Browsing articles tagged with "Arquivo de Ebenezer Cultura - Página 5 de 13 - Jean Mello"

Segunda dose… Mais alguns sons pra você!

Fev 23, 2013   //   by Jean Mello   //   Blog, Músicas, Vídeos  //  No Comments

Mais sons, esses não ouvi no final da tarde. Foi em um horário qualquer… Algumas mensagens de família… Outras delas sobre coisas da vida! Repetindo a recomendação, se ligue na mensagem, nada mais que as palavras, deixando de lado o preconceito que é responsável por muitas barreiras que já vimos. Está preparado para repetir a dose?

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Sons inusitados que ouço no final da tarde…

Fev 22, 2013   //   by Jean Mello   //   Blog, Músicas, Vídeos  //  No Comments

Às vezes dá na telha de compartilhar meu lado musical. Confesso que gosto de colocar disponível ao mundo o que outras pessoas falam, mais até que minhas próprias palavras ou poesias melodiosas. Sem nenhuma pretensão de que chegue até você alguma ideia organizada. Para além de gosto exacerbado. Apenas fique ligado na mensagem. Se fossemos mais atentos naquilo que ouvimos não sofreríamos tanto pelos erros. Todas elas que aqui divulgo tem ligação comigo. Contigo também?

Alguns outros posts em que essa tendência é presente…

Os loucos confundirão os sábios…

Apenas um pouco de som…

Longe das amarras do sistema… Perto do amor…

O Rock é Negro

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É época de pipa

Fev 4, 2013   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

Hoje acordei cedo pra ver, sentir a brisa da manhã e o sol nascer
É época de pipa, o céu tá cheio, 15 anos atrás eu tava ali no meio
Lembrei de quando era pequeno, eu e os “cara”… faz tempo!
O tempo não para

Racionais MC’s – Fórmula Mágica da Paz

 
Pés descalços ou calçados com um par de chinelos. Olhares repletos de atenção, sem perder de vista as pipas que dão mais cor ao céu de qualquer extremo da cidade. Não é apenas brincadeira de criança, os grandes, chamados barbados, brincam de cortar – pelo menos nas laças – a miséria que insiste em invadir os guetos periféricos.

Quando uma pipa, de qualquer cor, feia ou bonita, rasgada ou inteira, é cortada, a correria é geral. Sincronia, todos indo para a mesma direção. Parece que os pés ganham olhos, correm enquanto os donos não olham para o chão, mas para o alto. Não seria uma metáfora do quanto as pessoas, que moram em lugares em que as casas ainda são de pau e algumas ruas de terra, vão em direção à esperança?

Ela pode ser um sinal de que existe algum tipo de invasão policial, um grupo de meninos incumbidos da missão avisa que a galera inserida no tráfico de drogas tem de vazar. Mesmo assim, em nada perde sua força simbólica. Sim, essa brincadeira, bem como outras, carrega consigo suas virtudes em plenitude. Nos morros, os que empinam suas pipas conseguem chegar num lugar ainda mais longínquo, olhar para longe, serem observados por uma diversidade de pessoas através daquilo que no alto está. Seria um mistério assim como Gilberto Dimenstein descreveu em seu livro O Mistério das Bolas de Gude? Nesse caso, seria o quanto o brincar esconde por si só grande enigma, sua forma contínua de expressão, comunicação, arte, desenvolvimento humano e por que não dizer social? É como se o céu estivesse cheio de pessoas pares e ímpares, gostos de cores das mais diversas, vida e um portar periférico artístico que encontra respaldo na tradição chamada de “época de pipa”.

Sérgio Vaz diz, em seu livro O Colecionador de Pedras, que “a pipa é o pássaro de papel. Está longe da gaiola, mas tem sua liberdade vigiada pelo carretel”. Dá para entender que ele diz o quanto temos nas mãos uma pseudo-liberdade. Como o laço do passarinheiro, a ave pode ir até certos lugares, mas depois é forçada a voltar para sua realidade prisioneira.

A frase também tem outro sentido. Seria um recado, um anúncio de que mesmo os donos do poder são vigiados? Falo isso por alguns questionarem a ordem vigente, a maneira injusta que as pessoas são tratadas, ainda com o agravante de levarem a culpa por não fazerem parte de uma classe abastada da sociedade. Simplesmente um absurdo…

Nem todos estão com o olhar apenas em direção ao horizonte distante, alguém, ou mesmo um grupo de pessoas, não aceita as condições em que foram colocados. Aos poucos as poesias dos saraus corroem o sistema com sua acidez de realidade acumulada com o vasto tempo em que a população mais pobre é oprimida.

