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Não Tive Medo – Jean Mello (prévia 30 Segundos)

Ago 26, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Músicas, Vídeos  //  No Comments

Do dia 29 para o dia 30 de agosto, exatamente às 00:00 horas, vai ao ar meu primeiro clipe. Confira mais detalhes.

Enquanto isso, uma prévia. Só pra dar um gostinho, antes da versão que vamos emplacar.

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Estrada de Percalços…

Ago 19, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Vídeos  //  No Comments

caminho

A primeira versão dela foi violão, alguns arranjos de guitarra e a minha voz. Depois, reformulamos, pensamos em nova roupagem, além da batera. Esse som tem identidade própria. Jamais pensei que poderia se apresentar no formato publicado nesse projeto. Sem dúvida, Olhos Abertos, como um todo, ficou bem mais rico.

Falo da música Espera… Comecei falando de como a gravamos, em duas oportunidades. Agora, a definitiva, versão que prevaleceu.

Por incrível que pareça, já contei em outro momento a história desse som, antes de pensar, muito antes, na inauguração dessa série em que contarei como minhas músicas foram compostas.

Agora meu foco é compartilhar o efeito que ele tem em meu trabalho como um todo. Espera, além de abordar questões existenciais, demonstra que, seres humanos repletos de fé, não apenas o compositor que vos fala, precisam preservar acesa a chama da esperança.

Fazer introspecção, debruçando-me sobre minha própria arte, não consiste em simples missão.

Um filme, resgate de processos que nem todos artistas revelam, bastidores…

A poesia denuncia a falta de amor e o modo como, muitas vezes, estamos perdidos, imersos na solidão mesmo em meio à multidão.

Simples e ao mesmo tempo complexo. A esperança de muitos é a volta daquele que prometeu.

Porque, agora, vemos como em espelho, obscuramente; então, veremos face a face. Agora, conheço em parte; então, conhecerei como também sou conhecido.
1 Coríntios 13:12

Para quem não sabe, Espera, quase que da mesma forma que Infinito, chegou depois de tempos que não compunha nada. Quando isso acontece, pelo menos comigo, no momento em que o silêncio se rompe, parece ser um presente entregue dos céus.

Não sei qual das duas versões mais gosto. Cada uma tem sua particularidade.

Olhei pra sua estrada
Era cheia de percalços, caminho imprevisível
Saí de madrugada olhando para o céu
A espera de um sinal, que nunca apareceu
Seu olhar é livre, doce e singelo
Pena que nem sempre posso crer ou posso ver
Só me falta o amor que quero ter,
Encontrar a liberdade, em seus passos descansar

Estou à espera de você aparecer aqui
E contar a sua história
Eu conto no relógio o tempo de te conhecer

PS – Para ouvir a primeira versão dessa música clique na imagem. Baixe de graça meu novo disco, clique aqui.

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Olhos Abertos (Novo Álbum)

Jun 30, 2014   //   by Jean Mello   //   Blog, Músicas  //  6 Comments

Finalmente, entre idas e vindas, lutas e coragem, Olhos Abertos está pronto. Um disco que sintetiza o que penso e as experiências ligadas à espiritualidade que vivo. Pra baixar é só clicar na capa…

Olhos Abertos - Capa

 

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Não só país do futebol… país da esperança!

Jun 8, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Músicas, Vídeos  //  No Comments

Não sou apenas país do futebol, mas da esperança! Nós todos somos…

A maioria de nós acorda cedo, pega o ônibus lotado, enfrenta todas oposições de vida, para plantar um bom amanhã. Inclusive em greves de transporte, quando o trabalhador é pressionado a chegar no horário combinado, mesmo com a impossibilidade de tal feito.

País do Futebol 1

Apontamos para esta direção, mesmo com todas as mentiras que contam a respeito do nosso povo. Nosso nome é luta e garra. Pagamos altos impostos e trabalhamos demais. Mesmo remando contra maré, subindo o rio contra a correnteza, vivemos o improvável.

Uma das soluções é plantar sonhos. Não só palavras e nem pesadelos de realidades palpáveis. Carregamos, como povo brasileiro, uma história sofrida e de exploração. Ou seja, se ainda estamos no jogo, significa que somos mais que vencedores. Pra frente Brasil…

Somos resistentes mesmo com a precariedade da educação.

