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O artificial sobrepõe o real?

Feb 24, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Músicas, Vídeos  //  No Comments

Poucas pessoas param para pensar e discursar acerca do impacto que as revoluções tecnológicas causa no cotidiano das pessoas.

Enquanto fenômeno de caráter social – quando penso no número de informações que as pessoas acessam no cotidiano – os acessos à internet, de qualquer lugar, dinamiza, e muito, a visão que as pessoas passam a ter da realidade. São versões diversificadas de um mesmo acontecimento. Agora não apenas de algumas mídias oficiais, centradas apenas em compromissos com patrocinadores, chegam as notícias.

Reflexão densa, com enfoques inúmeros enquanto possibilidades de abordagem. Cuidado para não pirar quando perceber a emergência que é tratar com zelo a realidade que temos nas mãos, nas ruas, nos blogs, nas redes como um todo. Sim, parto da minha tela e, agora, enquanto você para por alguns minutos, de seu precioso tempo, pra pensar na versão desse que apenas compartilha um ponto de vista que para muitos é comum, mas, para grande maioria, trata-se de mais palavras que podem ser jogadas ao vento. Não aquele de Caetano, em que caminhava por aí sem lenço e nem documento. Leia mais >>

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Velhos e novos sons

Feb 21, 2014   //   by Jean Mello   //   Blog, Músicas  //  No Comments

Música e literatura transformaram-se, nos últimos cinco anos, em minhas maiores expressões de vida. Em diversas de minhas produções compartilho esses conteúdos. Agora, ao organizar minhas músicas, aglutinei todas em apenas um lugar que, para variar, estão disponíveis de graça. Clique na imagem e seja direcionado. Ajude a divulgar…

Jean Tocando

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Eligir a vida

Feb 8, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Poesias  //  No Comments

Diariamente busco com afinco as palavras mais próximas de resumir sentimentos, acontecimentos, realidades, fantasias, premissas observadas pela sensibilidade afiada que o ato de escrever e de ler o que está em cada esquina de minha existência só faz crescer, multiplicar em meu ser.

vida imensa

Entre as inúmeras sentenças gramaticais, frases e mais frases, ideias soltas e consolidadas na concretude, uma me salta aos olhos, quase gritando para ser grafada: gratidão.

Simplesmente pelo alento do viver, sem peso.

Pelas poesias caminhando ao vento e que param na inspiração cotidiana, livre, descompromissada com qualquer tipo de prisão.

Pelo tempo que passa, mas podemos guardar na memória, em fotografias ou em belas canções.

No saber ou não saber. Na luta de andar no contra fluxo das propostas alienantes. Não na contramão, porque quem assim anda pode fazer o pior, bater de frente ou machucar muita gente. Isso não é sábio.

Exalando esperança e sonhos, com vasta alegria no peito. O pessimismo deu lugar às certezas adormecidas. Dá pra ver um mesmo acontecimento de formas diversas, com olhares cortantes, otimismo. Nem sempre o que sobra é o pior.

Revisão: Cris Santana

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Palavras (single)

Feb 5, 2014   //   by Jean Mello   //   Blog, Crônicas, Músicas  //  No Comments

Apenas meu desejo de ver um mundo melhor. Pode ser pra você, para os que estão perto ou longe, para cada ser humano. Isso resolvi expressar em uma canção que há tempos compus.

Um single… Você pode ouvir e baixar de graça, colocar em seu celular ou qualquer outro aparelho portátil. Pode ajudar a divulgar para que outras pessoas ouçam. Para acessar a música e baixar é só clicar na imagem abaixo.

Palavras (capa)

Composição: Jean Mello

Produção: Dan Godoy

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Aspectos Históricos sobre o Racismo

Apr 12, 2013   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

Texto meu publicado na revista eletrônica número 14 do site Viva Favela.

Não caçamos os pretos, no meio da rua, a pauladas, como nos Estados Unidos. Mas fazemos o que talvez seja pior. A vida do preto brasileiro é toda tecida de humilhações. Nós tratamos com uma cordialidade que é o disfarce pusilâmine de um desprezo que fermenta em nós, dia e noite.

