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Participação na Rádio Web Conectados

Nov 12, 2016   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Músicas  //  No Comments

Rádio Web Conectados

Na quinta-feira (10/11/2016) fui entrevistado, junto com a cantora e multi-instrumentista Lorena Hollander,  no Programa Tribo Urbana, nos estúdios da Rádio Conectados. Confira na íntegra o conteúdo.

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Auri Verde Chácara – Sarau

Nov 24, 2015   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Músicas  //  No Comments

Auri

Essa ONG chamo carinhosamente de Auri. São amigos, parceiros de um ano de muitas conquistas. Sim… Estarei divulgando e vendendo meus livros nesse evento. Para muitos esse lugar é longe, mas vale à pena. Posso contar com sua presença?

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Jean Mello: “Meu combustível é a utopia”

Jul 28, 2015   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Entrevistas, Poesias, Projetos  //  No Comments

 

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Jean Mello se define escritor-músico e ressalta que estas duas expressões criativas são indissociáveis em sua vida, embora entenda que ser músico “transcende tudo”. Ele também é educador e esta realidade o transformou em um pensador que encontra combustível na utopia para propor alternativas para repensar a formação dos indivíduos.

Começou a tocar violão aos doze anos de idade, irritando os demais habitantes da casa ao treinar depois da aula: “Aprendi ouvindo muito as músicas que gostava e comprando as revistas nas bancas de jornal. Treinava sempre após voltar da escola, esquecendo até das atividades educativas formais”, conta.

Sua trajetória com a música o fez descobrir que gostava de compor suas “próprias mensagens”, diz, e completa o raciocínio descrevendo a composição musical como “poesia que nasceu antes mesmo de ser colocada no papel”.

O autor começou a divulgar seus escritos com a criação de um site, em meados de 2008 e foi a reação do público que o incentivou a organizar seu primeiro livro, publicado em 2013. Constatação semelhante se deu em relação à gravação de seu primeiro disco, Olhos Abertos, do qual resolveu dar a conhecer algumas músicas mesmo antes da concepção final do trabalho.

Nascido na Zona Sul de São Paulo passou a infância entre a Vila Santa Catarina – uma travessa da tão conhecida Rua Alba, espaço de Literatura Marginal, rap e das pessoas vidradas nos jornais sensacionalistas –, a Vila Mascote e a Vila Campestre. E diz que foi mais feliz nesta última: “Uma rua de paralelepípedo em que, junto com meu irmão mais novo e uma galera de lugares que eu nem sabia ao certo, jogávamos horas de futebol e brincávamos de esconde-esconde, pega-pega, polícia e ladrão e, apenas quando duas vizinhas chamavam, Cíntia e Sara, pulávamos corda. Eu, meu irmão e a rua toda, pagávamos um pau para elas. O ruim é que elas nunca deram bola, gostavam apenas de brincar mesmo…”. Atualmente mora na Vila Joaniza e diz com orgulho “Amo minha quebrada”.

Reconhece no esforço da mãe a possibilidade de estudar em escolas particulares durante quase toda sua vida, “minha mãe fazia questão”. Era segundo suas palavras: pioneira, inovadora, guerreira, empreendedora, eloquente. É do pai que vem a inspiração para a música. Entre suas inúmeras atividades das quais se ocupava para pagar as contas, ele encontrava tempo para tocar em uma banda de músicos virtuosos da Canção Nova, Igreja Católica Carismática. “Toda música boa que escutei veio por intermédio dos meus pais. MPB, principalmente”, enfatiza, e sobre o pai relata “toca violão como ninguém e só escuta som de primeira. Som de negrão…”.

Sobre sua inspiração diz que aprende em diversas fontes formais como Filosofia, Educação e Psicologia, mas não acredita na que é ensinada nos bancos universitários, “minha maior escola foi a rua”. Suas referências que também vem de “Alguns compositores e artistas. Algumas pessoas inseridas na multidão”.

Fonte: Editora Kazuá

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Resenha do livro de autoria de Jean Mello, Crônicas Perdidas

Apr 16, 2015   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

PERDIDAS, PORÉM ACHÁVEL.
Por: Germano Gonçalves.

Capa

Conheço Jean Mello e sua obra, procurarei aqui não falar do amigo que é, e toda minha consideração a sua pessoa…

Vou aqui apresentar os fundamentos de sua obra e toda sua maneira de entender ou interpretar as coisas, com integridade. Serei breve como manda uma boa resenha.

