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Promoção 2012 Ebenezer Cultura

Dez 30, 2011   //   by Jean Mello   //   Blog, Promoções  //  7 Comments

Participe da promoção de começo de ano da Ebenezer Cultura.

Basta deixar uma mensagem como comentário nesse blog mesmo,  sobre sua expectativa com relação ao ano de 2012. Não tem limite de caracteres. Deixe seu pensamento fluir… A melhor resposta ganha o livro Perdas e Ganhos, de Lya Luft.

A reposta será divulgada no dia 07 de janeiro, e você tem até o dia 06 de janeiro para postar seu comentário.

Gostou? Compartilhe com seus contatos, assim fica ainda mais emocionante. O melhor é perceber o que pensam as pessoas, que são movidas por diversas coisas, mas, principalmente por seus sonhos e realizações

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É com imenso prazer que anunciamos a ganhadora da Promoção 2012 Ebenezer Cultura.

Durante ano virão mais promoções de incentivo a leitura. Enquanto isso, parabenizem Kamila Gadelha, que receberá o livro Perdas e Ganhos, de Lya Luft. A vencedora tem três dias úteis para enviar seus dados no e-mail ebenezercultura@yahoo.com

 

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Martin Luther King – 1968 – Sermão da Montanha

Dez 27, 2011   //   by Jean Mello   //   Blog, Vídeos  //  1 Comment

 

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Esse dom (som) quase perfeito (um pouco de vinho tinto na Vila Madalena)…

Dez 26, 2011   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

 

Ouvi a música que vinha de longe. Os acordes da guitarra eram bem definidos.

A banda estava bem sincronizada. Um som quase perfeito, apenas não era completamente, por conta da minha imperfeição. Não posso dizer que não chorei ao ouvir que o som se aproximava, mas logo após, num piscar de olhos, sorri. Confesso: o som tinha o poder de alterar minhas emoções, era inenarrável. Podia sentir que estava sendo levado para um lugar que nunca tinha ouvido falar. Ou melhor, até já tinha, só que não acreditava que existisse. Imaginei que viesse apenas de meus sonhos, de minhas visões, porém era realidade.

Nossas escolas deveriam ter o poder de mexer com o estado de espírito dos jovens. Poderia ser importante para levá-los a refletir a noite ou durante o dia.

Sou a favor de professores que olham para o passado, que amam os clássicos da filosofia. Se bem trabalhada, as indagações levantadas há séculos atrás, podem favorecer no nascimento de frutos reflexivos, jovens mais críticos dentro e fora do ambiente escolar. Em minha modesta opinião, isso faria os jovens caírem no choro ou na gargalhada, ficar com raiva ou alegres a ponto de contagiar outras pessoas até mesmo dentro de casa, encontrar a felicidade. Leia mais >>

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Livres do racismo…

Dez 12, 2011   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  7 Comments


Tempestade de ideias sobre o que penso acerca de uma questão tão esquecida e ao mesmo tempo tão lembrada em nossa sociedade – o racismo. Qual é o papel de cada cidadão para combater esse atraso que é prejudicial à todos, não apenas aos negros? 


Um dia terei a oportunidade de ajudar a fazer com que muitos se orgulhem de ter descendentes africanos, talvez as escolas também possam fazer isso – teve que virar lei para que as pessoas, pelo menos grande parte delas dentro das escolas, começassem a se mobilizar. Mesmo assim, de certa forma, vejo que ainda tem muito trabalho a ser feito. Os livros de Maria Aparecida Bento cumprem este papel em minha vida, especialmente Cidadania em Preto e Branco. Todo mundo deveria ler este livro, sinto orgulho de saber de onde vim. 