E voam bem alto os sonhos… Quem viaja junto pode até ter o risco de perder, por um tempo, de vista seu papagaio na neblina do medo das invasões da polícia pela madrugada. Parece que mesmo quando o vento não está muito forte elas sabem a direção do céu.

PS – Texto meu publicado no site Viva Favela. Revista eletrônica sobre Jogos, brincadeiras e diversão. Incluo um vídeo que resume outros conteúdos da publicação, como um todo.

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Vou Continuar (Anjus VS)

Jan 31, 2013   //   by Jean Mello   //   Blog, Músicas  //  No Comments

É, vidas passam sem ninguém notar
Quem se importa com o que eu vou falar?
“Estou com pressa, agora não vai dar”
E invisível eu ando por aí
Vago sem saber pra onde ir
Grito na esperança que alguém ouça a minha voz

(Rosa de Saron)

Não tenha dúvida de que um grande texto, alguma reflexão extensa, com mais densidade, poderia surgir a partir desse som que hoje recomendo. É bom lembrar que você não apenas poderá ouvir… Os caras liberaram pra você baixar…

Esse blog tem um compromisso duradouro com artistas, principalmente os independentes. Gente que leva suas ideias através de acordes de guitarra ou de rimas lapidadas por bases periféricas.

Não coloco em evidência qualquer som ou banda. Geralmente falo daquilo que me toma de assalto, toca meu coração ou tem ligação com algum momento pontual de minha vida.

Música que me fez chorar de emoção. Tomara que esse sentimento se transfira para você ao acessar esse singelo registro. Peço também que não pare apenas ao ouvir o que aqui coloco. Após, dando quase que a mesma importância, listo outras produções minhas que dão voz aos artistas, pessoas que praticamente gritam para serem ouvidas através da beleza que nasce da alma e, não raro é, às vezes vem dos céus. Gravei em meu celular e nas ruas ouço. Pode crer que eu me identifico de ponta a ponta com a letra e com a melodia. Espero que te inspire a continuar…

Não olhe para trás com rancor…

Mensagens de atualidade…

O Rock é Negro

Universo Particular

Não Tive Medo (Violão e Voz)

PS – Som que Bianca Mello também se inspira nos dias em que as situações querem a impedir de continuar…

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Um gole de vida… Um resumo de 2012…

Dez 18, 2012   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog  //  No Comments

Mar de informações ao longo desse movimentado ano de 2012. Tomar conta da blogosfera exige foco, muita pesquisa e insistência, perseverança e saber que a comunicação, o compartilhar de conteúdos, ainda mais os de teor crítico, mexe com milhões de sistemas montados.

Amor, ainda como um simples educador blogueiro, que muito tem a aprender e ensinar. Lamentando pelo egoísmo e pelos guetos nos movimentos sociais. Fragmentação de quem poderia fazer a diferença. Especificidade no que poderia ser holístico. Com os olhos na totalidade, mas sem assumir o compromisso de abranger o todo, simplesmente por ser impossível, mas ainda com a esperança de que na prática a maioria perceba que unidos podemos fazer muito mais. Separados torcemos para apagar incêndios do cotidiano, representar uma causa no ganho de prêmios legítimos ou ilegítimos, para, então, ir com a consciência tranquila para casa com a pseudo-sensação de missão cumprida.

Comunidades tomadas pela injustiça de não ter ao menos o pão na mesa ou moradia adequada para viver. Espaço para os filhos ou condições mínimas de dignidade. Na grande maioria famílias negras, um povo lindo e inteligente e ao mesmo tempo sofrido, lutando para que não esqueçam seu passado histórico, pelo respeito no presente e pela esperança do porvir. Leia mais >>

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Palavras – Podcast

Dez 1, 2012   //   by Jean Mello   //   Blog, Podcast  //  1 Comment

Tantas palavras em vão… Mal sem razão espera encontrar os que de alguma falam algumas verdades que se vierem a tona o mundo desaba. Só nos resta gritar e dizer o que podemos mostrar…

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Um poema nosso… A força de uma palavra qualquer…

Nov 24, 2012   //   by Jean Mello   //   Blog, Podcast  //  No Comments

Um poema nosso dá o efeito de um poema meu e seu… A força de uma palavra – que pode ser uma qualquer – pode ser traduzida como o efeito de frases ou mesmo palavras aparentemente desconexas.

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