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Exalando Esperança (Novo Livro)

Sep 8, 2015   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Músicas, Poesias  //  1 Comment

Capa Frente

Exalando Esperança não é um projeto novo. Jean Mello, autor do livro, pensou essa ideia em diferentes formas, musical e literária.

Mas, antes do desenvolvimento, como algo óbvio, teve de acontecer o primeiro passo. Qual foi ele? Um texto postado em seu site, em março de 2013. No conteúdo o cronista anunciou – mesmo que os leitores não soubessem – que aquele material se tratava exatamente do início da edição de seu segundo livro.

O primeiro livro do autor, Crônicas Perdidas, esgotou em menos de dois anos após a impressão da primeira edição. Totalizou até o momento três edições da obra. Em breve ele será novamente disponibilizado, mas agora pela editora Kazuá, antes pela Scortecci.

Doses grandes de utopia e vida. Acreditando ainda que as quebradas não transmitem apenas violência e o que dizem as notícias sensacionalistas insistentes em relatar apenas fragmentos dos fatos, potencializando o que é ruim nas comunidades. Leia mais >>

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“Meu combustível é a utopia”

Aug 31, 2015   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Dicas de Livros, Músicas, Poesias  //  2 Comments

 

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Ao iniciar meus trabalhos dessa sexta (05/06/2015) – bem cedo – encontrei essa imagem em minha caixa de mensagens. Um post anunciando minha chegada na editora Kazuá.

Acompanhe. Além do Exalando Esperança, um livro meu que será publicado em setembro desse ano, tem outro rolando. Isso mesmo, em 2015, dois livros de Jean Mello.

Ao entrar em contato com algumas crônicas de minha autoria, a Kazuá resolveu produzir uma coletânea de meus escritos. Verdade… Tudo indica que no segundo semestre o livro estará em livrarias de todo Brasil. Leia mais >>

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Jean Mello: “Meu combustível é a utopia”

Jul 28, 2015   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Entrevistas, Poesias, Projetos  //  No Comments

 

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Jean Mello se define escritor-músico e ressalta que estas duas expressões criativas são indissociáveis em sua vida, embora entenda que ser músico “transcende tudo”. Ele também é educador e esta realidade o transformou em um pensador que encontra combustível na utopia para propor alternativas para repensar a formação dos indivíduos.

Começou a tocar violão aos doze anos de idade, irritando os demais habitantes da casa ao treinar depois da aula: “Aprendi ouvindo muito as músicas que gostava e comprando as revistas nas bancas de jornal. Treinava sempre após voltar da escola, esquecendo até das atividades educativas formais”, conta.

Sua trajetória com a música o fez descobrir que gostava de compor suas “próprias mensagens”, diz, e completa o raciocínio descrevendo a composição musical como “poesia que nasceu antes mesmo de ser colocada no papel”.

O autor começou a divulgar seus escritos com a criação de um site, em meados de 2008 e foi a reação do público que o incentivou a organizar seu primeiro livro, publicado em 2013. Constatação semelhante se deu em relação à gravação de seu primeiro disco, Olhos Abertos, do qual resolveu dar a conhecer algumas músicas mesmo antes da concepção final do trabalho.

Nascido na Zona Sul de São Paulo passou a infância entre a Vila Santa Catarina – uma travessa da tão conhecida Rua Alba, espaço de Literatura Marginal, rap e das pessoas vidradas nos jornais sensacionalistas –, a Vila Mascote e a Vila Campestre. E diz que foi mais feliz nesta última: “Uma rua de paralelepípedo em que, junto com meu irmão mais novo e uma galera de lugares que eu nem sabia ao certo, jogávamos horas de futebol e brincávamos de esconde-esconde, pega-pega, polícia e ladrão e, apenas quando duas vizinhas chamavam, Cíntia e Sara, pulávamos corda. Eu, meu irmão e a rua toda, pagávamos um pau para elas. O ruim é que elas nunca deram bola, gostavam apenas de brincar mesmo…”. Atualmente mora na Vila Joaniza e diz com orgulho “Amo minha quebrada”.

Reconhece no esforço da mãe a possibilidade de estudar em escolas particulares durante quase toda sua vida, “minha mãe fazia questão”. Era segundo suas palavras: pioneira, inovadora, guerreira, empreendedora, eloquente. É do pai que vem a inspiração para a música. Entre suas inúmeras atividades das quais se ocupava para pagar as contas, ele encontrava tempo para tocar em uma banda de músicos virtuosos da Canção Nova, Igreja Católica Carismática. “Toda música boa que escutei veio por intermédio dos meus pais. MPB, principalmente”, enfatiza, e sobre o pai relata “toca violão como ninguém e só escuta som de primeira. Som de negrão…”.

Sobre sua inspiração diz que aprende em diversas fontes formais como Filosofia, Educação e Psicologia, mas não acredita na que é ensinada nos bancos universitários, “minha maior escola foi a rua”. Suas referências que também vem de “Alguns compositores e artistas. Algumas pessoas inseridas na multidão”.

Fonte: Editora Kazuá

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Pra lembrar do amor (single gratuito) – Jean Mello

Jul 10, 2015   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Músicas, Poesias  //  No Comments

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Gravação tranquila. Não tensa apesar do processo denso.

Uma música apenas. Depois disso, duas versões. Uma intimista, acústica. Outra com as guitarras e batera. Meu novo single está completamente pronto. Pra lembrar do amor…

O material sintetiza nova fase de minha vida. Lógico que é mais poética que antes.

