Tempo de liberdade e de prisão condicionada

Nov 21, 2013   //   by Jean Mello   //   Artigos, Blog, Crônicas  //  No Comments

Tempo 2

Tempo de liberdade e de prisão condicionada.

Sofisticados pensamentos, cansaço! Exaustão, percepção, metáforas, uma pausa para um pouco de café e de vida.

Um filme, alguns acordes de guitarra, empunhado de música e poesia estou mais perto da impossível liberdade.

Certo e ao mesmo tempo incerto, com os olhos ao longe da solidão e da falta de amor tão sem razão.

Preciso e pessimista, coloquial e prolixo. Ainda crendo no amanhecer periférico e que estas ideias serão propagadas por lugares que nunca esperei.
Olhando para as imagens com desconfiança e admiração. Não me iludindo com os contrastes sociais.

Percebendo nos faróis da metrópole meninos e meninas com o rosto marcado e clamando por um trocado.

Ainda preservando em meu coração a esperança não só no amanhã, mas no hoje.

O porvir não nos reserva só a escravidão perpétua. Hoje podemos plantar o inusitado e não as tempestades errôneas de um passado histórico em que, em pouco tempo, tudo mudou.

Palavras brotando, esperança e certo de que o incerto tornou-se para as massas a certeza de sucesso. Os últimos já são os primeiros.

De mãos dadas, em só um propósito, simplicidade, Nova Aurora. Esperança de que sonhos permanecerão vivos.

Esqueço tudo isso, volto meu olhar novamente para minha guitarra, a inspiração me pegou, não quero a deixar ir embora.

Guitarra

 

Quando nasce o refrão…

Não iremos te entregar,
Nossa habilidade, constante desejo de lutar…
Não iremos te entregar nossa alma!
E o que há de vir, há de chegar…

Revisão: Cris Santana

 

 

 

 

 

 

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