As coisas devem ser encontradas e, entre pessoas ou coisas, no meio em que vivemos é preciso recriar o mundo. Em “Crônicas Perdidas”, Mello quer nos direcionar, ou melhor, nos atentar a ver e examinar cuidadosamente as coisas do mundo, os afetos das pessoas, o grau de formalidade ou de intimidade entre os transeuntes de uma cidade, uma vez que o autor nos revela a sua capacidade de notar um vazio nas pessoas  ̶ o desinteresse por uma cultura digna; as pessoas se mostrando apressadas; o orgulho de quem anda de carrão e passa do nada para o nada, como o autor menciona em sua primeira crônica “O pouco que vejo em minha cidade…” (p.15), de onde extraio essa parte do texto: “Foi angustiante ver os carros passando, no trânsito da vida, com pressa, ou nem tanto assim, em direção ao nada que os esperam”. Podemos notar que a humanidade está cada vez mais em um pensamento próprio, diria egoísta, pensando em seu próprio umbigo, porém, vale lembrar, nas palavras do autor, que todos nós vamos para o mesmo lugar, e que desta vida nada se leva.

Esta obra muito espetacular, tanto na qualidade como no conteúdo onde Mello nos relata fatos sociais com firmeza e coerência de atitudes, e com um grande domínio de si mesmo, podemos perceber, caro leitor, a grandeza e a qualidade ou estado de proeminência que as palavras ali escritas junto com os relatos reais do dia-a-dia, vão te impressionar e fazer com que se tenha outra visão de mundo, apresentada pelo autor.

Ele nos mostra, em seus relatos, um processo ligado essencialmente à ação, à consciência e à situação dos homens, pelo qual se oculta ou se falsifica essa ligação de modo que apareça o processo (e seus produtos) como indiferente, independente ou superior aos homens, seus criadores. É no decorrer das descrições que podemos notar um estado de espírito, em que encontramos um Marx (ver marxismo), nas situações resultantes dos fatores materiais dominantes da sociedade, sobretudo no sistema capitalista, em que o trabalho do homem se processa de modo que produza coisas que imediatamente são separadas dos interesses e do alcance de quem as produziu, para se transformarem, indistintamente, em mercadorias. Ou até mesmo um Hegel (ver hegelianismo), no processo essencial à consciência, em que para o observador ingênuo o mundo parece constituído de coisas independentes umas das outras, e indiferentes à consciência. Ao valorizar essas teorias, posso afirmar que tudo isso foi pensado por Mello, o que nos remete a rever educadores, que fazem a diferença em um ensino mais qualificado para o lado social, sem repressão e com mais humanidade, dando toda importância para a escola, um lugar que o autor destaca no capítulo: “A importância da comunidade escolar…” (p.24), colocando os professores como verdadeiros heróis e aborda o papel das instituições não governamentais, os terceiros setores, mas não se esquece da criança que vai para a escola por causa da merenda…

Esse escritor está me saindo um belo educador, e é só você, leitor, que ao ler essa obra vai concordar comigo. Leva-nos a retomar a escola de gaiola, muito comentada pelos professores do ensino universitário, em referência ao grande Rubem Alves! E Mello nos torna grandes também porque é entendedor de uma educação mais humanitária, com a participação da família, escola, estado todos em comum acordo para termos um ensino de qualidade.

As “Crônicas Perdidas”, caro leitor, deixo-as para você ler, e afirmo será de grande importância, não apenas por mencionar Mello como educador, que suas crônicas servem só para professores, mas entendamos que o autor é um ser humano, que sabe muito bem como escritor colocar as dificuldades de uma sociedade e de quem as pertence, pois menciona em seus relatos, a juventude, os problemas sociais, tendências do pensamento, ou modos de pensar em que se dá grande importância à noção da existência de raças humanas distintas. Em se tratando do racismo, encontramos em seu texto: “Racismo ao contrário: pura hipocrisia” (p. 39), o racismo como uma impostura, fingimento, simulação, falsidade e, entre as funções de exprimir a falta de informação sobre determinado fato, a inversão da ordem de valores de uma sociedade. Conseguiremos nos salvar ou estamos mesmo perdidos à nossa própria sorte ou às crônicas da vida real?

Não deixem de ler esta obra, pois não pode ficar no anonimato os ideais deste autor, que nos leva à reflexão da vida, das causas sociais, que afligem com a afetação duma virtude, dum sentimento louvável que não se tem, e que para tanto como ele afirma em: “Continue a escrever o livro da vida” (p. 50), para que não vivamos à deriva. Nesse texto, vamos dizer assim, ele traz menções bíblicas, para nos alertar perante a qualidade do que é vão, ilusório, instável ou pouco duradouro: viver todos os dias como o último e, ao mesmo tempo, o primeiro, porque a vida é só uma, não se tem segunda chance, então, façamos o melhor (p.51).

