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Teaser Não Tive Medo (Clipe)

Aug 14, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Músicas, Vídeos  //  1 Comment

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Ao longe a solidão e a falta de amor…

Jul 29, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Músicas, Vídeos  //  1 Comment

Infinito

Infinito, som de arrebentar. Fazia dois ou três anos que eu não conseguia compor nada. Estava triste, desamparado, a inspiração havia me abandonado.

Hoje em dia sei que não foi nada disso… Algum tipo de experiência estava se organizando, vaidade que deixava de existir em parte de meu ser.

Olhei para alma, verdades deixaram de ser absolutas! Sentimentos, únicos, mesclaram-se com a vontade muito grande de compor uma nova música. Estava eu em minha casa, sábado, preparando-me para uma pregação para jovens no dia seguinte. Peguei o violão que estava encostado no canto e, logo de pronto, chegaram as palavras:

Olhei para o infinito e vi
Ao longe a solidão,
A falta de amor tão sem razão.
O tempo passou e não senti…

Não demorou nada para as próximas frases serem engatadas. Infinito, em meus dias, tornou-se um hino de vida. Sim, desabafo preso no peito e que, em poucos minutos de som, se soltou em forma de música poética.

Tanto é que no dia seguinte ao da composição, naquele culto que eu disse que ia pregar, mostrei a música para galera. Quem lá estava chorou de emoção.

PS – Para baixar o disco completo, clique aqui.

 

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Nasce a nova luz em meio a falta de amor…

Jul 24, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Músicas  //  No Comments

Brisa Leve Amor

Não é mais um som… de todas as faixas do disco, se colocasse em ordem cronológica, essa seria a primeira, Brisa Leve.

Uma galera evangelista, pessoas engajadas em espalhar mensagens fundamentadas nos quatro evangelhos. Não sei se todos, inclusive eu, tinha essa consciência das coisas. Mas, olhando para trás, na prática, era isso que juntos fazíamos.

Fomos, numa noite de sexta-feira, mais ou menos trinta pessoas, falar do amor de Deus na Vila Madalena, São Paulo. O ano era 2002. Eu e um amigo meu com o violão nas costas. Mas eu não esperava que, ao chegar no destino proposto, a inspiração o invadisse com novas notas musicais. Correspondi, cheguei com um pedaço da letra, improvisada, não tinha nenhum lugar para anotar. Bem, reconheci na hora que foi no momento certo que ele me mostrou o som. Depois de alguns dias completei a letra. A música estava pronta.

Eu sei, você está comigo! Tirou minha tristeza, mostrou-me o sorriso. Eu sei, tu és o meu amigo. No meio da escuridão, encontrei a solução.

Acho Brisa Leve a música que mais transmite o que exalo a respeito da espiritualidade. As outras chegaram depois dessa leitura. Ou seja, de um modo ou outro, elas derivam desse processo.

Não são maiores e tampouco menores. São parte de um ciclo que compôs o projeto Olhos Abertos inteiro.
Um pouco de vida, um gole, um cálice. Medite na música, compartilhe por aí.

PS – Para ouvir a versão original de Brisa Leve, clique na imagem. Para baixar o disco completo, clique aqui.

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Olhos Abertos (Novo Álbum)

Jun 30, 2014   //   by Jean Mello   //   Blog, Músicas  //  6 Comments

Finalmente, entre idas e vindas, lutas e coragem, Olhos Abertos está pronto. Um disco que sintetiza o que penso e as experiências ligadas à espiritualidade que vivo. Pra baixar é só clicar na capa…

Olhos Abertos - Capa

 

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Jean Mello (entrevista para TV CHROMA)

Jun 26, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Entrevistas, Vídeos  //  1 Comment

Rindo na cara do sistema

Simples dia! Outubro de 2013, segundo lançamento do Crônicas Perdidas, mas parecia o oficial. Este momento começou acontecer bem antes do dia, propriamente dito, Sarau da Vila Nhocuné.

Lá fora, longe das câmeras das entrevistas, bem colocadas pela TV CHROMA, mais de cem pessoas, divididas entre poetas e gente que ia apenas contemplar. A noite era minha, mas o microfone estava aberto.

Não apenas o microfone, mas cada coração, cada alma, repletas de sorrisos ou choros emocionados.

Sentia-me feliz neste dia. Não só por meu livro ser a principal atração da noite, junto com meu trabalho. Simplesmente por estar com gente poética, alegre, simples.

Tive a oportunidade de compartilhar pensamentos, vida. O espaço estava aberto…

Confira algumas das palavras. Sinta os pensamentos, as utopias, as indignações sociais.

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Não só país do futebol… país da esperança!

Jun 8, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Músicas, Vídeos  //  No Comments

Não sou apenas país do futebol, mas da esperança! Nós todos somos…

A maioria de nós acorda cedo, pega o ônibus lotado, enfrenta todas oposições de vida, para plantar um bom amanhã. Inclusive em greves de transporte, quando o trabalhador é pressionado a chegar no horário combinado, mesmo com a impossibilidade de tal feito.