Fazemos cultura de qualidade, mesmo com o ínfimo investimento em cultura.

Vamos sempre nos lugares que muita gente não acredita!

Com poucas possibilidades de reação, posso dizer, somos fortes.

Alienação? Quando Freud escreveu a Psicologia das Massas e a Análise do Eu, qual era o espírito da época? Ele estava pensando nos condicionamentos massificados de diversas civilizações. Posso pensar, então que, comportamentos massificados, alienados, são presentes, em pequena ou grande escala, de acordo com o tamanho da população, em todas as culturas.

Repito, anestesiada estão as pessoas para não encararem de frente a realidade.
E quem pode medir o grau de consciência social da realidade? Seriam por quais parâmetros? Partido que me filiei, grau de instrução educacional formal ou condições sócio-econômicas?

Indicadores, quais? Difícil raciocínio, deve ser por não existirem testes fidedignos para tal feito. Seriam àqueles para medir a inteligência?

Para ramificações filosóficas das mais diversas, desde suas origens mais sólidas, colocam em evidência os questionamentos como importante base para busca da verdade. Damos valor a essa ferramenta quando nos chegam afirmações para colocar para baixo o nosso povo? Questionamos?

Podemos até gostar de futebol e gritar gol. Mas temos esse direito, na maioria dos dias somos cercados de muita luta e esperança. E quem vai me convencer do contrário?

PS – Para ouvir o som que inspirou este texto, é só clicar na imagem.

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Tempos de escola…

Abr 26, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

Educacao

Esqueça, por enquanto, os indicadores e o esforço das políticas nacionais em criar mecanismos de avaliações para medir a qualidade da educação neste amplo território.

Jogue fora, depois você pode até revirar a lata de lixo procurando os métodos de ensino de apostilas, até porque você será cobrado exatamente por isso, os “conhecimentos” condicionantes para o vestibular, quantos alunos entraram na Universidade de São Paulo é o que vale para definir o que é uma boa escola. Mas na verdade não é isso. Alguém inteligente pode nem ter diploma.

Essas técnicas de nada servem quando seus chamados alunos chegam com perguntas acerca da vida, sexualidade, existência… posso ver, em infinitas situações, as indagações dos educandos barradas para que o cronograma, o programa, as imposições de treinamentos, as violências neoliberalistas, para encaixar o sujeito nas normas já estabelecidas, sejam cumpridas, sanadas.

Nem é disso que mais lembramos como coisas boas no ambiente escolar. Tá, o chato às vezes é necessário. Mas tem mesmo que ser a única e insistente opção?

O que é mais importante, se relacionar com as pessoas a sua volta ou os conteúdos que devem ser aplicados?

Lembre-se de como você mesmo era na escola. Hoje, os comportamentos cobrados eram exatamente os que você preservava em seu coração em abundância. Poxa, virou professor e se esqueceu de como você era quando aluno? Leia mais >>

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Escola ou fliperama?

Abr 26, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

VLUU L100, M100  / Samsung L100, M100Escola ou fliperama? A pergunta ecoava, feita para grupos extensos, adolescentes. Nem precisava se esforçar, o que a galera escolhia?

O resultado vinha nas notas, após dias e dias jogando e deixando de lado as aulas chatas, mas a maioria nem ligava.

Certo ou errado, naquele instante, as pessoas tinham a possibilidade de escolher. Como hoje muita gente tem – preferimos o falso moralismo, o papo de que só há progresso quando as pessoas estão inseridas, até o pescoço, nas normas cultas, ou cultuadas, do ensino tradicional, em escolas prisioneiras do corpo e da alma.

É certo que em alguns aspectos as portas se abrem. Poucas oportunidades têm para quem concluiu apenas a educação básica. Mas e aí, será mesmo que essas etapas garantem saberes não treinados? Àqueles não restritos ao mercado do trabalho ou aos vestibulares. Tirem esses meninos dessas formas que perduram há tempos.

