Browsing articles tagged with "Arquivo de Deus - Página 6 de 14 - Jean Mello"

Nasce a nova luz em meio a falta de amor…

Jul 24, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Músicas  //  No Comments

Brisa Leve Amor

Não é mais um som… de todas as faixas do disco, se colocasse em ordem cronológica, essa seria a primeira, Brisa Leve.

Uma galera evangelista, pessoas engajadas em espalhar mensagens fundamentadas nos quatro evangelhos. Não sei se todos, inclusive eu, tinha essa consciência das coisas. Mas, olhando para trás, na prática, era isso que juntos fazíamos.

Fomos, numa noite de sexta-feira, mais ou menos trinta pessoas, falar do amor de Deus na Vila Madalena, São Paulo. O ano era 2002. Eu e um amigo meu com o violão nas costas. Mas eu não esperava que, ao chegar no destino proposto, a inspiração o invadisse com novas notas musicais. Correspondi, cheguei com um pedaço da letra, improvisada, não tinha nenhum lugar para anotar. Bem, reconheci na hora que foi no momento certo que ele me mostrou o som. Depois de alguns dias completei a letra. A música estava pronta.

Eu sei, você está comigo! Tirou minha tristeza, mostrou-me o sorriso. Eu sei, tu és o meu amigo. No meio da escuridão, encontrei a solução.

Acho Brisa Leve a música que mais transmite o que exalo a respeito da espiritualidade. As outras chegaram depois dessa leitura. Ou seja, de um modo ou outro, elas derivam desse processo.

Não são maiores e tampouco menores. São parte de um ciclo que compôs o projeto Olhos Abertos inteiro.
Um pouco de vida, um gole, um cálice. Medite na música, compartilhe por aí.

PS – Para ouvir a versão original de Brisa Leve, clique na imagem. Para baixar o disco completo, clique aqui.

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • Digg
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Com a guitarra nas mãos e o coração aberto!

Jul 7, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog  //  2 Comments

Guitarra

Respiro fundo, penso com cautela, decido! Processos de criação são extremamente caros. Verdade… por esse motivo, apenas por isso, pensando em um total de oito semanas, deterei-me em contar as histórias das músicas de meu novo disco, uma por uma.

Assim posso visitar novamente os sons poéticos. Importante, prazeroso, mais um processo iniciado.

Infelizmente não relatarei por ordem cronológica. Seguirei  a ordem de como as faixas estão colocadas no disco, assim você acompanha ouvindo, quem sabe.

Olhos Abertos, faixa título do álbum. Cansado estávamos, eu e os integrantes de minha antiga banda, das falsas doutrinas religiosas, não exclusivas de uma denominação ou outra, disponíveis desde tempos passados e intensificadas na atualidade.

Em um dos ensaios – aconteciam quase todas as semanas – veio o refrão: “almejei buscar novos rumos, ver um Deus de amor. Desisti de entender os religiosos que roubam minha fé, com falsas doutrinas.”

A discussão já estava em nosso meio há dias, faltava se transformar em canção, desabafo. Não me pergunte a data. O ano era 2009, em uma manhã de sábado, dia da semana e horário que costumávamos ensaiar. Mas nesse dia foram apenas essas palavras, junto com alguns arranjos.

Depois, em outro dos nossos encontros, terminamos o som. Ficamos surpresos com o resultado, era outra forma de traduzir nossa saudável espiritualidade, bem diferente de outras das nossas composições. Em conjunto eram poucas – eu mais fazia as músicas em casa e as apresentava ao grupo. Porém, as que tínhamos a oportunidade de criar juntos foram as que, realmente, demonstraram o quanto amadurecemos enquanto grupo.

Mais ou menos um ano depois a música tornou-se pública. Tocamos em um festival em Sampa, zona leste, Penha. Leia mais >>

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • Digg
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Olhos Abertos (Novo Álbum)

Jun 30, 2014   //   by Jean Mello   //   Blog, Músicas  //  6 Comments

Finalmente, entre idas e vindas, lutas e coragem, Olhos Abertos está pronto. Um disco que sintetiza o que penso e as experiências ligadas à espiritualidade que vivo. Pra baixar é só clicar na capa…

Olhos Abertos - Capa

 

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • Digg
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Jean Mello (entrevista para TV CHROMA)

Jun 26, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Entrevistas, Vídeos  //  1 Comment

Rindo na cara do sistema

Simples dia! Outubro de 2013, segundo lançamento do Crônicas Perdidas, mas parecia o oficial. Este momento começou acontecer bem antes do dia, propriamente dito, Sarau da Vila Nhocuné.

Lá fora, longe das câmeras das entrevistas, bem colocadas pela TV CHROMA, mais de cem pessoas, divididas entre poetas e gente que ia apenas contemplar. A noite era minha, mas o microfone estava aberto.

Não apenas o microfone, mas cada coração, cada alma, repletas de sorrisos ou choros emocionados.

Sentia-me feliz neste dia. Não só por meu livro ser a principal atração da noite, junto com meu trabalho. Simplesmente por estar com gente poética, alegre, simples.

Tive a oportunidade de compartilhar pensamentos, vida. O espaço estava aberto…

Confira algumas das palavras. Sinta os pensamentos, as utopias, as indignações sociais.

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • Digg
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Não só país do futebol… país da esperança!

