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Poema narcisista (extraído do livro “Intocado”)

Sep 17, 2017   //   by Jean Mello   //   Blog, Intocado  //  No Comments
Imagem: Rich Lock

Imagem: Rich Lock

Para saber mais sobre o livro “Intocado”, clique aqui.

contos-cantos-desencantos
reflexo narcísico
espelho narcisista

cadência
decência
essência
sentença

memória-baseado-ato-contínuo
ligação dos mundos
prosear para não faltar o falar

ar escasso

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Sarau Diversidade Cultural

Nov 23, 2015   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

Sarau

Alguns convites tenho recebido para fazer parte de manifestações culturais, inúmeras. Compartilho mais um importante passo. Gostaria muito de contar com sua presença.

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Exalando Esperança (Novo Livro)

Sep 8, 2015   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Músicas, Poesias  //  1 Comment

Capa Frente

Exalando Esperança não é um projeto novo. Jean Mello, autor do livro, pensou essa ideia em diferentes formas, musical e literária.

Mas, antes do desenvolvimento, como algo óbvio, teve de acontecer o primeiro passo. Qual foi ele? Um texto postado em seu site, em março de 2013. No conteúdo o cronista anunciou – mesmo que os leitores não soubessem – que aquele material se tratava exatamente do início da edição de seu segundo livro.

O primeiro livro do autor, Crônicas Perdidas, esgotou em menos de dois anos após a impressão da primeira edição. Totalizou até o momento três edições da obra. Em breve ele será novamente disponibilizado, mas agora pela editora Kazuá, antes pela Scortecci.

Doses grandes de utopia e vida. Acreditando ainda que as quebradas não transmitem apenas violência e o que dizem as notícias sensacionalistas insistentes em relatar apenas fragmentos dos fatos, potencializando o que é ruim nas comunidades. Leia mais >>

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Jean Mello: “Meu combustível é a utopia”

Jul 28, 2015   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Entrevistas, Poesias, Projetos  //  No Comments

 

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Jean Mello se define escritor-músico e ressalta que estas duas expressões criativas são indissociáveis em sua vida, embora entenda que ser músico “transcende tudo”. Ele também é educador e esta realidade o transformou em um pensador que encontra combustível na utopia para propor alternativas para repensar a formação dos indivíduos.

Começou a tocar violão aos doze anos de idade, irritando os demais habitantes da casa ao treinar depois da aula: “Aprendi ouvindo muito as músicas que gostava e comprando as revistas nas bancas de jornal. Treinava sempre após voltar da escola, esquecendo até das atividades educativas formais”, conta.

Sua trajetória com a música o fez descobrir que gostava de compor suas “próprias mensagens”, diz, e completa o raciocínio descrevendo a composição musical como “poesia que nasceu antes mesmo de ser colocada no papel”.

O autor começou a divulgar seus escritos com a criação de um site, em meados de 2008 e foi a reação do público que o incentivou a organizar seu primeiro livro, publicado em 2013. Constatação semelhante se deu em relação à gravação de seu primeiro disco, Olhos Abertos, do qual resolveu dar a conhecer algumas músicas mesmo antes da concepção final do trabalho.

Nascido na Zona Sul de São Paulo passou a infância entre a Vila Santa Catarina – uma travessa da tão conhecida Rua Alba, espaço de Literatura Marginal, rap e das pessoas vidradas nos jornais sensacionalistas –, a Vila Mascote e a Vila Campestre. E diz que foi mais feliz nesta última: “Uma rua de paralelepípedo em que, junto com meu irmão mais novo e uma galera de lugares que eu nem sabia ao certo, jogávamos horas de futebol e brincávamos de esconde-esconde, pega-pega, polícia e ladrão e, apenas quando duas vizinhas chamavam, Cíntia e Sara, pulávamos corda. Eu, meu irmão e a rua toda, pagávamos um pau para elas. O ruim é que elas nunca deram bola, gostavam apenas de brincar mesmo…”. Atualmente mora na Vila Joaniza e diz com orgulho “Amo minha quebrada”.

Reconhece no esforço da mãe a possibilidade de estudar em escolas particulares durante quase toda sua vida, “minha mãe fazia questão”. Era segundo suas palavras: pioneira, inovadora, guerreira, empreendedora, eloquente. É do pai que vem a inspiração para a música. Entre suas inúmeras atividades das quais se ocupava para pagar as contas, ele encontrava tempo para tocar em uma banda de músicos virtuosos da Canção Nova, Igreja Católica Carismática. “Toda música boa que escutei veio por intermédio dos meus pais. MPB, principalmente”, enfatiza, e sobre o pai relata “toca violão como ninguém e só escuta som de primeira. Som de negrão…”.

Sobre sua inspiração diz que aprende em diversas fontes formais como Filosofia, Educação e Psicologia, mas não acredita na que é ensinada nos bancos universitários, “minha maior escola foi a rua”. Suas referências que também vem de “Alguns compositores e artistas. Algumas pessoas inseridas na multidão”.

Fonte: Editora Kazuá

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Uma prévia de minha participação na TV CINEC

Nov 26, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Músicas, Poesias  //  No Comments

Recitei um poema de minha autoria na TV CINEC. Programa Balanço Zona Sul. Liberei do áudio como uma prévia. A entrevista na íntegra você poderá acompanhar por aqui no dia 28/11/2014 à partir das 18:00 horas.

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Teaser Não Tive Medo (Clipe)

Aug 14, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Músicas, Vídeos  //  1 Comment

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Versos de ventania!

May 8, 2014   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

Era para ser uma carta que ainda não posso escrever. Também escrevo para preencher vazios, lacunas.

Não me importo muito, quando gosto do som, resolvo que ele merece que eu me debruce.

Realmente sei que trago comigo versos carregados de ventanias de pensamentos e inspirações minhas, de meu pobre coração.

Sei lá o real motivo, algumas músicas, principalmente as metafóricas ou românticas, me permitem colocar pensamento direto no papel em forma de versos. Isso quando não inspiram outros sons, outras músicas nascidas da alma.

Tenho de valor as minhas memórias. Um cronista tem isso como seu bem mais precioso para preservar o ato de escrever. Mesmo que livros não sejam publicados ou sites alimentados; ainda que não sejam palavras grafadas, fiquem a mercê do tempo e do vento, são bens mais valiosos que o ouro. Afinal de contas, “a palavra não volta vazia.”

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Não é tão grande quanto a beleza das flores.

Demora a alcançar a plenitude do céu estrelado.

Se tiver certeza de que está no caminho errado não tenha medo de voltar. Às vezes é melhor regressar… São as janelas para a vida!

Gostaria de plantar poemas como se fossem sementes.

Sinto saudades, não tanto quanto antes, mas ainda sinto.

O que partiu e não voltou não era mesmo para ser meu.

O choro pode durar até mais que uma noite. Mas a alegria…

Ainda sei que existem olhares furtivos que desejam ver meu fim.

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