Lógico é… um beijo, os amassos, as longas risadas, ensinam bem mais. As conversas inspiradoras na hora do intervalo ou as trocas, chamadas alienadas ou não, no fundo da sala ou em qualquer lugar da escola, gruda na memória, diferente da Fórmula de Bhaskara. Importante para o futuro? Pode até ser… mas acho, em minha vasta ignorância e uma pré-disposição em insistir na escrita de textos “fora da realidade”, intervenções diferentes poderiam ser feitas no ambiente escolar. Sei que em inúmeros exemplos elas são feitas, realizadas, com gente de todo Brasil fazendo a diferença na cultura e na educação. Basta? Não, o sistema se protege, ele não mudou. A educação alternativa pode tentar corroer as grades prisioneiras dos programas estabelecidos por todos os anos, até a entrada da galera no mundo universitário, mas como está tudo ali, instaurado como maquiagem do saber, é como dar murros em ponta de faca.

Mesmo assim, os resultados são inúmeros, quando vemos práticas alternativas, de comunicação e cultura, de um modo mais amplo, realizadas em escolas, principalmente as públicas.

E não paramos de perpetuar gaiolas ao invés de asas. É, quanta ingenuidade a minha. Encorajar o voo tira as pessoas do controle das grades impostas. Mas, de forma inconsciente, a galera resiste ao que é imposto. Em minha época, pelo menos em meio aos meninos a pergunta era escola ou fliperama. Hoje em dia preciso me atualizar. A pergunta deve ser qual? Só busco saber qual deve ser a pergunta, porque a resposta deve permanecer a mesma…

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Primeiro livro de Jean Mello, Crônicas Perdidas

Jul 8, 2013   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Dicas de Livros  //  No Comments

Crônicas Perdidas, encontradas ao longo do caminho. Relatos sobre uma diversidade de temas: educação, preconceito, religião, cultura, desigualdades sociais.

O primeiro livro de Jean Mello chega recheado de histórias, demonstrações do cotidiano de um educador que não se contenta com o reducionismo da educação tradicionalista. Ao mesmo tempo, nega as explicações simplistas que instituições opressoras dão acerca do real. Nasceu junto com um singelo site (http://jeanmello.org/novo/), em que escritos são divulgados com periodicidade, desde março de 2008.

Uma das características, tanto do livro quanto do site, é a diversidade de linguagens comunicativas em que as questões são abordadas, abarcando diferentes públicos e tratando aspectos explícitos e implícitos da realidade social; muita gente não percebe a força dos tentáculos da opressão.

O caminhar de um educador, a voz de um ativista cultural, alguém utópico que sonha com um mundo melhor. Além de acreditar que é possível, quer deixar marcas, através de crônicas e poesias, que possam influenciar ações, para que realmente cada ser humano possa desfrutar dessa realidade: outro mundo é possível.

O prefácio de Hernani Francisco da Silva, demonstra logo nas primeiras páginas os retratos contrários à alienação – que insiste em cegar a população – que Jean Mello tanto anuncia. Faz emergir pensamentos que muitas pessoas não têm coragem de dizer. Racismo, corrupção, contradições sociais e educacionais, o modo que a mídia tradicional trata a juventude brasileira. Tudo isso escrito com maestria poética.

A obra abre espaço para um dos escritores mais importantes do cenário periférico marginal, Germano Gonçalves, o Urbanista Concreto. Seu texto, O Homem que queria todas as coisas, demonstra o quão perniciosa é a ambição humana exacerbada, os males de buscar com afinco as conquistas materiais, tomado pela ganância e o poder.

A transação, por enquanto, é feita diretamente com o autor. O material custa apenas R$ 30,00 e o frete é gratuito para todo Brasil. Após a confirmação do pagamento, o livro chega em até três dias úteis no local escolhido. Segue uma infinidade de contatos para que você possa adquirir seu exemplar.

 

Jean Mello

Facebook: https://www.facebook.com/jean.mello.3?fref=ts

E-mail: jean.mello9@gmail.com

Site: http://jeanmello.org/novo/

 

Ficha Técnica

ISBN: 978-85-366-3002-1

Idioma: português

Dimensão aprox.: 14 x 20,7 cm

Peso: 0,200 kg

Edição: 1ª

Ano de Lançamento: 2013

Número de páginas: 96

Editora: Scortecci

 

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