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Antítese do Mito da Caverna

Out 12, 2016   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Contos, Crônicas, Poesias  //  No Comments

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a toca da coruja

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A arte da crônica e do conto

Set 15, 2016   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Contos, Crônicas  //  No Comments

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Finalizei recentemente o curso ministrado pelo professor Fernando Paixão, “A arte da crônica e do conto”. Foi realizado no Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (USP).

Escrever não é só colocar sentimentos no papel, tem toda uma questão técnica e o escritor se desenvolve gradualmente, pouco a pouco, enquanto busca profissionalização em formações, leituras e mais leituras, escrita orientada por editores experientes e o academicismo, mais que necessário.

O forte do curso “A arte da crônica e do conto”, em meu parecer ou como contribuição para minha trajetória, foi encontrar nas aulas interlocuções profundas com escritores brasileiros, ou que nasceram fora do Brasil, que alcançaram os rincões do mundo, traduzidos para inúmeros idiomas e fazendo com que suas histórias, criadas ou reais, ganhassem outros formatos artísticos: cinema, quadros, fotografias e músicas. Ajudou-me a enxergar os fenômenos literários com outros olhares.

Recomendo.

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Qual é o valor da vida?

Ago 3, 2016   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Músicas  //  No Comments

Inquietude humana, quem viu o outro lado após o último suspiro? Tentamos explicar, nem sempre conseguimos. A visão pode ser de uma inacabável sombra ou de uma luz que cega. Quem poderá nos dar a certeza?

Buscamos explicações nas religiões, nas culturas antigas e na intocável Ciência. Não raras são as vezes que encontramos o vazio e saímos não satisfeitos com as explanações milenares ou mais recentes. Trata-se de uma jornada, uma busca, mais interna que externa.

Life

Uma indagação sempre em voga é sobre o real valor da vida. Com guerras “oficiais” e genocídios em países que vivem batalhas não declaradas, sem ogivas nucleares, mas com mortes em massa, atestamos que para nós, humanos, nada vale a beleza do simples existir. Que tipo de mundo construímos?

Não conseguimos explicar completamente e ficamos impotentes diante do Absoluto, da finitude da vida ou da falta de controle que temos em relação a ela. Ficamos frente a frente com o Eterno existente, mesmo quando duvidamos de sua existência, nos devolve o ar quando tudo parece perdido.

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Resenha crítica da obra Fim de Tarde, de Jean Mello

Mai 30, 2016   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas, Dicas de Livros  //  No Comments
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Resenha Crítica da obra Fim de Tarde, de Jean Mello
(Constructo de Alba Atróz – 29 de maio de 2016)

O meu trabalho como resenhista tende a valorizar o autor e sua obra, mas, sobretudo, digo que viso despertar a vontade de ler e adquirir conhecimentos através desse importante ato. Desta vez, trago à tona “Fim de tarde”, de Jean Mello. Uma obra que clareia com profunda e amparadora luz literária uma parte muito escurecida da cidade, infelizmente; dormitando, por assim dizer, no entorno, à margem, num submundo que anseia ser visto e amparado pela superfície de um contraditório mundo, e que, sem dúvida, tem muito a ensinar e aquecer os frios da alma.

Em “Fim de tarde”, temos um andarilho perspicaz, questionador dos valores e real importância de ser cidadão na cidade grande. A sensibilidade de Jean, o cronista, se apodera dos elementos que passam desapercebidos no vai e vem da megalópole sem os reduzir. O autor caminha entre mundos que estão em desavenças materiais, sociais e políticas numa mesma e enorme paisagem que traz vislumbres poéticos e artísticos – catárticos. O escritor adentra pela relação do belo naquilo que quase sempre está rejeitado, perdido – talentos enterrados! -, desvelando a importância de um olhar mais humano em detrimento da arrogância, ódio e descaso – em favor da equidade social.

A obra traz as experiências ou testemunhos relatados como num causo exposto ao leitor de forma amigável, sincera, rumo à esperança de se construir um mundo melhor.

A decepção ou perplexidade diante de atitudes egoístas, exigem de Jean um forte posicionamento humano – o autor está consciente. Então, seu criticismo vem como enfrentamento à manipulação do povo que ele quer bem. Escreve como uma forma de aviso ou alerta, conselho ou ensinamento a todos sobre a importância de mantermos a união, a paz e a valorização do conhecimento, acima de tudo, como uma importante forma de escapar de um sistema atroz.

Sendo assim, Fim de tarde, também acredito, pode fazer o leitor rever-se, ser visto e ver, atentando para algo que lhe era despercebido e transformando para a melhor ou aprimorando atitudes com reflexões importantes. A obra de Jean Mello pode sim trazer ao leitor uma nova perspectiva sobre fatos, verdades, juízos, enfim, um novo panorama sobre o que é ser humano em São Paulo e no mundo globalizado que lutamos para ser inseridos.

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Você curte os sons de Minas Gerais?

Mai 10, 2016   //   by Jean Mello   //   Blog, Músicas  //  No Comments

Realmente, a cultura brasileira é alimento consistente para toda humanidade. Ela é universal. Uma prova é essa nova leitura de uma música que, em sua consagrada versão original, foi cantada simplesmente por Milton Nascimento.

