Browsing articles tagged with " Poesia"

Sarau Virtual… [entrevista com André Luiz dos Santos e Angélica Rente]

Aug 29, 2011   //   by Jean Mello   //   Blog, Entrevistas  //  7 Comments

Angélica Rente e André Luiz dos Santos são meus amigos de faculdade, de quando estudava na Universidade São Marcos. É até irônico chamar um professor de amigo, o tradicionalismo acadêmico não permite tamanha “heresia”. Só não deixo passar que estou falando de alguém com uma bagagem técnica, prática e teórica, que inspirou e inspira muita gente na universidade e fora dela. Essas são palavras minhas e não dele. André Luiz dos Santos

Ao mesmo tempo, nem sei o que perguntar, para uma das pessoas que me deu um empurrão, mesmo sem perceber, para que meus olhos se abrissem para a sinergia entre a arte e a educação, por exemplo. Sim, nem sei se ela sabe, mas, Angélica Rente contribuiu para isso…

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E nos últimos tempos o amor de muitos…

Aug 10, 2011   //   by Jean Mello   //   Blog, Crônicas, Entrevistas, Vídeos  //  4 Comments

Nem dá pra saber o que escrever e o que dizer… Uma coisa que já me vem à mente é que temos uma história muito inconstante e repleta de coisas boas e ruins. Agora, qual é a família que não tem? Como nos ensinou nosso grande amigo e redentor, Jesus Cristo, quem nunca errou que atire a primeira pedra. Aliás, se não fosse o evangelho, puro e simples, o que seria de qualquer um de nós? Pena que são inúmeras as coisas que ofuscam nossa visão acerca da verdade, simplesmente porque quase nada nesse mundo pode se colocar diante Dele; quase todos os olhares são interesseiros; vivemos em um mundo em que a pureza está apenas nas crianças. Mas, mesmo assim, quando elas [as crianças], passam a conviver com os adultos, a única coisa que elas aprendem é como ser impuras. Sim, elas ficam soberbas, amarguradas, manipuladoras, mentirosas, etc., tudo pelo fato de sermos inspiradores de tudo que consiste no não perdão e na falta de amor sem razão. Não sabemos amar! Deve ser por esse motivo que Jesus disse para sermos como as crianças, delas é o Reino dos Céus. Já pensou se fossemos assim? Não conseguimos: política, trabalho, cartão de crédito, interesses, racismo, preconceito, sentimentalismos manipuladores, inconstância atrás de inconstância, verdades absolutas, caindo de engano em engano. Além de tudo isso, ainda, para a tristeza de todos, vemos, enquanto humanos, diversas formas de tirar proveito das situações.

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Eduardo Galeano: Sangue Latino

Aug 3, 2011   //   by Jean Mello   //   Blog, Vídeos  //  6 Comments

Uma das entrevistas mais profundas que já vi… Apenas para ilustrar a militância de um pensador que contribui para manter acesa a chama de algumas práticas em prol das mobilizações sociais.

Esse é o tipo de vídeo que fala por sí só e não precisa de muitas explanações antes das imagens. Além disso, serve de base para formação de educadores – pensadores de um modo geral – que deixaram de ter esperança. Utopia – caminhar para algum lugar é necessário, para isso é preciso ter aspirações. Em diversas das entrevistas dessa série, nomeada como Sangue Latino, criada pelo jornalista Eric Nepomuceno, ele pergunta aos entrevistados como eles definem a questão da utopia. Bem, pra que você possa ver essa entrevista, permita que eu comece praticamente pelo final dela. Deixe o próprio Eduardo Galeano dizer como ele define essa palavra que está entre as que mais aprecio: A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar. (Eduardo Galeano)

Eduardo Galeano • Sangue Latino from Breno Cunha on Vimeo.

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Dennis Portell, educador…

Apr 14, 2011   //   by Jean Mello   //   Blog, Entrevistas  //  5 Comments

Na semana passada alguns leitores acompanharam a entrevista que fiz com o Urbanista Concreto, um grande escritor e responsável por grandes articulações de incentivo à leitura.

Nesta oportunidade converso com alguém mais jovem. Mas, nem sempre juventude é sinônimo de inexperiência ou falta de mobilizações sociais, ainda que elas sejam mais virtuais, como é o caso de Dennis Portell, estudante de História e Geografia, músico e criador do blog Manifestando-se.