Diferente de muitos jovens, pois o autor é jovem, mas possui a consciência de que o tempo passa, e esse atributo não é só para com ele, pois quer chegar à velhice e poder dizer, o racismo acabou, não existe mais injustiças, mas que fique bem claro em forma de reflexão, como ele mesmo afirma: “Estou propondo, aqui, apenas uma reflexão, uma junção de realidade… para diminuir as discrepâncias” (p. 64), e ele se preocupa também com o que irá dizer aos seus filhos!

Chegando ao fim dessas maravilhosas páginas, tenho que mencionar: “Feliz dia das Mães” (p.68), em que o autor agradece por ainda poder dar feliz dia das mães e nos atenta para que todos tentem compreender a situação das crianças que são abandonadas, e respeitem todas as mães, independente das situações familiares em que se encontram. Eu gostei muito deste texto, Mello está de parabéns!

E por falar em terminar esses relatos, no começo disse que não iria falar do amigo escritor, e não vou falar. Não que não mereça, pois teria que lhe direcionar uma biografia, para falar desse grande ser humano, que diz não ao sistema, e quer estar fora dele, e não quer contribuir para construir um… Pois bem, só quero caro leitor, dizer que este autor, que eu digo não querer falar dele… Ele falou de minha pessoa, me fez uma homenagem nessa obra, com um conto que escrevi “O homem que queria todas as coisas” (p. 80). Aqui, quero agradecer por mencionar em sua obra minhas palavras!

E assim termino esse relato, mas não sem antes dizer que Mello também é um escritor periférico, gente da gente, sente em seu coração que tem por obrigação fazer algo pelo social e, como se pode notar aqui nesses escritos, mais ainda pela educação, que ele tanto clama por justiça, as “Crônicas Perdidas”. Mas que fique a dica, tudo pode se encontrar como diz um provérbio português: “Até as pedras se encontram”. Estaremos perdidos entre as crônicas de Mello, mas porém acháveis.

 

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Faculdade em SP é referência em inclusão negra na educação

Nov 21, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Entrevistas, Vídeos  //  No Comments

 

Nesta quinta-feira (20) é celebrado o dia nacional da consciência negra. A data foi escolhida por causa da morte de Zumbi dos Palmares, há mais de 300 anos, em 20 de novembro. Em São Paulo, uma faculdade que leva o nome do símbolo da resistência à escravidão usa a educação para passar por cima do racismo. Veja todos os vídeos do Jornal da Band.

Fonte: Jornal da Band

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Resgate de minha Consciência Negra!

Nov 19, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog  //  No Comments

Está rolando uma pesquisa para enriquecer a gravação de meu próximo clipe. Nem eu esperava ser tão breve, considerando que lancei um clipe em agosto desse ano.

Agora mais um passo. Parceria lendária. Gente amiga. Gente que ouviu meu som e ofereceu essa possibilidade.
Ao olhar de modo mais profundo para o alicerce filosófico e histórico de uma das minhas composições, esbarrei em quem? Madiba!

Para quem não sabe, a história dele me acompanha.

Inspirador. Real… Único! Cristão também! Era Metodista! Devia crer no evangelho distante daquele alienado ou para alienar.

Não adianta me indagar perguntando se sei os outros lados das histórias. Não tenho visão romântica das lutas contra o regime Apartheid. Perceber as realidades, diversas, inclusive aquilo que atinge o Brasil, nos vacina daquilo que os filmes ou mesmo os livros tentam empurrar como verdade.

Madiba!

Madiba não era um cara que dava a outra face sempre. Mas, em algumas situações, teve que oferecer. Superou… Iluminado!

Claro que já escrevi muita coisa tendo ele como alicerce. Você acha pesquisando nesse site mesmo.

NKOSI SIKELEL IAFRIKA (DEUS ABENÇOE A ÁFRICA)

Cabelos Grisalhos

Exalando Esperança

Aspectos Históricos sobre o Racismo

O sonho de Luther King não virou pó!

Só que a visão sempre se renova. Ubuntu! Humanitude!

Encontro com as palavras não ditas ou metáforas históricas, humanas. De vez em quando nasce alguém assim que, simplesmente, não aceita aquilo que está posto. Diálogo? Claro! Mesmo considerando que nem sempre a verdade dita é aceita ou mesmo ouvida.

Imagens, sorriso! Luta… Na véspera do dia 20 resgato minha consciência negra. Para mim, mesmo os militantes mais experientes resgatam diariamente. Como a luta contra o racismo é constante, sempre tem de ser renovada.

Engraçado, estava forçando esses dias a inspiração para escrever e publicar um texto nesse singelo mês. Porém, nada encontrava. Agora, de modo inusitado, nasceu. Valeu Madiba!