Jun 8, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Músicas, Vídeos  //  No Comments

Não sou apenas país do futebol, mas da esperança! Nós todos somos…

A maioria de nós acorda cedo, pega o ônibus lotado, enfrenta todas oposições de vida, para plantar um bom amanhã. Inclusive em greves de transporte, quando o trabalhador é pressionado a chegar no horário combinado, mesmo com a impossibilidade de tal feito.

País do Futebol 1

Apontamos para esta direção, mesmo com todas as mentiras que contam a respeito do nosso povo. Nosso nome é luta e garra. Pagamos altos impostos e trabalhamos demais. Mesmo remando contra maré, subindo o rio contra a correnteza, vivemos o improvável.

Uma das soluções é plantar sonhos. Não só palavras e nem pesadelos de realidades palpáveis. Carregamos, como povo brasileiro, uma história sofrida e de exploração. Ou seja, se ainda estamos no jogo, significa que somos mais que vencedores. Pra frente Brasil…

Somos resistentes mesmo com a precariedade da educação.

Fazemos cultura de qualidade, mesmo com o ínfimo investimento em cultura.

Vamos sempre nos lugares que muita gente não acredita!

Com poucas possibilidades de reação, posso dizer, somos fortes.

Alienação? Quando Freud escreveu a Psicologia das Massas e a Análise do Eu, qual era o espírito da época? Ele estava pensando nos condicionamentos massificados de diversas civilizações. Posso pensar, então que, comportamentos massificados, alienados, são presentes, em pequena ou grande escala, de acordo com o tamanho da população, em todas as culturas.

Repito, anestesiada estão as pessoas para não encararem de frente a realidade.
E quem pode medir o grau de consciência social da realidade? Seriam por quais parâmetros? Partido que me filiei, grau de instrução educacional formal ou condições sócio-econômicas?

Indicadores, quais? Difícil raciocínio, deve ser por não existirem testes fidedignos para tal feito. Seriam àqueles para medir a inteligência?

Para ramificações filosóficas das mais diversas, desde suas origens mais sólidas, colocam em evidência os questionamentos como importante base para busca da verdade. Damos valor a essa ferramenta quando nos chegam afirmações para colocar para baixo o nosso povo? Questionamos?

Podemos até gostar de futebol e gritar gol. Mas temos esse direito, na maioria dos dias somos cercados de muita luta e esperança. E quem vai me convencer do contrário?

PS – Para ouvir o som que inspirou este texto, é só clicar na imagem.

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • Digg
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Antes que seja tarde (levanta e anda)…

Mai 27, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

Não carrego o peso da falta de sensibilidade. Tento ao máximo perceber os guetos sociais em que todos estamos inseridos.

Mesmo nestes dias mais drásticos, não me falta esperança. Aliás, quanta esperança, reais sentimentos em dias que todos são os motivos para a falta dela.

Tenho dúvidas se há razões para seguir. Mas muita gente encontra, se acha, levantando-se em meio aos escombros das desigualdades. Não adianta dizer o contrário. Vejo alienações, claro. Porém, as quebradas todas são feitas de guerreiros, gente que não desiste fácil.

emicida-levanta-e-anda1

 

Enquanto isso, fecho os olhos e viajo no refrão, acompanhado da base nervosa, com origens não nos tempos atuais. Convicto de que aponta para um futuro em que nós, humanos, seremos um pouco melhores. Não sou totalmente descrente em nós mesmos, muito pelo contrário. Se assim fosse, não estaria aqui gastando todo esse tempo em muitas palavras, àquelas nascidas na alma, em meio aos risos ou choros, tristezas ou alegrias, satisfação plena ou a tão temida solidão.

Leia mais >>

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • Digg
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Versos de ventania!

Mai 8, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

Era para ser uma carta que ainda não posso escrever. Também escrevo para preencher vazios, lacunas.

Não me importo muito, quando gosto do som, resolvo que ele merece que eu me debruce.

Realmente sei que trago comigo versos carregados de ventanias de pensamentos e inspirações minhas, de meu pobre coração.

Sei lá o real motivo, algumas músicas, principalmente as metafóricas ou românticas, me permitem colocar pensamento direto no papel em forma de versos. Isso quando não inspiram outros sons, outras músicas nascidas da alma.

Tenho de valor as minhas memórias. Um cronista tem isso como seu bem mais precioso para preservar o ato de escrever. Mesmo que livros não sejam publicados ou sites alimentados; ainda que não sejam palavras grafadas, fiquem a mercê do tempo e do vento, são bens mais valiosos que o ouro. Afinal de contas, “a palavra não volta vazia.”

tetrio_vazio_e_gelado_-_tatiana_reis

Não é tão grande quanto a beleza das flores.

Demora a alcançar a plenitude do céu estrelado.

Se tiver certeza de que está no caminho errado não tenha medo de voltar. Às vezes é melhor regressar… São as janelas para a vida!

Gostaria de plantar poemas como se fossem sementes.

Sinto saudades, não tanto quanto antes, mas ainda sinto.

O que partiu e não voltou não era mesmo para ser meu.

O choro pode durar até mais que uma noite. Mas a alegria…

Ainda sei que existem olhares furtivos que desejam ver meu fim.

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • Digg
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS
Páginas:«123456789...14»

Colabore

Licença Creative Commons
Este obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 2.5 Brasil.