País do Futebol 1

Apontamos para esta direção, mesmo com todas as mentiras que contam a respeito do nosso povo. Nosso nome é luta e garra. Pagamos altos impostos e trabalhamos demais. Mesmo remando contra maré, subindo o rio contra a correnteza, vivemos o improvável.

Uma das soluções é plantar sonhos. Não só palavras e nem pesadelos de realidades palpáveis. Carregamos, como povo brasileiro, uma história sofrida e de exploração. Ou seja, se ainda estamos no jogo, significa que somos mais que vencedores. Pra frente Brasil…

Somos resistentes mesmo com a precariedade da educação.

Fazemos cultura de qualidade, mesmo com o ínfimo investimento em cultura.

Vamos sempre nos lugares que muita gente não acredita!

Com poucas possibilidades de reação, posso dizer, somos fortes.

Alienação? Quando Freud escreveu a Psicologia das Massas e a Análise do Eu, qual era o espírito da época? Ele estava pensando nos condicionamentos massificados de diversas civilizações. Posso pensar, então que, comportamentos massificados, alienados, são presentes, em pequena ou grande escala, de acordo com o tamanho da população, em todas as culturas.

Repito, anestesiada estão as pessoas para não encararem de frente a realidade.
E quem pode medir o grau de consciência social da realidade? Seriam por quais parâmetros? Partido que me filiei, grau de instrução educacional formal ou condições sócio-econômicas?

Indicadores, quais? Difícil raciocínio, deve ser por não existirem testes fidedignos para tal feito. Seriam àqueles para medir a inteligência?

Para ramificações filosóficas das mais diversas, desde suas origens mais sólidas, colocam em evidência os questionamentos como importante base para busca da verdade. Damos valor a essa ferramenta quando nos chegam afirmações para colocar para baixo o nosso povo? Questionamos?

Podemos até gostar de futebol e gritar gol. Mas temos esse direito, na maioria dos dias somos cercados de muita luta e esperança. E quem vai me convencer do contrário?

PS – Para ouvir o som que inspirou este texto, é só clicar na imagem.

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Escola ou fliperama?

Apr 26, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

VLUU L100, M100  / Samsung L100, M100Escola ou fliperama? A pergunta ecoava, feita para grupos extensos, adolescentes. Nem precisava se esforçar, o que a galera escolhia?

O resultado vinha nas notas, após dias e dias jogando e deixando de lado as aulas chatas, mas a maioria nem ligava.

Certo ou errado, naquele instante, as pessoas tinham a possibilidade de escolher. Como hoje muita gente tem – preferimos o falso moralismo, o papo de que só há progresso quando as pessoas estão inseridas, até o pescoço, nas normas cultas, ou cultuadas, do ensino tradicional, em escolas prisioneiras do corpo e da alma.

É certo que em alguns aspectos as portas se abrem. Poucas oportunidades têm para quem concluiu apenas a educação básica. Mas e aí, será mesmo que essas etapas garantem saberes não treinados? Àqueles não restritos ao mercado do trabalho ou aos vestibulares. Tirem esses meninos dessas formas que perduram há tempos.

Lógico é… um beijo, os amassos, as longas risadas, ensinam bem mais. As conversas inspiradoras na hora do intervalo ou as trocas, chamadas alienadas ou não, no fundo da sala ou em qualquer lugar da escola, gruda na memória, diferente da Fórmula de Bhaskara. Importante para o futuro? Pode até ser… mas acho, em minha vasta ignorância e uma pré-disposição em insistir na escrita de textos “fora da realidade”, intervenções diferentes poderiam ser feitas no ambiente escolar. Sei que em inúmeros exemplos elas são feitas, realizadas, com gente de todo Brasil fazendo a diferença na cultura e na educação. Basta? Não, o sistema se protege, ele não mudou. A educação alternativa pode tentar corroer as grades prisioneiras dos programas estabelecidos por todos os anos, até a entrada da galera no mundo universitário, mas como está tudo ali, instaurado como maquiagem do saber, é como dar murros em ponta de faca.

Mesmo assim, os resultados são inúmeros, quando vemos práticas alternativas, de comunicação e cultura, de um modo mais amplo, realizadas em escolas, principalmente as públicas.

E não paramos de perpetuar gaiolas ao invés de asas. É, quanta ingenuidade a minha. Encorajar o voo tira as pessoas do controle das grades impostas. Mas, de forma inconsciente, a galera resiste ao que é imposto. Em minha época, pelo menos em meio aos meninos a pergunta era escola ou fliperama. Hoje em dia preciso me atualizar. A pergunta deve ser qual? Só busco saber qual deve ser a pergunta, porque a resposta deve permanecer a mesma…

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