Nelson Rodrigues

Somos o segundo país do mundo em número de negros, ficando apenas atrás da Nigéria, demonstra o Portal Raízes. Isso não quer dizer que temos políticas eficazes direcionadas para um povo que tão mal tratado foi durante a história e, ao mesmo tempo, tão representativo é em nossa cultura.

Segundo o Portal Brasil, os afrodescendentes constituem 51,1% da população brasileira; em 2009, 6,9% das pessoas informaram ser pretas e 44,2% de autodeclararam pardas, o que representa 51,1% dos brasileiros. Números significativos ao levarmos em conta o fato de que as pessoas estão se declarando negras ou pardas, mesmo com uma imagem tão estereotipada do negro nos livros didáticos, na mídia tradicional ou nas redes sociais. Ou seja, inúmeros são os motivos para as pessoas não desejarem serem vistas como negras, descendentes de africanos.

Um salto para um dos acontecimentos em que o racismo mais se evidenciou na história: os tráficos negreiros.

Corro o risco de ouvir argumentos de que a “escravatura foi uma prática de todas as sociedades humanas num ou outro momento da história”, como nos informa a escritora e historiadora Elikia M´Bokolo, em seu livro África Negra: Histórias e Civilizações. Certamente, sabemos que sim. Mas, ao mesmo tempo, a escritora complementa dizendo que “nenhum continente conheceu, durante um período tão longo (séculos VII – XIX), uma sangria tão contínua e tão sistemática como o continente africano”.

Sempre depois de alguma afirmação que acentua a crueldade a que negros e negras do continente africano foram submetidos, vem a clássica pergunta: os próprios negros entraram em acordo comercial com os europeus, a culpa não é dos próprios africanos? Responda você mesmo… Será que cairemos mais uma vez na armadilha de culpar os oprimidos?

Referências para remontarmos os fatores históricos não falta. Mais interessante é olhar para materiais que façam a relação do passado com o presente que hoje vivemos. Um deles, que não me canso de ver é Quanto Vale ou é por Quilo? Trata-se de uma analogia entre o antigo comércio de escravos e a atual exploração da miséria pelo marketing social, que forma uma solidariedade de fachada. Sabemos, vemos e nada falamos. Leia mais >>

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Só não quero correr o risco de desistir de lutar

Mar 17, 2013   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Poesias  //  No Comments

Risco de ganhar

Risco de perder

Risco de viver

Risco de morrer

Risco de não lembrar o nome dela

Risco de abraçar quem se ama

Risco de correr do afeto a todo tempo

Risco de não confiar mais em ninguém

Risco de deixar de lado oportunidades únicas

Risco de abraçar algo e ir até o fim

Riscos que não quero correr

Riscos que tenho a obrigação de correr

Risco de sonhar de modo exagerado

Riscos utópicos

Risco da falta de fé

Risco de contrair alguma fé alienante ou doentia

Risco de perder tudo

Risco de não entender as palavras mais importantes

Sei que todos nós corremos o risco de ir em direção ao nada

Risco de se perder nos labirintos da existência

Alguns riscos vale a pena correr

Outros, porém, é bem melhor deixar de lado

Só não quero correr o risco de desistir de lutar

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Coração livre do egoísmo

Mar 16, 2013   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

Com amor nas mãos e o sentimento de um sujeito inacabado nesse miserável coração. Em busca do inalcançável. Em sinergia com o medo atual que invade cada sentimento impuro.

Multiplicando o que pode gerar vida. Com as mãos estendidas para dar vazão ao que brota em uma mente antes infértil. Agindo, repartindo, com a vontade plena de viver a comunhão genuína, amorosa. Desejoso em ver o que não pode ser visto sem os olhos da fé.

Confiança alienada não é confiança, consiste em ilusão. Doença dos nossos dias, cegueira extrema. Mantenha os olhos abertos e as atitudes em completa coerência. Não consigo pensar um ser humano agradável que não alinhe discurso com prática.

Dureza em não ouvir quando necessário. Quando será que assumiremos nossos escandalosos erros? Horripilante o terreno pavoroso que estamos pisando sem saber. Desejamos, alcançamos e depois jogamos fora, sem qualquer arrependimento.

Palavras, não as que são jogadas ao vento, em terra arenosa ou campo rochoso. Sem saber o que me espera e o que espera as pessoas que amo. Sabendo, sei que posso dizer que sei, que mesmo na tribulação existe paz.

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