Publicações

Crônicas Perdidas – 2013 

Haviam todos os tipos de pensamentos e atitudes no coração de cada pessoa que caminhava pela Avenida Paulista. Uns queriam ir ao cinema ver filmes alternativos, outros apenas tomar um café. A grande maioria das pessoas apenas caminhava e contemplava a beleza daquela noite tão importante. O maravilhoso era ver os artistas compartilhando suas obras ao ar livre. Os olhos mais atentos queriam contemplar a beleza de tudo que estava disponível naquele lugar. Riqueza entregue gratuitamente, ou melhor, pelo preço que todos podiam ou queriam pagar. Cada um produz seu próprio preço para visualizar coisas que é fruto de muito esforço. Quem foi que disse que arte é sinônimo de relaxo? Ao contrário, o artista muito busca para encontrar sentido em sua própria arte, muitas pessoas é que não dão valor. Foi angustiante ver os carros passando, no trânsito da vida, com pressa, ou nem tanto assim, em direção ao nada que os esperavam.

(“O pouco que vejo em minha cidade…”)

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Foto de Capa!

Ficha Técnica

ISBN: 978-85-366-3002-1

Idioma: português

Dimensão aprox.: 14 x 20,7 cm

Peso: 0,200 kg

Edição: 1ª

Ano de Lançamento: 2013

Número de páginas: 96

Editora: Scortecci

 

Exalando Esperança – 2015

Exalando esperança e ainda me livrando da dor de ver o que poucos enxergam ou assumem que veem. Experimentando disparidades de vida. Valorizando quase que ao extremo a supremacia de existir desse lado – ao menos sei que dar importância a cada dia, cada segundo, como se fosse o último, é no mínimo prudente. Sabendo da beleza e do perigo das palavras, principalmente as que têm o poder hipnotizante de enganar, para não cair no erro de dizer muito antes de escutar mais ainda.

Com um sorriso horripilante e deixando de lado os passos errados, perniciosos, do tempo que se vai sem que se possa perceber. Tentando falar de coisas pesadas de um modo mais leve. Tenho mais perguntas que respostas. Um menor número de afirmações equivocadas. Muito ainda tenho de aprender nessa inesperada caminhada. Tenho em mim a certeza de que nada sei.

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Exalando

Ficha Técnica

ISBN: 978-85-366-3899-7
Formato 12 x 18 cm
96 páginas
1ª edição – 2015
Scortecci Editora
Contos

Fim de Tarde – 2015

“Em Fim de Tarde, Jean, nos atenta a ver e examinar cuidadosamente as coisas do mundo, os afetos das pessoas, o grau de formalidade ou de intimidade entre os transeuntes de uma cidade. O desinteresse por uma cultura digna; o orgulho de quem anda de carrão e de modo desenfreado rumo ao vazio, como o autor menciona em uma das crônicas dessa obra: “Foi angustiante ver os carros passando, no trânsito da vida, com pressa, ou nem tanto assim, em direção ao nada que os esperavam”. É evidente que a humanidade está cada vez mais voltada para si, egoísta, pensando em seu próprio umbigo. Mas, vale lembrar, nas palavras do autor, que todos nós vamos para o mesmo lugar, e que desta vida nada se leva.” (Germano Gonçalves)

Sobre o autor: Jean Mello é educador social formado pelo Núcleo de Trabalhos Comunitários da PUC/SP, vinculado à Faculdade de Educação, educomunicador, músico e escritor.

Em 2013 publicou o livro Crônicas Perdidas. Relatos sobre uma diversidade de temas: educação, preconceito, religião, cultura, desigualdades sociais.

Em 2015 mais um projeto publicado, Exalando Esperança. Na obra são retratadas situações aparentemente pequenas que ocorrem principalmente nas periferias, mas que precisam ser valorizadas. Um projeto de alfabetização de adultos nascendo em alguma região de vulnerabilidade social, um polo cultural surgindo em uma praça abandonada, pessoas superando as dificuldades que todo excluído enfrenta. Acredita que o sonho de Luther King não virou pó. Insiste em deixar sua marca no mundo através da arte.

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Fim-de-tarde

Nova edição de “Exalando Esperança” em parceria com a Amazon – 2017

Jean manifesta forte esperança, crendo na possibilidade de que o jogo duro que o povo joga há décadas contra antigos trapaceiros, um dia terá um placar justo, revertido a favor de quem foi roubado por muitos séculos. E em muitas passagens deste livro há o questionamento das divergências, das discrepâncias, das contradições, desconfiando daquilo que o sistema estabeleceu como desenvolvimento fundamental, mas que é inaceitável, infelizmente, por estar em detrimento do povo que alicerça a opulência dos ricos.

O autor insiste em suscitar o debate em quase todas as páginas, principalmente nas que levanta as questões do preconceito, do machismo e do totalitarismo com muita propriedade, com argumentos fundados, com muita brandura e sabedoria, num compromisso em querer libertar os “ignorantes” (dando até mesmo exemplo de diálogo com um amigo que reproduzia um discurso de ódio em frente à casa do autor) daquilo que, durante séculos, incutiram na mente da sociedade que insiste em propagar o vírus que a tornou doente, adiante às novas, puras e ingênuas gerações por vir.

Alba Atróz

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Exalando Esperança - Capa.jpg 2

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