A resolução adotada pelo Conselho Nacional de Educação em 22 de março de 2004, um ano depois de o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter promulgado a Lei 10.639, que torna obrigatório o ensino da História da África na Educação Básica, diz: O sucesso das políticas públicas do Estado brasileiro, institucionais e pedagógicas, visando reparações, reconhecimento e valorização da identidade, da cultura e da história dos negros brasileiros, depende necessariamente de condições (…) favoráveis para o ensino e para as aprendizagens; em outras palavras, todos os alunos negros e não negros, bem como os seus professores, precisam sentir-se valorizados e apoiados. Depende também, de maneira decisiva, da reeducação das relações entre negros e brancos, o que aqui estamos designando como relações étnico-raciais. Depende, ainda, de trabalho conjunto, (…) visto que as mudanças éticas, culturais, pedagógicas e políticas nessas relações não se limitam à escolaDiretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Leia mais >>

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Ariovaldo Ramos – Vídeo Direitos Humanos

Dez 9, 2011   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Vídeos  //  No Comments

 

Ainda bem que para muitos – eu me coloco dentro desses sonhadores desenfreados pela vontade de ver o mundo como um lugar melhor – utopia é apenas o amanhã.

Em partes compartilho com o que Ariovaldo Ramos disse no vídeo. Apenas acho que ele deveria dizer que não a igreja, enquanto instituição, mas os seres humanos, que andam nos diversos lugares e, também, até mesmo os que antes andavam em sintonia com desejos verdadeiros de transformar a sociedade, que também em muitos casos se transformou em um negócio rentável, incluindo até quem se propõe a promover algum tipo de transformação, devem realmente envolver-se em algo que contribua para que a nação brasileira seja um lugar que contemple à todos e não apenas uma pequena parte da população. Ou seja, voltar ao início das coisas. Daria para enquadrar muitas organizações não governamentais que antes de seu nascimento caminhavam junto com os movimentos sociais, mas que hoje dizem em seus megafones que mostrar pobreza é coisa ultrapassada – sei que centenas realizam trabalhos sérios, só que já vi de perto outras muitas que geram riqueza aos seus donos e atraso ao Brasil.

Estou para ver nesse país alguém que realmente toque nessa ferida, ainda mais quando falamos de pastores. Ariovaldo também falou uma palavra que em muitas igrejas, ou até em outros lugares no Brasil, é pior que um palavrão: racismo. Só por ter tocado nesse assunto dá pra perceber a seriedade de todas suas atuações. Além disso, vincular os evangelhos com mobilizações sociais é, simplesmente, colocar em pauta a verdade daquilo que Cristo pregou.

Certo, o que mais vemos, nas milhares de portas abertas que chamam de igreja é dizer que Cristo veio para trazer riquezas materiais: mentira! Vamos lá, sempre em busca de resgatar princípios do evangelho, aquilo que em nossa sociedade e, quase que principalmente dentro das igrejas, está cada vez mais escasso. Em todo caso, com relação à quase tudo que ele disse, é também Meu Clamor.

PS – Esse vídeo apareceu no mural do meu amigo Robson Silva Undoing

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Um dos caminhos para mobilização: Coleção História Geral da África

Out 25, 2011   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  4 Comments

Com o envolvimento de mais de 350 especialistas, e sob a direção de um Comitê Científico Internacional formado por 39 intelectuais, a Coleção Geral da História da África é a principal referência para quem deseja acessar uma versão não colonialista sobre o passado do segundo continente mais populoso da Terra

Declarado pela Assembleia Geral das Nações Unidas como Ano Internacional para os Povos Afrodescendentes, 2011 é um momento ímpar para impulsionar e visibilizar mobilizações que envolvem a população negra no mundo inteiro, com a incumbência de ter continuidade ao longo dos anos.

Uma das conquistas, não apenas para o Brasil, mas também para os países africanos de língua portuguesa (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe), de bastante importância e relevância de resistência histórica, foi a tradução ao português da Coleção História Geral da África, em dezembro de 2010. A publicação vem ganhando força durante o ano, principalmente nos três primeiros meses, período em que alcançou mais de 80 mil downloads. As versões impressas encontram-se em todas as universidades e bibliotecas públicas do Brasil.