#negritude

#20denovembro

#zumbidospalmares

#nelsonmandela

#livresdoracismo

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Do lado de cá

Apr 29, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog  //  No Comments

web_prata

Por Carol Nunes

Os jovens da periferia figuram pouco como protagonistas nos noticiários: são associados em grande parte a fatos negativos e têm poucas oportunidades para expressar suas próprias visões de mundo sem o julgamento do restante da sociedade. Por isso, queremos ouvir o que eles têm a dizer sobre o seu lugar. Em uma tentativa de compreender o significado de periferia, questionamos como eles a definem e de que forma ela se relaciona com suas vidas?

Deixamos essa missão a cargo de integrantes da Agência Jovem de Notícias, iniciativa de comunicação colaborativa da ONG Viração Educomunicação em parceria com outras organizações de todo o Brasil. Os depoimentos revelam muito de como a elite maltrata seus conterrâneos das bordas.

Gizele Martins, Rio de Janeiro, RJ

“Periferia, favela, ao lembrar dessas palavras eu lembro a resistência diária do povo que mora nelas. Lembro de como é viver num local em que a ausência do Estado já é moda e o quanto nós periféricos e favelados lutamos para modificar os problemas mais pontuais que existem nelas. Falar da periferia e da favela é lembrar do quanto nós temos que lutar para valorizar e afirmar todos os dias o que nós somos, e o que somos é parte da cidade e não margem, como o Estado e a sociedade afirmam todos os dias.

Ser favelado e periférico é mostrar que nossa cultura é cultura como outra qualquer, que nós somos cidadãos, que nosso maior problema, por exemplo, é a falta de moradia e que sinônimo de favela e periferia não é violência e sim resistência, luta, alegria, cultura, música, sobrevivência.

Ser favelado é defender todos os dias a nossa identidade local. Na Maré nós temos, por exemplo, a palavra mareense, com a ideia de fazer com que nós e os moradores nos sintamos parte dela. É importante terminar este texto dizendo que nós, enquanto favelados, não somos criminosos como afirmam, nós somos criminalizados; nós não somos violentos como a mídia também afirma, nós somos violentados; nós não somos marginais, o que somos é marginalizados por um Estado que nos mata todos os dias.”

Luiz Felipe Bessa, Recife, PE

“É o local onde fui criado, a comunidade onde as pessoas não precisam esconder quem são, onde todos são amigos e irmãos, e podemos contar nas horas de necessidade e festejar nos momentos de alegria. Acredito que a periferia é a parte esquecida das cidades, mas é onde as pessoas de garra, batalhadoras e trabalhadoras vivem. Vejo muitas vezes o medo dentro delas, mas não me vejo deixando-a. Sinto-me mais seguro aqui dentro, nesses 8 anos que fui criado na periferia. Minha comunidade é tranquila, vejo tudo, sei onde fica tudo, conheço quase todos e não quero sair daqui!”

Jean Mello, São Paulo, SP

Hoje a favela é moda nas ‘tela’
Cidade de DeusTropa de Elite, novela…
‘Nóis’ grava disco, lança livro, faz até “sarau”
‘Nóis’ ‘lava’ a alma e depois põe pra secar no varal
(Inquérito)

A epígrafe desse texto, trecho do som “Poucas Palavras”, do grupo de rap Inquérito, manda a mensagem do quanto hoje em dia existe outro olhar a respeito das regiões periféricas. Inclusive, em alguns aspectos, até incomodo aos militantes chamados mais radicais.

Mesmo quem nunca pisou em uma quebrada consegue perceber, em partes, o que acontece nos becos. A genialidade de Sérgio Vaz coloca essas paradas em suas poesias e crônicas; não podemos deixar de lado a acidez de Ferréz, em seus textos cortantes, alguns até proibidos pela censura, nos mostra o passado, o presente e o futuro que cercam os extremos das grandes metrópoles. Também a ousadia de Alessandro Buzo. Edi Rock, com verdades que ninguém quer ver, infelizmente ainda é atual, principalmente quando pensamos em seu som intitulado “Rapaz Comum”. Como esquecer “O Homem na Estrada”?. Essa é apenas uma das crônicas de pura realidade de Mano Brown.

Agora, pra mim periferia é uma multidão acordando cedo para trabalhar e chegando em casa tarde para oferecer o mínimo de conforto para família. Trata-se de gente que nunca perde a esperança, mesmo com todo tipo de injustiça nas costas, remando contra a maré das desigualdades sociais. Periféricos, moradores de quilombos da modernidade, são a nova roupagem da resistência histórica. Resumindo, periferia é, sem sombra de dúvidas, perseverança existencial. Identidade, com lutas das mais diversas, presente na consciência e na inconsciência das pessoas.” Leia mais >>

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