Disponibilizei meu novo single em plataformas diversas. Dessa vez você poderá baixar em formato de áudio ou vídeo.

Essas coisas já estão disponíveis em meus canais oficiais. Só que agora resolvi aglutinar tudo.

Fique ligado! Esse ano vou apresentar muitas novidades.

Você pode baixar de graça. Escolha a plataforma que melhor lhe agradar.

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Nasce a nova luz em meio ao amor escasso

Jun 23, 2015   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

A vida é muito mais que momentos soltos. Um simples amanhã? Muitas coisas perdidas nos becos poluídos da solidão humana. Parecido com um livro que li – mais de uma vez – do Dostoiévski. Notas do Subsolo é o nome da obra.

Ainda bem que compus essa música. Conto uma parte de sua história em uma crônica de dias atrás.

Mas nem em minhas reflexões pessoais de profundidade imensurável poderia imaginar, Pra lembrar do amor não é apenas uma música que dediquei para um Amor Eterno. Meu amor de todos os tempos.

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É a trilha sonora de meu novo livro que será lançado em setembro desse ano. Exatamente no dia 15. Ano em que meu site faz sete anos. Exalando Esperança é o nome de minha nova obra.

Também é a força de minha história. Fiz questão de buscar melodias inefáveis, assim como Paulo de Tarso em suas cartas evangelísticas.

Realmente, atualmente essa é a música que mais gosto de meu repertório pessoal.

Pra quem não sabe, geralmente, componho letra e melodia ao mesmo tempo. Claro, meus acordes são simples, qualquer aprendiz recente de música pode tocar. As letras? Um pouco de poesia…

Minha forma de cantar pode não ser a melhor do mundo. Mas sempre que ouço me orgulho (juro não ser narcisismo) por ser minha forma de cantar, apenas minha.
Pra lembrar do amor é uma carta. Palavras ditas não de agora. Só que não posso deixar de lado de que essa música demonstra que minha história permanece viva.

Vivemos em um tempo de comunicação rápida. Infelizmente isso não quer dizer conhecimento profundo.

As ideias são soltas. Se pesquisadores de verdade olharem para o que está por aí, terão bases para constituição sólida de conhecimentos explícitos, implícitos, atuais e futurísticos.

Poesia é avanço social, cultural, espiritual e regeneração. A que está apenas no papel, as cantadas, faladas em saraus de quebrada ou os de elite.

Pra lembrar do amor é também revolução poética. Um homem que aceita falar de amor é verdadeiro homem. Àquele que se esquiva de como o amor corrói os sistemas consolidados é covarde.

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Pra lembrar do amor – Single

Jun 12, 2015   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Músicas, Vídeos  //  No Comments

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Gravação tranquila. Não tensa apesar do processo denso.

Uma música apenas. Depois disso, duas versões. Uma intimista, acústica. Outra com as guitarras e batera. Meu novo single está completamente pronto. Pra lembrar do amor…

O material sintetiza nova fase de minha vida. Lógico que é mais poética que antes.

Você pode dar play e baixar de graça… Fique ligado! Esse ano vou apresentar muitas novidades.

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“No Princípio Era o Verbo”

May 11, 2015   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Imagens, Músicas  //  No Comments

Olha só aquele shopping, que da hora!
Uns moleques na frente pedindo esmola
De pé no chão, mal vestidos, sem comer
Será que alguns que estão ali irão vencer?

(Racionais MC´S)

Escrevo ao som de Tupac, Sabotage, Black Alien e Racionais.

Claro que é som pesado, mesmo que o primeiro citado não seja em meu idioma, mas tenho a impressão de que entendo todas as palavras. Já disse em algumas letras de textos de minha autoria que não consigo ler e escutar poesia musicada, rap. Mas consigo escrever…

Não é à toa que tenho buscado – com afinco – a humildade dos pés desgastado de Cristo Jesus (não na completude, Ele é o Supremo Mestre, inalcançável nos planos desse mundo ainda não em estado completo de regeneração, apenas em um futuro próximo). Só que, em meus limitados pensamentos, cheguei à conclusão de que a humildade de Sabotage eu posso alcançar. Todos nós podemos, basta querer.

Meu natal de 2014, mais conhecido como ano passado, foi lendo a biografia de Sabotage. Pesquisa apurada do jornalista Toni C, sobre o Maestro do Canão. Um bom lugar é o nome do livro.

Maestro do Canão, Alexandre de Maio

Nesse texto não tentarei destrinchar o conteúdo do livro. Seria injusto pra mim, o material é tão bem escrito que, pelo menos de minha parte, não cabe uma resenha.

Agora, o que não posso deixar de lado é que de lá para cá não consigo parar de escutar o Sabota. Fui estimulado a buscar tudo a respeito dele. Também, pasme, a voltar a escrever sobre as poesias cantadas nas quebradas. Não que eu tenha um dia parado. Minha abordagem tinha mudado. Agora voltei a ser direto.

Não só o som dele se traduz como de primeira, mas a postura de pura compaixão pela quebrada dele, Brooklin, Favela do Canão e, isso é bem evidente no som dele, todas as favelas do Brasil.

Mas tenho de tomar cuidado para não me perder. Nem vim falar dele, meu assunto hoje é o Black Alien. Sim, aquele do Planet Hemp e que em 2004 gravou seu primeiro e, até hoje, único disco solo. Lendário, Babylon by Gus Volume 01 Ano do Macaco.

Não apenas dele, busquei alguns clássicos do Rap Nacional e coloquei em minha estante virtual. Quem nunca baixou que atire a primeira pedra. Leia mais >>

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