Browsing articles tagged with " Ebenezer Cultura"

“Por uma educação informal”

Dec 30, 2011   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  2 Comments

 

Muitos escritores que escrevem de maneira mais livre e aparentemente descompromissada, por não seguir certas regras acadêmicas, não por desconsiderá-las, mas por achar que existe outro espaço que seja ideal para fazer isso, são tratados como não capacitados para se dedicar ao “ofício” da escrita. É assim que consigo escrever, de modo opinativo e convidativo.

Quando criei esse site pensei em fazer desse ambiente um lugar “informal”. Assim posso revelar através de qualquer coisa aqui escrita opiniões, às vezes até carregadas de obviedades e certezas coletivas, mas, mesmo assim, são coisas que alguém está dizendo com toda sinceridade e espera que o leitor possa permear esses escritos com seriedade. Só que a seriedade não consiste em uma cara fechada, sem a presença do sorriso que dá formosura ao rosto. Seriedade significa compromisso com o que está se comprometendo. É com comprometimento que o educador conquista o respeito dos educandos.

Geralmente quem se compromete com um modo mais “informal” de produzir conhecimentos, também faz isso na prática. Ou seja, na execução das ideias. Isso também não vale para todos. Seria leviano da minha parte afirmar com todas as letras algo que padronizasse os seres humanos. Leia mais >>

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Promoção 2012 Ebenezer Cultura

Dec 30, 2011   //   by Jean Mello   //   Blog, Promoções  //  7 Comments

Participe da promoção de começo de ano da Ebenezer Cultura.

Basta deixar uma mensagem como comentário nesse blog mesmo,  sobre sua expectativa com relação ao ano de 2012. Não tem limite de caracteres. Deixe seu pensamento fluir… A melhor resposta ganha o livro Perdas e Ganhos, de Lya Luft.

A reposta será divulgada no dia 07 de janeiro, e você tem até o dia 06 de janeiro para postar seu comentário.

Gostou? Compartilhe com seus contatos, assim fica ainda mais emocionante. O melhor é perceber o que pensam as pessoas, que são movidas por diversas coisas, mas, principalmente por seus sonhos e realizações

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É com imenso prazer que anunciamos a ganhadora da Promoção 2012 Ebenezer Cultura.

Durante ano virão mais promoções de incentivo a leitura. Enquanto isso, parabenizem Kamila Gadelha, que receberá o livro Perdas e Ganhos, de Lya Luft. A vencedora tem três dias úteis para enviar seus dados no e-mail ebenezercultura@yahoo.com

 

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Martin Luther King – 1968 – Sermão da Montanha

Dec 27, 2011   //   by Jean Mello   //   Blog, Vídeos  //  1 Comment

 

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Esse dom (som) quase perfeito (um pouco de vinho tinto na Vila Madalena)…

Dec 26, 2011   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

 

Ouvi a música que vinha de longe. Os acordes da guitarra eram bem definidos.

A banda estava bem sincronizada. Um som quase perfeito, apenas não era completamente, por conta da minha imperfeição. Não posso dizer que não chorei ao ouvir que o som se aproximava, mas logo após, num piscar de olhos, sorri. Confesso: o som tinha o poder de alterar minhas emoções, era inenarrável. Podia sentir que estava sendo levado para um lugar que nunca tinha ouvido falar. Ou melhor, até já tinha, só que não acreditava que existisse. Imaginei que viesse apenas de meus sonhos, de minhas visões, porém era realidade.

Nossas escolas deveriam ter o poder de mexer com o estado de espírito dos jovens. Poderia ser importante para levá-los a refletir a noite ou durante o dia.

Sou a favor de professores que olham para o passado, que amam os clássicos da filosofia. Se bem trabalhada, as indagações levantadas há séculos atrás, podem favorecer no nascimento de frutos reflexivos, jovens mais críticos dentro e fora do ambiente escolar. Em minha modesta opinião, isso faria os jovens caírem no choro ou na gargalhada, ficar com raiva ou alegres a ponto de contagiar outras pessoas até mesmo dentro de casa, encontrar a felicidade. Leia mais >>

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Livres do racismo…

Dec 12, 2011   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  7 Comments


Tempestade de ideias sobre o que penso acerca de uma questão tão esquecida e ao mesmo tempo tão lembrada em nossa sociedade – o racismo. Qual é o papel de cada cidadão para combater esse atraso que é prejudicial à todos, não apenas aos negros? 


Um dia terei a oportunidade de ajudar a fazer com que muitos se orgulhem de ter descendentes africanos, talvez as escolas também possam fazer isso – teve que virar lei para que as pessoas, pelo menos grande parte delas dentro das escolas, começassem a se mobilizar. Mesmo assim, de certa forma, vejo que ainda tem muito trabalho a ser feito. Os livros de Maria Aparecida Bento cumprem este papel em minha vida, especialmente Cidadania em Preto e Branco. Todo mundo deveria ler este livro, sinto orgulho de saber de onde vim. 