Alguns sabem que se trata de um grande amigo que vem desvendando o caminho da educação. Engana-se quem acha que apenas por ser estudante ele não tem experiência – cada coisa tem seu tempo e a maturidade vai nascendo a cada vivência.
Ao longo da entrevista quero dar ênfase na questão das mobilizações virtuais que são feitas por Dennis e alguns encontros, pelo menos os últimos que ele participou, em sua opinião apenas como aprendiz. Na verdade, nem a mobilização que ele tem feito no mundo virtual está desdobrando o que ele espera. Porém, em minha modesta opinião também como uma espécie de mediador, sabendo que os mais experientes também vê um quê de esperança em ver alguém tão jovem e tão mobilizador, ao mesmo tempo, acho que o que ele considera pouco tem sido suficiente. Na verdade, esse é um espaço que também serve para que a pessoa entrevistada possa pensar suas próprias práticas, acertos e erros, conquistas e passos importantes a dar e tirar suas próprias conclusões quanto a fase que está na vida. É por isso que nessa série de entrevistas farei questão de conversar com uma diversidade de pessoas. É a diversificação de ideias e de visões de mundo que devem estar nesse blog. Por isso, as falas não são de Jean Mello. Este, que proporciona esse pequeno espaço, é um mero mediador.

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O Urbanista Concreto

Apr 6, 2011   //   by Jean Mello   //   Blog, Entrevistas  //  4 Comments

Lançamento do Livro Pelas Periferias do Brasil - Germano está de blusa azul com listra branca

O Urbanista Concreto, Germano Gonçalves Arruda, nascido em São Caetano do Sul, em abril de 1963, inaugura uma série de entrevistas que serão publicadas nesse espaço. Um dos objetivos é dar visibilidade a algumas ações que remam contra maré no Brasil e em outros países.

Germano é ativista cultural, escritor, participante e educador do Projeto Social Cultural Gente, localizado no Parque São Rafael, Zona Leste de São Paulo. Tive a oportunidade de visitar Germano em seu espaço de atuação pedagógica e perceber um pouco mais de perto, detalhes de seu trabalho de incentivo à leitura com crianças, jovens e adultos.

Em seu blog, apresenta-se como o caminho para a literatura, pelas diversas atividades que faz em prol ao incentivo à leitura, que vão desde a escrita e leitura, até a distribuição de livros e outros materiais para fomentar o conhecimento da história de seu bairro e até mesmo de sua veia poética. Vamos à entrevista…

Jean Mello – Que atividades você praticou e pratica (com alguma freqüência), de incentivo a leitura?

Germano Gonçalves – Atualmente eu pratico as oficinas de incentivo à cultura no meu Espaço Urbanista concreto na Casa de Cultura do Pq. São Rafael, mas realizei dois trabalhos de incentivo à leitura denominado de: “O DIA DO LIVRO NA MÃO” e o “FANZINE RUAS”.

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A voz do Paradoxo

Mar 28, 2011   //   by Jean Mello   //   Blog, Poesias  //  1 Comment

O paradoxo entre a fé e razão
Entre a dúvida e a certeza
Entre o amor e a ilusão
Que destoa minha tristeza
Não é mais do que a busca
Intrinseca em entender o que é o amor
Em entender o que é a entrega
Abrir mão do seu querer
Em meio aos meus sonhos surge a voz
Que interrompe o meu sono
Me desperta para o dia
Mais um dia surreal
Voz de alguém que se levantou
Enquanto muitos  se deitavam
Voz de alguém que trabalhou
Quando outros descansaram
Voz de alguém que abraçou
Mesmo a quem a desprezasse
Bastará meu despertar?
Tirar os meus pés da cama, terá algum proveito?
Se não for pra entender
O que é esse entregar
Eu prefiro me ajeitar
De novo em meu travesseiro

Autor: Dennis Portell

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Poema Circense

Mar 27, 2011   //   by Jean Mello   //   Blog, Poesias  //  1 Comment

Atirei meu coração às areias do circo como se atira ao mar uma âncora aflita. Ninguém bateu palmas. O trapezista sorriu, o leão farejou-me desdenhosamente, o palhaço zombou de minha sombra fatídica.

Só a pequena bailarina compreendeu. Em suas mãos de opala, meu coração
refletia as nuvens de outono, os jogos de infância, as vozes populares

Depois de muitas quedas, aprendi. Sei agora vestir, com razoável destreza, os risos da hiena, a frágil polidez dos elefantes, a elegância marinha dos corcéis.

Todavia, quando as luzes se apagam, readquiri antigos poderes e voô. Voô para um mundo sem espelhos falsos, onde o sol devolve a cada coisa a sombra natural e onde não há aplausos, porque tudo é justo, porque tudo é bom.

Autor: José Paulo Paes

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