Julia Vargas, na atualidade, nos apresenta verdadeira obra prima. Lapidada, acompanhada por instrumentistas de primeira. Ela conseguiu colocar sua pegada, charme, seu toque especial.

Ouça uma vez e depois não pare de repetir. Siga meu exemplo…

Aliás, todos os vídeos dessa série intitulada Mar Azul, dando cara nova aos sons de Minas Gerais, são geniais. Arranjos modernos sem perder a força das raízes de músicas já chamadas de clássicas. Isso sem contar a produção audiovisual e fotográfica. É de cair o queixo.

Julia Vargas

Navegue, procure, ouça suas músicas preferidas com um sentimento bem diferente do usual. É a nova geração mostrando que veio para ficar, respeitando nosso próspero passado cultural.

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Memórias dos tempos de escola

Abr 17, 2016   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  1 Comment
Fim de Tarde

Anunciei que em breve postaria em meu site um texto sobre minha participação em um grande evento cultural na escola que estudei durante três anos de minha vida, o Colégio Santa Bárbara.

Muito bom voltar naquele espaço, depois de tanto tempo, como escritor. Minhas memórias com relação a escola se restringiam aos meus pensamentos como adolescente.

Meu coração se encheu de felicidade ao conhecer os filhos de pessoas que estudaram comigo, uma nova geração, resistente. Contemplei os alunos se apresentando em um festival de talentos, alguns interessados em adquirir os livros que estavam expostos. Sem contar o fato de rever antigos professores e demonstrar, na prática, o quanto os educadores podem fazer ou não a diferença na vida de uma multidão de educandos.

Educomunicação

Uma menina de oito anos de idade, ao olhar os livros na mesa, me disse com veemência: “meu pai dá aula em faculdade, ele é professor de professor. Um escritor também é professor de professor?”

Sorri… Pensei… Respondi apenas que sim… O resto ficou em minha imaginação depois da pergunta dela. Enquanto dialogava com a criança, pensava…

Ao receber mensagens de educadores perguntando se podem utilizar meus textos em sala de aula; ao imaginar todas as vivências pedagógicas que tive nesses anos de educação social; ao rememorar, depois de uma pergunta com essa intensidade, como é dificultoso lutar por cultura e educação em um país que dá pouco valor para isso, vejo que tive bons educadores, ótimos, para hoje eu ter orgulho em dizer… Sou educador, escritor e empreendedor social.

Meus agradecimentos à equipe do Colégio Santa Bárbara.

Créditos das imagens: Ronaldo Tadeu

Clique aqui ou na primeira imagem do texto para comprar o livro.

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As pessoas estão perdidas?

Abr 8, 2016   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  1 Comment

Nova interpretação, instrumental tocante, poesias soltas no ar para combater qualquer mal que nos assola desde tempos não alcançados por qualquer memória histórica.

Dez anos depois do lançamento da versão original de Ainda há tempo, Criolo nos presenteia novamente. Música muito conhecida pelos fãs. Uma das mais famosas.

Será mesmo que já conhecíamos ou tínhamos conhecimento de apenas uma face dela? Ninguém melhor que o autor para nos mostrar…

Antes do lançamento desse novo single, li em vários sites que será feito o mesmo com outras faixas do disco de uma década atrás, revisitarão uma por uma, agregando novas batidas. Anunciaram também uma turnê, contendo surpresas audiovisuais e de outras naturezas, com alicerce na força exuberante da cultura.

Produção de Daniel Ganjaman e Marcelo Cabral. Música recheada de arranjos raros no que conhecemos como Rap Nacional. Como sempre, ultrapassando e quebrando barreiras, regras impostas como corretas no cenário musical.

“Flutuando na hipocrisia do lodo e do fascismo” (citando um trecho de Ainda há tempo), anuncia com precisão o que vivemos em 2016. Como pode ser tão atual? A música, em sua versão original, foi lançada em 2006. Dom de um grande filósofo de nosso tempo.

Sempre gostei dessa letra e até escrevi sobre essa mesma música há tempos atrás.

Ainda há tempo

Acredito, as pessoas não são más, estão perdidas. Também não posso negar, perdição gerando maldade. Relativizar não é o caminho. Simples, imaginamos mesmo, disso tenho certeza, não quero te ver triste assim não. Muitas devem ser as músicas para te trazer amor.

Penso, como compositor, que quando uma criação dessas vem à tona, estava no interior faz tempo, na alma. Não no porão da Psiquê (personificação da alma). Tá, algo citado nesse parágrafo já foi representado faz tempo, Metamorfose Ambulante.

Não tenho direito de fugir do foco. Ainda dá tempo de percebermos que muito precisamos fazer, nos falta pouco tempo para recuperarmos o lado belo de ser humano.

Esse Rap é Humanista. Compare as letras com algumas afirmações de Carl Rogers e verá. Recomendo um dos mais conhecidos, Tornar-se Pessoa.

Pode estender sua busca – também – ao existencialismo de Jean Paul Sartre. Sem medo de errar, a riqueza do conteúdo faz interlocução com alguns livros que li.

Mas aqui não escrevo para disparar uma metralhadora de citações. Apenas ouça a mensagem, compare com a realidade que está diante de seus olhos, mas não se esqueça de fazer ligação com outras linguagens de conhecimentos profundos.

Ainda dá tempo. Tempo em que ainda temos tempo de transformações internas e, por consequência, coletivas.

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