A resolução adotada pelo Conselho Nacional de Educação em 22 de março de 2004, um ano depois de o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter promulgado a Lei 10.639, que torna obrigatório o ensino da História da África na Educação Básica, diz: O sucesso das políticas públicas do Estado brasileiro, institucionais e pedagógicas, visando reparações, reconhecimento e valorização da identidade, da cultura e da história dos negros brasileiros, depende necessariamente de condições (…) favoráveis para o ensino e para as aprendizagens; em outras palavras, todos os alunos negros e não negros, bem como os seus professores, precisam sentir-se valorizados e apoiados. Depende também, de maneira decisiva, da reeducação das relações entre negros e brancos, o que aqui estamos designando como relações étnico-raciais. Depende, ainda, de trabalho conjunto, (…) visto que as mudanças éticas, culturais, pedagógicas e políticas nessas relações não se limitam à escolaDiretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Leia mais >>

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Ariovaldo Ramos – Vídeo Direitos Humanos

Dec 9, 2011   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Vídeos  //  No Comments

 

Ainda bem que para muitos – eu me coloco dentro desses sonhadores desenfreados pela vontade de ver o mundo como um lugar melhor – utopia é apenas o amanhã.

Em partes compartilho com o que Ariovaldo Ramos disse no vídeo. Apenas acho que ele deveria dizer que não a igreja, enquanto instituição, mas os seres humanos, que andam nos diversos lugares e, também, até mesmo os que antes andavam em sintonia com desejos verdadeiros de transformar a sociedade, que também em muitos casos se transformou em um negócio rentável, incluindo até quem se propõe a promover algum tipo de transformação, devem realmente envolver-se em algo que contribua para que a nação brasileira seja um lugar que contemple à todos e não apenas uma pequena parte da população. Ou seja, voltar ao início das coisas. Daria para enquadrar muitas organizações não governamentais que antes de seu nascimento caminhavam junto com os movimentos sociais, mas que hoje dizem em seus megafones que mostrar pobreza é coisa ultrapassada – sei que centenas realizam trabalhos sérios, só que já vi de perto outras muitas que geram riqueza aos seus donos e atraso ao Brasil.

Estou para ver nesse país alguém que realmente toque nessa ferida, ainda mais quando falamos de pastores. Ariovaldo também falou uma palavra que em muitas igrejas, ou até em outros lugares no Brasil, é pior que um palavrão: racismo. Só por ter tocado nesse assunto dá pra perceber a seriedade de todas suas atuações. Além disso, vincular os evangelhos com mobilizações sociais é, simplesmente, colocar em pauta a verdade daquilo que Cristo pregou.

Certo, o que mais vemos, nas milhares de portas abertas que chamam de igreja é dizer que Cristo veio para trazer riquezas materiais: mentira! Vamos lá, sempre em busca de resgatar princípios do evangelho, aquilo que em nossa sociedade e, quase que principalmente dentro das igrejas, está cada vez mais escasso. Em todo caso, com relação à quase tudo que ele disse, é também Meu Clamor.

PS – Esse vídeo apareceu no mural do meu amigo Robson Silva Undoing

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Racismo e Sexismo na Mídia: uma questão ainda em pauta

Dec 8, 2011   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

É necessário tratar a discriminação perpetuada pela velha mídia. Muitas pessoas já estão questionando há algum tempo esse modelo de comunicação hegemônico

Entre os dias 29 de novembro e 1º de dezembro, foi realizada a oitava edição do seminário A Mulher e Mídia — Racismo e Sexismo na Mídia: uma questão ainda em pauta. Sua programação contou diversas discussões que ainda deixam as pessoas, de um modo geral, sem tantas possibilidades de intervenção, apesar de ser, sempre, com relação ao direito à comunicação e o racismo e sexismo, assuntos polêmicos.

Antes de falar de coisas mais formais, quais foram as instituições organizadoras, por exemplo, digo que apesar de trabalharem com algo diretamente ligado à comunicação, o seminário não contou com formas de divulgação em tempo real, como conexão à internet para os participantes, algo que seria fundamental para disseminar para mais pessoas o que estava sendo tratado. Se assim fosse, os conteúdos poderiam ser postados nas redes sociais com o link da transmissão ao vivo que estava sendo feita.

Realizado pelo Instituto Patrícia Galvão, Secretaria de Políticas para as Mulheres, Secretaria de Promoção de Políticas da Igualdade Racial, Fundação Ford e ONU Mulheres, com apoio do BNDS. Como um todo o processo contou com mais ou menos cento e quarenta participantes selecionadas (os) de 25 estados. Leia mais >>

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