chronica, que significava, no início da era cristã, o relato de acontecimentos em ordem cronológica (a narração de histórias segundo a ordem em que se sucedem no tempo). Era, portanto, um breve registro de eventos. Com o passar do tempo isso mudou. Mas, mesmo que não tivesse mudado, sem desvalorizar a origem das coisas, que sentido teria algo que não pudéssemos atribuir outros sentidos?

Um artista que não atribui “seu próprio sentido às coisas” não é artista. Naturalmente pode se entregar e entregar aos outros, a quem lhe acessa ou é acessado por sua arte, essa riqueza originada daquilo que vem de dentro, transformando pensamento e sentimento em livro, quadro ou música. Na música brasileira, por exemplo, temos vários cronistas, gente que fala o que vê sem se preocupar com os ditos métodos. Nem falei logo de cara da literatura, porque está mais que explícito que as crônicas, poesias ou romances, são praticamente a porta de entrada para quem se apaixona pelo ato de ler e depois o de escrever, se expressar pela veia poética.

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