A tradução se deu por conta das parcerias entre a Organização para a Educação, a Ciência e a Cultura das Nações Unidas (Unesco), a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (Secad/MEC), sabendo que também essa já era uma demanda solicitada por parte do Movimento Negro no Brasil e outros Movimentos de Libertação em países africanos. A edição em português veio quase trinta anos depois da publicação original. Editada pela UNESCO, entre as décadas de 80 e 90, os volumes foram sendo disponibilizados em diversos idiomas: inglês, francês, chinês e árabe.

Leia mais >>

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Sempre procurando sentido… De sistemas em sistemas…

Out 25, 2011   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog  //  No Comments

De sistemas em sistemas… Amores, dissabores… Já pensou se o dissabor – essa eterna sensação de coisas inacabadas, cobrando sempre quanto aos defeitos das pessoas – vem da própria insatisfação, que nunca será satisfeita, apenas por esperar perfeição do seu semelhante?

De entregas em entregas… Sempre esperando receber o que se promete, mesmo sabendo que hoje em dia a manipulação é o que está presente em quase todos os lugares. Os olhos precisam ser abertos… De nada adianta saber e mesmo assim se entregar. E de enganação a palavra humana se alimenta. Alguém duvida disso? Não acho que hoje se engana mais que antes. Percebo apenas que ela [a enganação] tem se diversificado, está mais criativa.

Sempre precisando encontrar algo, com o olhar voltado apenas para os defeitos do outro e mesmo os seus. Mas, uma pergunta apenas, em que lugar a humanidade vê o lado bom das coisas?

Preconceitos não assumidos, discriminação [quantas atitudes aproveitando a bondade de quem está a sua volta, prejudicando as pessoas em suas diferenças], falso altruísmo, apenas para destruir quem ameaça desbancar qualquer sistema construído.

Como é que se encontra sem foco? Defeitos todo mundo tem, o problema é quando só se vê os defeitos dos outros e não os próprios. Todo mundo sabe que o mundo está cheio de gente assim… Sábias as palavras de Cristo: Por que você fica olhando o cisco no olho do seu irmão, e não presta atenção à trave que está no seu próprio olho? A não ser que isso seja um engano, sei ao certo que, nos dias atuais, isso se multiplica. Pode ser que eu esteja exagerando. Algo me diz que não… Sou um mero mortal que opina a respeito do que vejo no mundo.

E de sistemas em sistemas o ser humano, quase sempre, procura verdades que são ideologias de aproveitadores e sem escrúpulos, que assumem a face “marqueteira”, roubando ideias e transformando discursos coerentes em práticas distorcidas, prometendo a redenção de quem nenhuma esperança tem. E quando tudo dá errado, coisa que acontece o tempo inteiro, quando os sistemas montados vão caindo [todo império um dia cai, ou melhor, passa para as mãos de outros, com princípios parecidos, só que com mais agressividade], é só olhar para a história que apenas vai se repetindo com o passar dos dias.

Nem tenho a arrogância de dizer que estou certo. De todo modo, essa não deixa de ser minha certeza. Sem sombra de dúvidas ela não é apenas minha certeza. Será que é a sua também? Deplorável…

E o pior é que as atrocidades que vemos é o que não podemos chamar de atitudes desumanas, elas são cometidas pela própria humanidade, como podem ser chamadas de desumanas? E na falta de amor a humanidade vai caminhando, quem sabe em que lugar vai parar?

O orçamento destinado para manutenção do imperialismo gera a fome na periferia do mundo. Isso todo mundo está cansado de saber. Não fazemos nada!

E de fragmentações, inclusive em lugares que não deveria existir, como por exemplo, nos movimentos sociais, estamos fadados pra sempre. Cada um está voltado aos seus próprios interesses. São outros sistemas, disfarçados de benfeitoria, com cara de caridade, fala mal do assistencialismo, só que propõe coisas que apenas faz jogar do mesmo lado que os sistemas opressores. De qual lado vamos ficar?

Doenças que nascem na mente e fora dela, afetando quase tudo na vida. Doenças “incuráveis” que apenas são potencializadas por quem mais dinheiro quer ganhar, em troca do sofrimento alheio. É um mundo assim que chamam de civilizado? E se sistemas em sistemas vamos apenas reproduzindo o que impera como correto… Temos alguma saída?

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