Browsing articles tagged with " Crônicas"

Exalando Esperança (meu primeiro e único som instrumental)

Dec 13, 2016   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog  //  No Comments

“Exalando Esperança” é um dos livros de minha autoria. Em breve terá nova edição da publicação. Novo projeto gráfico e nova linha editorial.

Divulgo por aqui uma música, completamente instrumental, que compus enquanto estava escrevendo o livro. Junto com ela alguns passos que tenho dado nessa minha nova fase enquanto escritor.

Algumas pessoas de maneira bem respeitosa me perguntam se estou trabalhando em novas músicas e novos livros.

Tenho um conjunto de músicas inéditas compostas. Elas dariam alguns discos, obviamente se fossem bem trabalhadas. Mas não pretendo seguir mais carreira musical. Interpretada por mim essa é a última música que vou lançar. Leia mais >>

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Minhas raízes estão firmes como as de um Baobá

Nov 28, 2016   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

Por Jean Mello

Sarau do Projeto Raízes no Museu da Imigração. Foto: Isidro Sanene

Sarau do Projeto Raízes no Museu da Imigração. Foto: Isidro Sanene

Não conheço profundamente a literatura africana e os aspectos históricos que comprovam o quanto essa cultura influenciou a nós brasileiros. Eu disse que não conheço os detalhes, mas tenho noção do impacto que tudo isso gerou em minha vida enquanto escritor.

Não me culpo por isso – digo a respeito de não saber quase que na totalidade – mesmo sendo um escritor, um jovem intelectual à beira dos 33 anos de idade.

Por que me culpar por não saber na completude se apenas recentemente a “Coleção Geral da História da África” foi traduzida para o português? Leia mais >>

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Participação na Rádio Web Conectados

Nov 12, 2016   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Músicas  //  No Comments

Rádio Web Conectados

Na quinta-feira (10/11/2016) fui entrevistado, junto com a cantora e multi-instrumentista Lorena Hollander,  no Programa Tribo Urbana, nos estúdios da Rádio Conectados. Confira na íntegra o conteúdo.

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Sobre “Fim de tarde” de Jean Mello

Oct 13, 2016   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

Por Cintia Machado

Fim de Tarde

O que está oculto entre o dia que ilumina e a noite que termina? Alguns retratos de acontecimentos, de sonhos, desejos e sofrimentos. Leia mais >>

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Escola ou fliperama?

Apr 26, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

VLUU L100, M100  / Samsung L100, M100Escola ou fliperama? A pergunta ecoava, feita para grupos extensos, adolescentes. Nem precisava se esforçar, o que a galera escolhia?

O resultado vinha nas notas, após dias e dias jogando e deixando de lado as aulas chatas, mas a maioria nem ligava.

Certo ou errado, naquele instante, as pessoas tinham a possibilidade de escolher. Como hoje muita gente tem – preferimos o falso moralismo, o papo de que só há progresso quando as pessoas estão inseridas, até o pescoço, nas normas cultas, ou cultuadas, do ensino tradicional, em escolas prisioneiras do corpo e da alma.

É certo que em alguns aspectos as portas se abrem. Poucas oportunidades têm para quem concluiu apenas a educação básica. Mas e aí, será mesmo que essas etapas garantem saberes não treinados? Àqueles não restritos ao mercado do trabalho ou aos vestibulares. Tirem esses meninos dessas formas que perduram há tempos.

Lógico é… um beijo, os amassos, as longas risadas, ensinam bem mais. As conversas inspiradoras na hora do intervalo ou as trocas, chamadas alienadas ou não, no fundo da sala ou em qualquer lugar da escola, gruda na memória, diferente da Fórmula de Bhaskara. Importante para o futuro? Pode até ser… mas acho, em minha vasta ignorância e uma pré-disposição em insistir na escrita de textos “fora da realidade”, intervenções diferentes poderiam ser feitas no ambiente escolar. Sei que em inúmeros exemplos elas são feitas, realizadas, com gente de todo Brasil fazendo a diferença na cultura e na educação. Basta? Não, o sistema se protege, ele não mudou. A educação alternativa pode tentar corroer as grades prisioneiras dos programas estabelecidos por todos os anos, até a entrada da galera no mundo universitário, mas como está tudo ali, instaurado como maquiagem do saber, é como dar murros em ponta de faca.

Mesmo assim, os resultados são inúmeros, quando vemos práticas alternativas, de comunicação e cultura, de um modo mais amplo, realizadas em escolas, principalmente as públicas.

E não paramos de perpetuar gaiolas ao invés de asas. É, quanta ingenuidade a minha. Encorajar o voo tira as pessoas do controle das grades impostas. Mas, de forma inconsciente, a galera resiste ao que é imposto. Em minha época, pelo menos em meio aos meninos a pergunta era escola ou fliperama. Hoje em dia preciso me atualizar. A pergunta deve ser qual? Só busco saber qual deve ser a pergunta, porque a resposta deve permanecer a mesma…

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O apetite do trabalhador paulistano

Jun 27, 2013   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

por Jean Mello, texto escrito para o site Viva Favela

Nas casinhas ainda inacabadas, em intermináveis reformas, tocam os despertadores. Às 4h da manhã, na região periférica de São Paulo, pais e mães de família pulam da cama para garantir o sustento, o pão de cada dia.

galo que canta é a necessidade de sair, sempre correndo, indo contra o tempo, sem parar para ver o sol nascer. O café da manhã difere bastante daquele servido nos hotéis em que os turistas são recebidos em nosso país.

Em muitos pontos de ônibus, barracas montadas vendendo café com leite, coxinhas fresquinhas, salgados de modo geral, chocolate quente, bolo de muitos sabores etc. Este trabalho é resultado do suor de famílias que dão um duro danado para dar “sustento” aos que também cedo madrugam e não têm tempo para alimentar-se direito. Claro, não poderia deixar de lado, de modo algum, sempre esses espaços estão lotados, gente pagando pouco e comendo bem, tudo quentinho, feito com muito cuidado e carinho.

Em muitos lugares não falta o que colocar na mesa, mas, o tempo é inimigo. Não raro é engolir o que é preparado rapidamente – e não mastigar direito – antes de encarar o busão, ou simplesmente o trânsito, escutando um som num confortável carro popular. Já que o crédito para tirar um seminovo, ou um ainda recém-saído da fábrica, está facilitado, dá pra pagar em até cinco anos, com a possibilidade de refinanciar, caso se enforque no caminho. Leia mais >>

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